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Era uma tarde de terça, eu estava na casa do meu namorado e ele estava em uma sessão de fotos. Do nada ele chegou e se sentando ao meu lado e beijando minha Buchecha.
- oi meu amor. Ele disse animado - oi, Dani, voltou cedo. Aconteceu alguma coisa? - sim, eu comprei algo lindo pra você. - mas não é meu aniversário. - mas já já é natal. Ele me entregou uma caixa nas minhas mãos. - eu não deveria abrir no natal. - você pode abrir quando quiser, mas eu quero te pedir algo. - o que? - quer viajar comigo pra Fernando de Noronha? - sério? Disse surpresa. - sim, eu pensei em dar uma pausa por que eu quero passar um tempo com você e minha família, mas eu pensei em depois do ano novo agente ir, o que acha? - eu acho perfeito, vamos. - isso, eu amo você. Disse e me beijou.
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- ele é lindo, eu quero. - você vai levar um cachorro pra casa sem ao menos ter perguntado se podia? Minha irmã disse. - oxi, o dinheiro é meu e quem vai adotar sou eu. - mas a casa é dele. - é verdade, quer saber, eu vou na fé. - você que sabe, eu também adoro um barraco. - uau, quanto amor.
Cheguei em casa com um pastor alemão lindo, amo cachorros assim, agora o negócio é ver qual vai ser a reação dele. - o que está acontecendo aqui. Vi Daniel sentado no sofá de casa. - oi... Eu cheguei. - eu percebi, estou perguntando desse cachorro. - o nome dele é max, diz oi max. O cachorro latiu - o que ele está fazendo aqui? - então, você meio que adotou ele. - eu? - sim... Surpresa. - você adotou o cachorro em meu nome? - sim.... Disse preocupada, e se ele não gostou da surpresa. Ele se aproximou e ajoelhou perto do cachorro, fez um carinho atrás de sua orelha e o cachorro demonstrou alegria com o afeto. - ele é lindo. Eu suspirei em alívio. - então, está tudo bem termos um cachorro? - claro que sim, eu nunca faria você devolver, só.... Me avise a próxima vez que for fazer qualquer coisa, pra que eu não... Fique surpreso. - pode deixar.
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Droga de nariz entupido. Agora só me resta me lembra de quando eu tinha nariz limpo e sem essa dificuldade pra respirar. Eu definitivamente odeio estar doente. - meu amor, eu trouxe sopa. Ele disse abrindo a porta do quarto. - eu não quero nada. Me enrolei na coberta. - amor, você tem que comer alguma coisa, eu não quero que sua gripe piore. Eu sei das suas náuseas e enjôos mas, você precisa comer. Por favor. Faz isso por mim? Eu suspirei em derrota. - já disse que as vezes você é perfeito demais? - eu não sou perfeito, só gosto de cuidar de você. Agora me beija. - claro que não, eu estou doente. - eu não quero saber, só quero um beijo pra te dar a sopa. - tá bom. Me aproximei dele dando um selinho. - agora sim, abre a boca pra eu te dar a comida.
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A cólica estava me matando. Eu chorei lendo, eu surtei com meu namorado e depois chorei pedindo desculpas, eu chorei vendo o jogo do Fluminense por que ele perdeu, e olha que eu sou flamenguista. E agora, eu estava no sofá da sala chorando mais uma vez. - ei, o que foi meu amor? Por que está chorando? Daniel disse chegando perto do sofá, ele foi pra uma sessão de fotos. - eu... Você vai achar bobo. - nada que te faça chorar é bobo, princesa. - é que... Eu estava assistindo um filme e o personagem que eu gosto morreu e... Eu não consegui terminar de falar pois as lágrimas voltaram a rolar. - princesa, é só um filme. - eu sei, me desculpa... - tá tudo bem, vem. Eu vou te levar pro quarto e cuidar de você, tá bom? Eu acenei com a cabeça. - pode me dar um beijo? Pedi manhosa. - quantos você quiser. Ele me beijou ao mesmo me pegando no colo. - eu amo você. - eu também te amo. Disse subindo as escadas comigo no colo.
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Eu juro que amanhã eu mato o Daniel. Ele saiu com os amigos dele, eu não quis ir. Então um dos amigos dele me mandou vir em plena 2:30 da manhã.
Eu cheguei na balada. Entrei no local e logo d cara vi Daniel enchendo a cara com uma vodka na mão. Uma menina chegou perto dele e tentando alguma coisa, eu o vi dizendo "xô, eu tenho namorada" eu sorri com isso. Ele conseguiu me ver e veio até a mim. - oi meu amor, você veio. Ele me beijou, o cheiro do álcool estava perceptível. - Dani, vamos pra casa? - mas já? - sim, por favor? - ok, ok, tudo por você. O puxei pra fora da balada em direção ao carro. Peguei a chave do bolso pra ligar o carro. No banco do carona tinha algumas coisas. Eu me inclinei pra colocar pra trás. - princesa, eu já disse que essa calça fica linda no seu corpo? Disse segurando meu quadril. - Daniel, não. Tirei a sua mão de mim. - ah, entendi, você quer no carro. O mair problema do meu namorado quando bebe é que ele fica muito assanhado. - não vamos fazer nada, você está bêbado. - o que é que tem? Eu posso te dar prazer mesmo assim. - não, entra no carro. Ele entrou meio cabisbaixo. Eu contornei o outro lado e entrei. - você não sente mais nada por mim? - o que? - você não quer transar comigo, você não sente mais nada por mim? - claro que eu sinto. Eu me inclinei pra colocar seu cinto de segurança, ele beijou meu pescoço, eu rapidamente me afastei. - viu? Você não sente mais nada por mim. - não é isso, amor... Se eu fizer qualquer coisa com você nesse estado eu sei que você vai se arrepender amanhã e eu também vou, não quero que isso aconteça. - eu sei que você é atenciosa comigo e cuida de mim, eu amo isso, mas você não pode simplesmente esquecer e transar comigo? Eu sorri, ele estava literalmente implorando pra mim. - não, vamos pra casa. - você não me ama mais.