Um dia ele manipulou sua entrada no mundo real, e nunca mais parou. O controle total era seu único aliado, melhor amigo e parceiro. Não importava quantas pessoas perdiam pelo caminho, ou quantos amores apodreciam. Nada nem ninguém era capaz de supor...
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Então, aqui está o futuro porque nós superamos o passado Eu finalmente encontrei alguém que pode me fazer rir Você é tão louco Eu acho que quero ter seu bebê
Whatta man
— Por que fez isso? – Rose cochichou para que somente Bene ouvisse.
Os dois jovens Wolff estavam sentados do lado de fora do hospital, porque um deles não tinha mais coragem de encarar a família. Benedict não pensaria tão pouco de si, ao contrário de Roselind, que se sentia traindo a própria mãe. Ela sempre se importava exageradamente com terceiros, permitindo que sua fraqueza fosse a opinião alheia.
— Ela estava tendo um caso com o nosso pai. Sogro dela.
— Mesmo assim, Bene. Poderia ter se vingado sem remexer tanta coisa que a deixasse triste.
— Então não adiantaria, Rose. – disse com firmeza, fazendo-a se afastar. – Só fala todas essas coisas porque está amiguinha de Hande e do papai. Esqueceu facilmente o que ele fez.
— Ele disse que não fez aquilo.
— Sabe muito bem que é mentira. Eles no abandonou! Sequer ia as apresentações escolares, porque a carreira era mais importante. Nunca se importou. Sei muito bem que fui o filho indesejado, que infelizmente pra ele, escolheu outra profissão.
— Ele disse que a mamãe conseguiu a nossa guarda antes.
— Isso não explica porque nunca foi para o seu recital de ballet, ou qualquer feira de ciência da minha turma. Ser um bom pai agora não anula o passado. Você é fraca por perdoar tudo.
— Não consigo mais viver com a mamãe.
— Mude-se. Arrume um emprego! Foi o que eu fiz quando o seu amado pai me tirou cada centavo.
— E o que eu faria, Bene? Não sou boa em nada!
— Então é melhor aprender a abrir um livro e estudar. Se tivesse sido esperta, estaria estagiando como eu. Consegui uma vaga excelente em um hospital de renome usando apenas o sobrenome da mamãe, porque ninguém se importa com um Wolff, a menos que entre na lojinha do mecânico de bairro.
— Isso é cruel em tantos níveis.
— Cruel é o pai esconder uma criminosa.
— Hande é órfã.
— Também sou órfã de pai, e isso se aplica a você.
— Ela cresceu dentro de um abrigo.
— Quer que eu sinta pena?
— Empatia serviria.
— Eu não poderia me importar menos. Se quer viver na grande mentira do nosso pai, então faça o que quiser, pois eu odiaria assistir um casamento perfeito e o nascimento do filho perfeito. Talvez você se torne a babá, ou coisa pior, Rose. Pensou nisso?