Sabe você não é muito boa em fingir que não me quer e teus lábios são labirintos que atraem os meus instintos mais sacanas. Imagina só nós dois hoje à noite, eu beijando o seu pescoço, mordendo a sua orelha, enquanto você me beija e sente meu corpo...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Nós estamos mesmo aqui. Nesse lugar cheio. Com esse homem a nossa frente, falando sem parar. Não consigo escuta-lo, estou muito nervosa, e ansiosa. Estou mesmo aqui? Estou mesmo fazendo isso?
- Não acredito que estamos fazendo isso. - sussurro.
- Karol, segure a minha mão, cale a boca e sorria. - Ruggero diz baixinho.
- Acho que estamos nos precipitando.
O padre me olha feio e eu abaixo a cabeça. Tarde demais para arrependimentos.
- Merda.
-Não diga palavrão na igreja
O padre me encara com horror e sussurro um pedido de desculpas. Ruggero aperta mais forte a minha mão.
- Nós não temos que fazer isso, Ruggero.
- Temos sim, eu gastei uma pequena fortuna nessa festa e agora você vai até o fim e vai dizer sim.
Fico calada, o coração aos pulos, nervosa. Ele acaricia minha mão com o polegar me tranquilizando.
- O que foi Karol? Você não me ama?
- As vezes.
Respondo e o padre pigarreia para que eu cale a boca enquanto Ruggero sorri alto e pede desculpas por interromper o padre.
- Isso já é o suficiente, Karol. Não tenha medo, eu a farei muito feliz.
-Tenho minhas dúvidas, você tende a ser estúpido.
- Sei que você não me permitirá ser estúpido.
Olho para Antonella, quietinha em seu cesto, e meu coração se enche de amor. Respiro fundo e resolvo ser corajosa.
- Eu castro você na primeira estupidez. - Ruggero n dá uma gargalhada de novo e o padre quase o fuzila com o olhar.
- Desculpe. - ele diz, assim que o padre volta a falar, ele sussurra - Não tenho dúvidas quanto a isso meu amor. Agora será que pode calar a boca e prestar atenção ao seu casamento?
- A palavra casamento me causa coceiras. - sussurro de volta.
- Mesmo? Em mim causa coisas diferentes.
Ele passa a minha mão levemente pela sua ereção e suspira.
- Ah Karol, me deixe ficar emocionado e não excitado perto de você ao mesmo uma vez.
Eu concordo e me calo e acho que o padre dá um suspiro dramático quando isso acontece. Agora estou excitada. Será que é pecado? Claro que é pecado, estou em uma igreja.
Mas Ruggero é meu marido. Quer dizer, está se tornando nesse momento. Meu Deus! Eu estou em uma igreja, só pode ser pecado. De repente quero que o padre pare de falar.