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Pov: s/n "Acordei de madrugada apenas pra beber água. Olhei o celular e vi que tinha uma mensagem da minha namorada no meu celular.
"Meu amor, eu sei que provavelmente está dormindo mas eu gostaria de avisar que estou chegando, estou a uma hora de casa, caso você veja me responda. Estou morrendo de saudades, até logo. Beijos, te amo ♥️"
Olhei pela barra de notificação pra ela não saber que eu vi. Eu decidi trolar ela, ela havia me mandado a dois minutos, ainda estava a uma hora de casa, tempo o suficiente. Fiz tudo o mais rápido possível, me arrumei com um vestido curto e colado, fiz uma make comum, peguei os saltos mas não os coloquei, bebi um pouco de bebida alcoólica mas só pra ficar com o cheiro e saí de casa, peguei o carro e saí ficando na esquina escondida esperando ela chegar. Avistei seu carro de longe, ela foi pra garagem e depois saiu e entrou. Foi aí que eu cheguei com o carro e estacionei na garagem me preparando pra atuação digna de Oscar que vou fazer ao sair do carro. Saí cambaleando de um lado pro outro até chegar a porta e finalmente entrar, com os saltos nas mãos e com pouca maquiagem. - amor? Ela olhou pra mim das escadas. - oooooi! Disse sorrindo igual a uma besta, joguei os saltos no chão. - onde você estava? Por que não está na cama? E por que chegou agora? Ela disse se aproximando. - são tantas perguntas bebê, deu até dor de cabeça.- ela chegou perto da minha boca- que isso? Não paga nem um jantar e já está querendo dar um passo desses? - s/n, você bebeu? - só um pouquinho. Disse rindo igual uma retardada. - quanto você bebeu? - três copos- fiz o dois com os dedos, depois me fiz de desentendida e coloquei mais um na outra mão- bom, três vezes três. Dei uma gargalhada. - s/n, com quem voc- - tem comida? Tô morta de fome, não bastou ter comido água. Dei mais uma gargalhada, parece mais que eu estou brisada do que bêbada. Fui cambaleando - espera, deixa eu te ajudar. - a vontade cavaleira. Ela rodeou minha cintura me dando apoio pra andar e eu juro que juntei todas as forças pra não rir, ela estava tão brava que só faltava sair fumaça dos ouvidos. Ela odeia quando eu saio e não aviso. Me levou até a cozinha. - o que você quer comer? - hum... Sorvete. Fui no congelador e peguei. - s/n, sorvete não é comida. - quem disse? Se é comestível é comida. Peguei uma colher e comecei a comer direto do pote. Ela suspirou. Eu me sentei no balcão e ela veio até a mim ficando entre as minhas pernas. Eu sei que ela está se segurando pra não brigar comigo, aliás, não faria sentido brigar comigo se eu estou "bêbada". - s/n, quem estava com você? - ah, você sabe, a Júlia, a Mari, a Letícia e a Patrícia. - a Patrícia? Ela morre de ciúmes da Patrícia. - uhum. - sério isso? - você não vai brigar comigo, vai? - agora não vale a pena. - quer saber. Desci da mesa e desequilibrei. - cuidado. Ela me segurou. Coloquei o colher na pia e fechei o sorvete o colocando no congelador. - eu senti sua falta, amorzinho. Fui até ela rodeando seu pescoço e levantando os pés pra a beijar. - agora não é uma boa hora. - você não vai me beijar? Fiz manha Ela suspirou e cedeu a minha chantagem Eu me coloquei de costas pro balção me imprensado seu corpo contra o meu. Percebi que ela não estava só se segurando pra não brigar comigo. - temos que.... subir... E te colocar debaixo da água fria.... Agora.... Ela disse entre o beijo. - sabe o que eu preciso agora? Desci os beijos pelo seu pescoço. - o que? Ela disse ofegante. - sexo selvagem. - é o que? Ela se afastou dos meus beijos. - sexo, muito sexo mesmo, daqueles selvagens e brutos igual quando você está com raiva. A puxei pra mim voltando a beijar seu pescoço, a chupar e morder, o que rendeu um baixo e quase imperceptível gemido dela. - s/n... Eu não... - me come encima desse balcão, amorzinho. Disse a cortando. Ela pegou todo o mínimo autocontrole que tinha e se afastou. - Não. Eu adoraria transar com você mas não assim, não com você nesse estado, eu prefiro você lúcida.-Ela disse e eu não me conti. Comecei a rir descontroladamente.- do que você está rindo? - dessa situação, eu não acredito que você acreditou que eu estava bêbada. Ri mais ainda - pera aí, então isso tudo foi mentira? - foi mentira? - sim. Continuei a rir. - a sua filha da mãe. Ela veio até a mim correndo eu corri mais ainda pra sala. - era só uma brincadeira. - merda nenhuma.-Ela conseguiu me alcançar e me segurou por trás me virando pra ela- quem eu quero enganar? Não dá pra ficar brava com você sendo que estou aqui doida pra matar a saudade. Ela me beijou, dessa vez deixando esvair toda sua saudade no beijo. - senti sua falta. Disse assim que me separei - não tanto quanto eu. - eu tive uma ideia. Disse brincando com o colarinho de sua blusa. - qual? - que tal subirmos lá pra cima, pra você me ajudar a tirar esse vestido que é bem fácil? - e depois? - depois a gente..... Pode fazer umas barbaridade bem gostosas. - ótima proposta, amo fazer barbaridades com você. - e eu amo você. - te amo também. Ela me beijou e me pegou no colo estilo noiva e me levou pro quarto.
De todas as trolagens, essa foi a melhor que eu já fiz.....
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Já chegamos em 96 caps, em 100 o livro fecha, vou sentir sdds❣️❣️❣️❣️