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Karla:

Estava eu sendo trouxa mais uma vez.

Karla: Isso não devia ter acontecido.

Falei me levantando colocando a minha roupa.

Fábio: Porque não? Você gosta eu gosto.

Falou beijando o meu pescoço.

Karla: Saí, toda vez e assim você me xinga,me machuca. Mais e incrível é só você me chama que eu venho correndo.

Fábio: Eu já mandei você para com esses negócios Karla, você é só uma atração.

Falou me fazendo eu empurra ele de raiva.

Karla: Você trata tão bem todas, porque você e assim comigo?

Falei já chorando, passo a mão no rosto limpando minhas lagrimas.

Fábio: Vai pra casa Karla.

Karla: Você não sabe o quanto você me machuca.

Falei saindo da casa dele.

Respiro fundo antes de entra em casa.

Índio: Tava a onde?

Karla: Por aí.

Falei e ele murmurou algo que eu não entendi.

Entrei correndo no meu quarto me jogando na cama.

Trouxa? Nem um pouco, só faz 1 mês que eu conheci ele, ele já tem todo esse efeito sobre mim que ódio, que raiva de mim.

Eu vou para nunca mais eu falo com esse drogado.

Ana: Que foi peste?

Falou e eu levantei olhando para ela.

Karla: Quero colo.

Falei e ela veio me abraçando.

Ana: Quem e o galinha dessa vez?

Falou fazendo cafuné na minha cabeça.

Karla: Sabe o Fábio? O segurança que fica enfrente a porta e ele aquele gostoso, lindo,gato, vagabundo.

Falei entre choros e minha mãe riu.

Ana: To vendo que o caso e serio, oque ele fez?

Karla: Não e oque ele fez, sim oque eu faço comigo ele me maltrata, me machuca, e só ele ligar que eu vou correndo.

Ana: Filha para de banca a de emocionada, ele tem que aprende a te respeita se afasta desse rapaz.

Falou e eu assenti, fechando os meus olhos.

Nunca mais vou fala com ele eu prometo pra mim mesma.

Por Nós.Onde histórias criam vida. Descubra agora