Jimin
Hyumin entra numa rua totalmente vazia e deserta pra fugir da polícia que nos seguiu, estamos todos nervosos com a situação. Desde que entramos no carro, a Doidinha ficou quieta e Hyumin concentrada em despistar a viatura policial, nenhuma das duas dirigiram uma palavra sequer pra mim.
_ Então... os dados não foram apagados?_ pergunto.
Troco um olhar nada bom com Hyumin pelo retrovisor e a Doidinha nem se dá o trabalho de...
_ Não. Ainda tem coisa pra fazerem. Os dados ainda existem...
_ Como é? Mas e aquilo que o irmão do Jungkook disse?
_ É... mas ele falou pra gente que tem um muro de não sei onde que não estão conseguindo derrubar... porque os dados estão em outra conta também._ sinto que a Dodinha tentou explicar numa forma de deixar as coisas não tão tensas.
Eu deixei o Jungkook lá... com a polícia... e com os dados ainda existindo? Eu sabia que não deveria ter saído sem ele.
_ Alô._ Ouço Hyumin dizendo e percebo que ela está em uma ligação no viva voz.
_ Hyumin! O Jimin está com você?
Pai?
_ Sim. Que voz é essa? O que houve?
_ Estou no viva voz?_ ele pergunta.
_ Está.
Após um tempo, ouvimos ele dar um longo suspiro.
_ Ouçam, conseguimos resolver as coisas com os dados do Jungkook._ por um momento nós três demos um suspiro de alívio_ Mas... passei em frente à casa agora, lá, tinha um ambulância, os médicos estavam colocando uma maca dentro da van pra irem pro hospital.
_ O que aconteceu?_ Doidinha pergunta assustada.
Essa foi a primeira vez que eu vi ela realmente assustada.
_ O Jungkook..._ ele faz uma pausa_ foi baleado.
Nesse momento, nesse exato momento meu coração disparou como ele nunca fez e meus olhos instantaneamente se encharcaram com lágrimas.
_ Demos um jeito aqui e consegui falar com os policiais. Ele está inconsciente por causa do ferimento, mas há quase nenhuma chance de morte.
Quase? Quase!?
Tampo meu rosto com minhas duas mãos e tento não sentir a dor no meu peito só de imaginar o Jungkook sem vida. Choro descontroladamente em silêncio me arrependendo de ter feito o que ele mandou. Já o desobedeci quantas vezes e justo essa eu tinha que fazer certo.
_ Mas quero que não se preocupem. Entendeu, Jimin? Ele vai ficar bem. Como você está?
Não respondo. As meninas olham pra mim e eu, sendo vencido, levanto meu rosto todo vermelho e quente quando sinto a mão da Hyumin em meu joelho e a mão a Doidinha no meu ombro.
_ Estou bem..._ respiro fundo para poder falar_ Tive que sair de lá... e...
_ Não se preocupe com isso agora...
_ Eu estraguei o plano, pai! E agora o Jungkook levou um tiro e..._ paro de falar e escondo meu rosto novamente em minhas mãos, não querendo que as duas olhassem em meus olhos.
_ Jimin! Ouça! Aquele cabeçudo estava demorando demais pra levar um tiro. E você acha mesmo que uma bala vai conseguir derrubar aquele esquentadinho? Jungkook vai ser tratado pelo hospital agora, ele vai ficar bem... ouviu?_ meu pai diz calmamente, mas ao mesmo tempo ele não consegue esconder seu nervosismo.
_ É, Jimin... vai ficar tudo bem. Jungkook é muito forte...
_ Põe forte nisso!_ Doidinha diz e me faz abrir um pequeno sorriso.
_ Exato. Agora guarde essa mágoa, essa tristeza, essa raiva ou seja lá o que está sentindo. Vamos descontar tudo no desgraçado do pai dele porque descobrimos que esse filho da mae está vindo pra cá. A gente vai pegar aquele cretino!
Nossa! Nunca vi meu pai dizer mais de um xingamento em uma fala só, mas ele está certo, eles vão ter o que merecem!
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janajabKajznakzjakaia
Agora sim
(Esse título tem vários sentidos)
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Fake Bitch • Jikook
FanfictionEm um dia qualquer da sua vida tediosa, Park Jimin é surpreendido com a atitude violenta e absurda da sua mãe que o força a se colocar no mundo carnal da prostituição, mas o que ele menos espera é se apaixonar por um de seus "clientes", um homem, cu...
