Trinta e dois

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Alice

Eu tinha apagado literalmente, quando despertei sentir braços quentes e firmes ao meu redor e um corpo macio por baixo do meu alinhado de forma bem gostosa ao do corpo grande que me abraçava, nunca me sentir tão confortável. Meu corpo estava dolorido mas as lembranças que vieram em seguida do porque ele estava assim fez eu sorrir involuntariamente, eu tinha uma vida sexual bem ativa com Andrew, ele era um parceiro bom de cama, na verdade foi meu primeiro e único até agora. Mas com Peter foi algo que eu só tinha lido nos livros adultos que eu gostava de ler, a forma como ele me tocou, seus beijos e mordidas, toda aquela brutalidade meio selvagem, foi mil vezes melhor na vida real do que lendo uma ficção.

Minha bexiga reclamou por estar cheia, eu precisava esvazia-la, mas estava com 0 vontades de sair daquele conforto onde eu me encontrava. Levantei a cabeça apenas para ter a visão daquele homem lindo dormindo como se fosse uma escultura, observei o desenho da barba dele, e lembrei como ele passou ela sobre as minhas pernas, os lábios dele estavam meio abertos me deixando com vontade de toma-los para mim. Me mexi devagar com medo de acorda-lo e tirei seu braço cuidadosamente deixando ele ao lado do corpo, quando fui dá um impulso para sair da cama braços novamente me puxaram de volta onde eu estava.

-Tá querendo fugir de mim? - Ele diz com sua voz sexy.

-Estou precisando usar o banheiro. - Digo sentindo minha bexiga apertar mais.  -Preciso fazer xixi.

-Está bem. - Ele me solta, eu estava sem roupa nenhuma puxo o lençol para me cobrir, mas ele puxa para longe. -Tenho certeza que não vamos precisar de roupas pelo resto do dia.

-Safado! - Jogo um travesseiro nele que começa a rir.

-Você gosta, percebi isso com todos aqueles gemidos.

Só aquelas palavras me fizeram latejar lá embaixo ignorando o fato de eu ainda está dolorida, olhei para Peter e seu amiguinho enorme já estava duro, meu Deus esse homem seria minha perdição. Corri para o banheiro e fui direto urinar, sentir um leve ardor lá em baixo, parecia até que eu tinha perdido a virgindade novamente. Depois de me aliviar fui lavar as mãos e o rosto, quando me olhei no espelho percebi que estava toda descabelada, passei a escova de cabelos que eu guardava no banheiro para dá um jeitinho na bagunça que eu me encontrava, também escovei meus dentes, percebi uma mancha no meu pescoço aquilo era um chupão! Cristo amado! Procurei por mais alguns e encontrei um no meu seio esquerdo e outro no meu ombro, fiquei com vontade de rir, aquilo nunca tinha me acontecido antes.

Sair do banheiro enrolada no meu roupão e encontrei Peter me esperando na cama com as mãos apoiadas pra cima mostrando aquele peitoral bem desenhado, o lençol lhe cobria apenas o quadril, olhar para aquele homem enorme deitado ali fazia minha cama parecer minúscula.

-Pensei que eu tinha dito que não iria usar roupas. - Ele diz me vendo seguir em direção a cama.

-Bateu um pouco de frio.

-Vem aqui que eu esquento você.

Me deito ao lado dele que me puxa para junto de si e me pegando de surpresa começa a me beijar da mesma forma urgente que me beijou na chuva. Sentir uma de suas mãos abrindo o laço do meu roupão e logo em seguida ela foi logo para o meu seio ele brincou um pouco com meu mamilo e logo desceu mais a mão fazendo um percurso pela minha barriga até chegar ao meio das minhas pernas, eu já estava inchada e úmida.

-Você fica tão molhada. - Ele diz enquanto mordiscava minha orelha. - Essa bocetinha toda pronta pra mim. - Céus! Eu ficava ainda mais excitada quando ele falava coisas sujas para mim com aquela voz sexy. - Está vermelha, gosta quando eu falo essas coisas pra você. - Ele morde o lóbulo da minha orelha enquanto um dedo dele me penetrava arqueei mais meu quadril e rebolei um pouco sobre sua mão.

Um amor em MontanaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora