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Pov: s/n "Eu tinha acabado de acordar, estava fazendo café da manhã pra Rose e Cosmo quando senti alguém me abraçando por trás e me dando beijos no pescoço o que me fizeram arrepiar, Scarlett está passando pelo famoso período fértil que normalmente acontece depois de um TPM, ela vira uma máquina e quer toda hora.
- bom dia, amor. Ela disse - bom dia, princesa, cadê meu beijo? Eu me virei pra ela dando um selinho meio acoada por que qualquer toque ela acende e acende com força. Dito e certo, ela apertou minha cintura enquanto me beijava colando mais nossos corpos ouvimos um "eca" de Rose atrás de nós, eu me afastei dela. - Scarlett, as crianças estão aqui. - desculpa, agente continua mais tarde. - nada disso. - por que não? - agente transou três noites seguidas com ontem, tá vendo isso aqui- coloquei sua mão em minha coxa- está tão bamba que eu quase não consigo andar. - você disse que "quase não consegue andar" ou seja, você aguenta mais um pouco... Disse subindo suas mãos. - não. Me afastei dela indo até as crianças que graças a Deus não ouviram nada da nossa conversa e lhes dei seus pratos. - amor... - nada de amor, Scarlett. - já estão brigando, logo de manhã? Rose pergunta. - não meu amor, é só a sua mãe sendo uma completa sacana com a mamãe. A garota dá de ombros, eu voltei a cozinha. - então, não vai fazer meu café da manhã? Disse apoiada sobre o balcão - mas que abusada, o que você quer de café da manhã? - hum.. Você, encima desse balcão, nua, assim que as crianças saírem. - Scarlett, sossega. - você perguntou o que eu queria. - toda a suas respostas serão extremamente sexuais? - acho que sim, pelo menos por mais uma semana. - tá bom- me aproximei dela- se você se comportar direitinho eu deixo você fazer comigo o que queria fazer ontem. - sério? - sim. - então não vejo a hora da noite chegar. Disse me puxando pra ela e beijando meu pescoço. - com uma condição. - qual? - não pode me provocar ou tentar me tocar até as 23:30. - o que? Isso é maldade. - se você conseguir cumprir isso eu deixo você me amarrar e tudo aquilo que você queria fazer ontem. - você é má, mas eu vou conseguir. - veremos.- beijei seu pescoço, ela apertou a minha cintura- começando por agora. Tirei sua mão de mim e fui preparar o café da manhã dela. - a condição de não provocar vale pra você também, né? - eu não disse nada disso. - você vai me matar assim. - negócios são negócios. - pelo menos eu posso apreciar o quão sexy você fica na minha roupa e imaginar as mil coisas que eu vou fazer com você hoje a noite. - o que eu disse sobre provocações? - você não disse nada sobre comentários. - então vai ser assim? - é, vai sim. - tá bom Johansson, que vença a melhor. Eu disse e ela riu.