Um romance sobre duas garotas.
Heather Colemann (Interssexual) é uma grande empresária que mexe com grandes negócios.
Laura Clark Rampsey é uma prostituta de luxo, que apesar de se sentir extremamente mal por isso, não encontra uma saída para sair d...
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LAURA. ~x~
Ísis , como qualquer criança saudável, cresceu, graças a Deus.
Sim, porque por mais que bebês sejam fofos e lindos quando ainda não fazem nada sozinhos, eles dão um certo trabalho.
E mesmo que nos arrependamos lá na frente por termos torcido para que eles tivessem crescido logo, no fundo sentimos uma alegria imensa por vê-los amadurecerem e se transformarem em pessoinhas cheias de saúde e prontas para conquistar o mundo.
Mas ela ainda não é uma adulta, nem uma adolescente.
Está longe disso.
Ísis em 5 anos, há precisamente seis meses.
Ainda não presenciamos a queda do seu primeiro dente de leite ou sua primeira formatura, mas estivemos lá quando ela andou de bicicleta pela primeira vez e a encorajamos no seu primeiro dia de aula.
Trocamos muitas fraldas, muitos slimes grudados no sofá
Compramos muitas bonecas, escutamos muitos choros vindos de joelhos ralados.
A ensinamos a nadar e exercitamos o início da sua leitura.
Fomos mamães de primeira viagem, mas segundo a Rose, nos saímos muito bem.
Eu concordo, apesar de não ter nenhuma base como referência.
Ísis parece uma criança bastante serelepe.
Sua simpatia e seu jeito de parecer gostar de todo mundo são sua marca registrada.
Ela quase nunca se irrita, e às vezes, quando não sabe como reagir a um determinado estímulo, opta por cair na gargalhada.
Ela pode fazer amigos com uma simples saída, seja indo ao parque ou à padaria.
É humanamente impossível não amá-la.
Para uma melhor educação, Heather e eu dividimos nossas obrigações como mãe.
Isso significa que ela é responsável pelos "sins", enquanto que dizer os "nãos" necessários sobra para mim.
Felizmente (porque a última coisa que eu quero é me tornar uma mãe chata e repressora competindo com uma mãe engraçada e "maneira"), Ísis é uma criança boa.
Um anjo, por mais agitada que seja.
Não precisamos (eu não preciso) reprimi-la duas vezes.
Ela simplesmente entende que, caso eu não a deixe fazer alguma coisa, deve haver algum motivo, e magicamente obedece (o que é um tanto esquisito, crianças de cinco anos não deveriam ter esse discernimento).