Ana Paula:
Estou no posto conversando com a Fernanda como sempre até que ela toca no nome do indivíduo.
Fernanda: o Índio ele ta cada dia mais bonito né?
Falou e eu olhei para ela sem expressão alguma.
Ana: também acho.
Fernanda: mais sou muito mais um loirinho do asfalto, o meu loiro.
Falou piscando pra mim.
Fernanda: eu percebi Aninha.
Falou e eu olhei confusa para ela.
Ana: percebeu oque?
Fernanda: ta interessada por alguém, esse alguém tem nome, sobrenome, e um gato é ele não rouba só dinheiro roubou seu coração também em.
Falou me dando um tapinha e eu já sabia de quem ela falava.
Ana: estou confusa seria a palavra.
Falei piscando e saindo da sala procurando oque fazer.
◼◼◼
Já cheguei em casa agora vou leva a peste para sorveteria.
Ana: vambora?
Falei segurando a mão dela abrindo o portão.
Júlia: sim.
Falou e começamos a desce esse morro, que diabos ta um calor da misera em plena 18:00, chegamos ela já foi logo pedindo o tão tradicional sorvete de chocolate e o meu açaí, términos e ela fico na praça brincando e eu vir a Raisa de longe e acenei para ela.
Raisa: oii mulher.
Ana: oii.
Raisa: fico sabendo que umas gurias queria bater na mina da 15?
Perguntou pra mim né que sou muito informada.
Ana: quem diabos e essa?
Falei e segundos depois começou uma muvuca na praça é eu fui logo atrás da Júlia logo vir ela e puxei o braço dela que se assusto, duas mulheres rodearam uma adolescente que aparentemente tinha 15 anos e fisicamente a adolescente aparentava também esta grávida, uma morena magra desferiu um tapa no rosto da menina e vários outros.
Ana: ninguém vai fazer nada?
Raisa: ela só ta levando o dela, se ta apanhando e porque mereceu.
Falou e eu fiquei indignada.
Ana: fica com a Júlia já volto.
Falei e fui pro meio daquela multidão.
Ana: ta ficando louca?
Falei ficando no meio da garota e a outra lá me fuzilava com os olhos.
Morena: sai do meio o meu papo e com ela não contigo.
Ana: você não toca nem um dedo mais nela.
Falei firme.
Morena: não to vendo ninguém que vá me impedir.
Falou e eu desferir um tapa no rosto dela mais quando ela ia revida uma voz gostosa e grossa.
Índio: não se atreva encosta um dedo nela.
Falou para morena.
Índio: quem bateu nela?
Perguntou para mim mais a morena tomou a frente.
Morena: ela engravidou do meu homem, puta merece apanha que nem quem defende ela.
Falou e eu pulei no pescoço daquela jararaca de 2m.
Raisa: chega mini lutadora.
Falou e eu sai de cima da mulher.
Ana: porque mini lutadora?
Sussurrei para ela que riu.
Raisa: mini pelo seu tamanho.
Falou e Júlia riu que estava no seu colo.
Índio: você ta no erro, e você por se mete em briga de quem não deve.
Falou apontando para mim e adolescente que se assustou.
Morena: obrigada.
Índio: você só fala quando eu manda.
Falou para a morena e atirou pro alto e todo mundo que estava lá foi embora e a menina caiu no chão chorando.
Índio: eu não quero você envolvida em briga você pode ta no erro e se fude na minha mão.
Falou apontando o dedo na minha cara.
Ana: começa abaixando o dedo da minha cara e talvez eu siga o seu conselho.
Falei mandando beijo para ele.
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Por Nós.
Novela JuvenilSempre foi assim eu sempre tinha que ser por alguém nunca só por mim e hoje em dia eu só Por Nós. Por eles eu mato e morro e não importa oque ouve.
