Assim que acordo, tomo banho, faço minha higiene me arrumo e vou para a cozinha, pego uma fruta e desco.
Chego na parada de Ônibus, espero ele chegar pra ir pro trabalho. Quando chego na lanchonete, vou direto me trocar, espero que hoje seja calmo aqui.
O bom é que essa noite eu consegui dormir bem, sem pesadelos e sem nada pra me incomodar. Hoje irei com a Mily buscar as coisas dela, nunca dividi um apê com ninguém, espero que corra tudo bem.
Quando saio pra atender os clientes vejo a Mily.
- Então tudo pronto pra hoje? - Lhe pergunto.
- Sim, já arrumei tudo. - Ela me responde.
- E seu pai, o que ele achou de você sair de casa? - Pergunto esperando que ele não tenha brigado com ela.
- Na verdade parece que ele até gostou, não fez questão de da um de pai que não quer a filha fora de casa. - Diz ela.
- Talvez ele queira recomeçar a vida dele. - Digo olhando pra ela.
- Ah sim, recomeçar a vida sem a filha. - Diz ela forçando um sorriso.
Atendemos alguns clientes que estava ali, hoje tá calmo nada agitado. Irei almoçar com a Mily.
Depois do almoço com a Mily, voltamos pra lanchonete, quando chegamos e entramos vejo alguém em uma mesa perto da janela.
- Parece que gostou do Hambúrguer. - Digo pra ele quando me a próximo.
- Na verdade, até gostei sim - Diz Pedro sorrindo.
- O que você quer? - Lhe pergunto.
- Te fazer um convite - Pedro diz.
- Não. - Digo rápido
- Mais você nem sabe do que se trata - Ele diz me olhando.
- Tanto faz, mas minha resposta é não. - digo saindo de perto dele.
- Okay. - Ele diz e sai da lanchonete.
Não quero aproximação com ele, isso não daria certo!
Bom que ele não foi teimoso dessa vez.
Quando chega fim do expediente, me troco e espero a Mily esta pronta para irmos buscar as coisas dela.
Quando saímos vejo Pedro encostado no seu carro.
- O que faz aqui ainda? - Pergunto a ele.
- Te esperando. - Diz simplesmente.
- Me esperando pra que? - Pergunto
- Pensei em te levar pra casa - Diz ele
- Eu não vou pra casa, quero dizer, não vou pra casa agora. Vou buscar as coisas da Mily, ela vai morar comigo. - Não sei por que estou explicando pra ele.
- Não precisa.. - Começo a dizer, mas a Mily me interrompe.
- Seria muito gentil da sua parte, aceitamos sua ajuda. Bem, sou a Mily - Diz Mily sorrindo e estendendo a mão pra ele.
- Olá Mily, sou Pedro, amigo da Jullyana. - Diz ele sorrindo. Que garoto cara de pau.
Que ótimo agora vou ter que aguentar ele perto mais um dia. Entramos no carro e vamos pra casa da Mily buscar as coisas dela.
O caminho todo, Mily vai conversando com o Pedro, não vejo a hora de chegar em casa. Quando chegamos na casa dela pegamos as coisas e saimos, o pai dela não esta, então foi tudo rápido.
Chegamos em casa, Pedro nos ajuda a levar as coisas da Mily pra dentro.
- Obrigada pela a ajuda. - Digo quando terminamos de pegar as coisas no carro.
- Não precisa agradecer, bom, você poderia reconsiderar o meu convite, apesar de nem me deixar faze-lo direito - Diz ele e sorrir pra mim.
- Sabia que por trás de toda gentileza, tinha algo - Digo revirando os olhos.
- Qual é Jullyana, só ia te chamar pra ir no cinema amanhã.
- Eu trabalho amanhã - Digo esperando que ele desista.
- Bem, podemos ir na sua folga, é só um cinema. - Ele diz.
- Como eu sei que não vai desistir, okay aceito seu convite.
- Então me avisa quando for sua folga.
- Okay. - Digo
Ele me passa o número dele, pra eu avisar quando for minha folga. Ele se despede e vai embora.
Vou pro pro quarto da Mily ajudar ela a arrumar as coisas.
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A Garota Solitária
Romance"Jullyana costumava ser uma garota sonhadora. Era gentil, doce e romântica. Seus pais morreram quando ela era criança, ela foi criada pela tia, até fazer seus 18 anos e mudar de Cidade. Depois que aconteceu algo no seu passado que a fez mudar totalm...
