16. Caminho de volta

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-Michel, eu te amo. -Estávamos abraçado dentro daquele Rio, sozinhos, somente com a companhia da lua.

Eu o amava, já tinha me entregado a esse amor que sentia e era muito mais forte que eu.

Mas não podíamos ficar junto, não podia dar esperança para ele.

-Eu..não posso Gabriel. -Falei com a cabeça baixa, a minha dor que sentia com as perdas que tive, vieram com força. Sentia que iria chorar a qualquer momento.

-Ei. -Ele soltou um braço que me prendia e levantou meu rosto.

-Eu sei que você não pode, eu sei que minha vida não combina contigo, mas eu te amo e não consigo ficar longe de você amor.

-Gabriel...

-Não, não diga nada, lembra que combinamos antes? Vamos aproveita esse momento, essa noite.

Ele estava sorrindo, o que me fez sorrir também.

-Quando eu chegar em casa, vou resolver as coisas, só me dar um tempo, mas não quero que você pare sua vida por mim. Você é brilhante, tem um futuro maravilhoso. Então somente me dar esse tempo que juro que voltarei para você e serei livre para poder te amar sem nenhum obstáculo.

Isso parecia maravilhoso, conto de fada, mas sabia que não era tão simples assim, resolvi não falar nada.

-Vem. -Ele me puxou até a beira do rio, a água estava fria ainda, mas não como antes.

Ele estendeu uma toalha no chão e me ajudou a deitar ali e se colocou em cima de mim.

Nós beijamos muitos, ele mordia meu pescoço, chupava meus peitos, mordia meu abdômen e depois chupou meu pau. Fui ao delírio e logo gozei e fiz o mesmo com ele, o seu pau era branquinho, a cabeça vermelha que me dava água na boca, as velhas eram grossas. Eu comecei beijando a cabeça e abri um pouco mais minha boca e peguei ele todo, chupei devagarinho enquanto ele gemia e se retorcia no chão. Saiu o pré-gozo que só me incentivava a engolir mais ainda seu pau, comecei a punhetar ele é logo mais sentir seu pau crescer mais ainda na minha mão, ele mandou eu colocar a boca e bebi aquele sémen delicioso.

Como meus pais moravam em uma chácara, a área era bem privativa, não tinha vizinhos por perto.

Formos para o banheiro, tomamos banho e caímos exausto na cama.

Como iríamos viajar cedo, de madrugada acordei o Gabriel e o mandei para o quarto do Marcelo. Meus pais com certeza sabia que nós éramos mais que amigos, mas queria evitar cenas constrangedoras.

Depois que ele foi para o quarto do lado, eu perdi o sono, aproveitei para arrumar as malas e depois fiquei sentado na cama pensando que o paraíso logo iria virar inferno.

Tirei isso da cabeça e fui para a cozinha, minha mãe apesar de ter uma funcionária para ajudá-la, ela gostava de fazer comida e a dona Rose só vinha de tarde mesmo.

Preparei um café, montei a mesa e quando deu 7 horas da manhã fui acordar o príncipe dorminhoco.

Fui até o quarto, me ajoelhei na frente do rosto dele e dei um selinho na sua boca.

-Oi amor. -Ele abriu os olhos sonolentos e deu um sorriso.

-Oi. -Dei uma risadinha por causa do rostinho dele de sono.

-Primeira vez que você acorda mais cedo que eu. -Ele se espreguiçou e eu me levantei.

-Mentira, teve aquela vez. -Ele me cortou.

-Não Michel, você sempre dorme demais de manhã. -Ele deu risada e me puxou para a cama com ele.

-Ei, para, na cama do meu irmão não.

Rei do tráfico (Romance gay)Onde histórias criam vida. Descubra agora