Emma Ross, uma garota que nunca gostou muito de ser o centro das atenções, e que tinha uma paixão extrema pelo seu violino, instrumento que tomou gosto na infância.Filha única, ela e a mãe se mudaram para a Alemanha quando a garota ainda era criança...
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-- Tom... -- sussurro olhando para a janela do carro
-- Hum? -- o loiro pergunta olhando pra mim
-- É uma pessoa ali? Ali atrás -- falo me referindo ao vulto que estava vendo a uma certa distância do carro
O garoto olha imediatamente para o lugar.
-- Merda! Abaixa a cabeça -- Tom apoia meu rosto em seu pescoço, segurando minha cabeça com uma de suas mãos enquanto dava novamente partida no carro
Eu não sabia o que estava acontecendo ali. Ainda estava com a cabeça entre o pescoço do loiro quando depois de alguns minutos ele estaciona o carro. Ergo minha cabeça assim que o garoto me solta. Estávamos na frente de minha casa, onde a rua estava deserta em relação a carros.
-- O quê foi aquilo? -- falo saindo do colo do garoto
--Pessoas que tentam conseguir qualquer informação sobre mim ou sobre a banda, á troco de dinheiro -- o garoto fala olhando pra rua
Eu não sabia que a mídia o perseguia dessa maneira. Como imaginar que teria alguém nos vigiando ali? Essas horas, e em um lugar que ele nunca havia ido, a não ser nas proximidades. Tom parecia já ter passado por isso outras vezes, e imagino o quanto isso deve ser difícil.
-- Ei -- o chamo -- Essas pessoas vão se arrepender por tudo que fazem, não deve ser nada fácil, mas é melhor tentar levar isso de alguma forma antes que você saia machucado -- coloco minha mão sobre a mão do garoto
-- Isso não é de agora. Desde que a banda ficou famosa, não temos mais privacidade de fazer nada. Qualquer coisa aparece nas manchetes dos jornais -- o garoto diz olhando para minha mão
-- Não tenho a mínima ideia do que vocês passam, mas você pode contar comigo, Kaulitz -- faço carinho de leve em sua mão, vendo o loiro se aproximar de meu rosto me dando um selinho e apoiando sua cabeça entre meu pescoço
Ele começa a beijar o local devagar, dando selinhos molhados em cada canto.
-- Estamos na frente da minha casa agora, minha mãe pode aparecer a qualquer momento -- falo em baixo tom enquanto o garoto retirava sua cabeça do local, me olhando
Sussurro um ''boa noite, gatinho'' depois de dar um beijo em sua bochecha, antes de sair de seu carro caminhando até a entrada de minha casa.
Minha mãe estava sentada no sofá assistindo TV, que no momento passava um de seus programas favoritos. Me aproximo para ela saber que eu estava ali, em pé e cansada depois de um longo dia de trabalho.
-- Já chegou, querida? Não fiz janta, mas se quiser a mãe faz um cafézinho pra você tomar -- ela diz olhando pra mim
-- Não precisa mãe, estou sem fome. Comi na lanchonete também -- falo tirando meu tênis e o deixando perto do sofá