Capítulo 61

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Ouvi a porta do banheiro se abrir, me desliguei dos meus pensamentos e desviei meu olhar para ela. Seus cabelos estavam molhados, ela estava enrolada na toalha ainda.
- Esqueci a calcinha e o sutiã. - Se explicou.
- Tudo bem. - Coloquei as mãos no bolso e forcei um sorriso.
- Você está parecendo que quer me falar alguma coisa. - Ela se aproximou de mim, e levou a mão até meu rosto, acariciando o mesmo. Levei minha mão até sua mão.
- Eu preciso que me prometa três coisas. - Falei.
- Que coisas?
- Primeiro, que um dia vai deixar de me odiar e vai me perdoar. Segundo, que você vai ser feliz. Terceiro, que você não me esqueça, mas não quero pense nas coisas ruins, quero que se lembre dos momentos bons que tivemos.
- Não sei por que, mas isso está me parecendo uma despedida. - Suspirei.
- Como você mesmo disse não nos conhecemos se esbarrando na rua. Quando você voltar para casa, eu sei que você tem a sua vida. - Ela ia começar falar alguma coisa. - Só fica comigo hoje, pela última vez.
- Léo... - Seus olhos estavam cheio de lagrima.
Levei minha mão em sua nuca, aproximei-me e encostei nossos lábios. Era um beijo lento, calmo, e eu sei que tinha saudade tanto da parte dela como da minha. Eu precisava tê-la, nem que fosse pela última vez, eu precisava. Suas lagrimas estavam descendo, o que deixava o beijo salgado, mas nada que nos atrapalhasse, estava perfeito, o beijo dela era perfeito, sim, eu deixei todo o meu orgulho de lado, eu precisava deixar ele de lado, se não eu iria me arrepender amargamente. Suas mãos vieram parar em meus cabelos, ela segurava com um pouco de força, sua toalha caiu, fazendo-a ficar completamente nua ali. Desci minhas mãos pela sua cintura, apertei de leve segurando a mesma, suspendendo-a. Suas pernas se entrelaçaram na minha cintura, caminhei devagar até chegarmos á cama. Deitei-a na cama, ficando por cima, suas mãos desceram até parar na borda da minha camisa, ela segurou e subiu a mesma, ajudei-a tirar. Paramos o beijo, desci meus lábios pelo seu pescoço, intercalando entre beijos e leves chupões, ela segurou meu cabelo e puxou, fazendo com que eu olhasse.
- Eu nunca vou deixar te odiar. - Eu olhei sério para ela. - Te odeio na mesma intensidade que eu amo você. - Continuou sussurrando e eu abri um sorriso. - Tenho vontade de te dar um tiro, mas com certeza eu entraria na frente para te salvar. - Nossas testas estavam coladas, suas lágrimas desciam sem nem ela perceber.
Voltei a beijá-la, ela deslizou suas mãos pelos meus braços até chegar a minha bermuda, abriu a mesma, ergui um pouco meu quadril fazendo com que a bermuda saísse com um pouco mais de facilidade, joguei a mesma no chão com pé. Com uma de suas mãos, ela abaixou minha cueca, segurando meu membro com força, suas mãos desciam e subindo, logo minha ereção foi se formando em sua mão.

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