Oie :)
Votem e comentem 🤩
Boa leitura <3
(...)
– Você sempre foi meu – First afirmou sorrindo admirando a beleza do menor que ainda sorria bobo.
– Você se acha muito, Fifi – brincou acariciando os cabelos do maior que não conseguia esconder o quão perdido estava na beleza do outro.
– Eu menti? – questionou irônico sentindo os dedos do rapaz se envolverem em seus fios.
Khao fingiu pensar com um pequeno beicinho nos lábios arrancando uma risada baixa de Kanaphan que desejava apenas aperta-lo em seus braços.
– Mentiu – afirmou fazendo o outro entreabrir os lábios em descontentamento.
– Quando que eu menti? – perguntou incrédulo forçando uma feição entristecida.
– Agora – admitiu deixando o outro ainda mais confuso.
– Ué! E quando que você não foi meu? – indagou exalando curiosidade.
– Agora – repetiu fazendo First franzir o cenho enquanto buscava qualquer sentido no que o baixinho acabara de falar.
– Como assim agora!? Você acabou de dizer que você é meu e agora não é mais? – lembrou olhando no fundo dos olhos do menor que tentava conter uma risada.
– Sim – contou apertando os lábios achando hilaria a reação de Kanaphan.
– O que isso significa agora? – perguntou olhando-o sério.
– Que a partir de agora você vai ser meu e não o contrário – contou arqueando a sobrancelha aproximando o rosto do outro de si – Você se esqueceu que eu já fui seu semana passada? – questionou com a língua entre os dentes provocando o maior que mordeu leve os lábios quando finalmente entendeu o que seu namorado quis dizer.
– Você foi meu o que? – questionou fazendo-se de desentendido umedecendo os lábios.
Khao aproximou-se do ouvido do outro enquanto sua mão passeava pelo cabelo do mesmo puxando-o o suficiente para fazê-lo soltar uma respiração pesada.
– Eu fui sua puta – murmurou num sopro deixando uma mordida leve no lóbulo que fez Kanaphan arrepiar-se – E hoje você vai ser a minha – terminou envolvendo seus dedos com mais força pelos fios.
– Você não presta – First contou com um sorriso travesso nos lábios – Há 1 segundo você era a pessoa mais fofa do mundo e, agora, se tornou a mais pervertida – assumiu sentindo sua cabeça ser puxada com força para trás.
– E você não gosta quando eu sou assim? – Khao perguntou enquanto sua outra mão passeava pela pele macia do rosto de Kanaphan.
– O que você acha? – o maior indagou baixo trocando olhares intensos com o outro que umedecia os lábios.
– Eu acho que seus olhos estão implorando pra eu continuar – afirmou deixando um selar no pescoço exposto de seu namorado.
– Você me conhece tão bem – contou num sussurro – mas infelizmente não poderei cumprir esse papel agora – expôs num murmuro entristecido – Vovó ainda está acordada – lembrou aproximando-se do rosto do menor – e não quero que ela escute eu implorar para que você me foda – terminou roubando um beijo e afastando-se com um sorriso no rosto.
– Não tem problema, temos a madrugada toda pra isso – Khao contou puxando-o de novo para outro selar.
A verdade era que First não se preocupava realmente com sua avó escutar. Preocupava-se apenas com o bem estar de Khao.
Ele havia passado por uma situação péssima durante a tarde e Kanaphan teve medo de que o menor estivesse usando o sexo apenas como um pretexto para esquecer-se do ocorrido.
Não queria que as suas relações se tornassem algo como um "tapa buraco".
Ainda que não fosse estudado na área, sabia que isso poderia afeta-lo no futuro.
É claro, estava tentado à aceitar, sequer sabia se aguentaria negar diante de tantas provocações, mas, ainda assim tentaria relutar apenas para manter a saúde mental de seu namorado.
Pensou em até mesmo contar de seu receio, mas teve medo de que isso desencadesse outra crise de choro em seu amado.
– O que você acha de assistirmos alguma coisa com a vovó? – First ofereceu acariciando os cabelos bagunçados do baixinho.
Khao confirmou com um sorriso e um aceno de cabeça.
Levantaram-se juntos com as mãos entrelaçadas e foram até vovó que assistia seus programas culinários na televisão.
– Queridos! Sentem! – pediu ajeitando-se sobre o sofá ao vê-los adentrarem a sala.
A mulher não conseguiu conter o sorriso ao ver as mãos entrelaçadas e a aproximação absurda em que estavam.
Sentaram-se ao lado da senhora que os admirava com os olhos brilhantes.
– O que você tá assistindo vovó? – First questionou envolvendo seu braço pela cintura fina de Khaotung.
– Gente fazendo cupcakes – afirmou não conseguindo disfarçar o sorriso em seu rosto.
Estava orgulhosa de seu neto que agora tinha um namorado.
E não havia ninguém melhor para First se não Khao. Ela soube disso desde que viu o baixinho pela primeira vez.
Sabia que iriam acabar juntos. Sentia que haviam sido feitos um para o outro.
E, acima de tudo.
Haviam se conhecido para que pudessem retirar a solidão de suas vidas.
(...)
O casal juntou-se à Malee na maratona de reality shows de cozinha.
Khaotung realmente adorava assistir à esses programas. Graças à eles aprendeu a cozinhar e fazer sobremesas, que agora seriam feitas no intuito de agradar seu companheiro.
Já First realmente não se importava. Para ele era indiferente.
Estava acostumado à assistí-los por conta de sua avó, que os via todos os dias.
As poucas coisas que sabia fazer na cozinha aprendeu por conta deles. Achava até interessante, mas, culinária não era exatamente seu hobby preferido.
– A senhora gosta de cupcake? – Khao questionou à Malee que desviava seus olhos por todo o tempo para as carícias dos rapazes.
– Sim! Fifi também ama, não é? – indagou com um sorriso observando seu neto que afirmou acomodando o menor sobre seu braço.
– Hm.. Acho que terei que fazer para nós amanhã então – Khaotung ofereceu trocando olhares com seu namorado que sorria incentivando-o.
– Você irá fazer mesmo, Khaozinho? Que delícia! Viu Fifi! Eu falei que ele era um fofo – lembrou sorrindo voltando sua atenção para a televisão enquanto os outros dois viam-se perdidos em seus mundos.
(...)
– O que eu fiz? –
VOCÊ ESTÁ LENDO
Playing Games (FirstKhao)
Fiksyen PeminatA rivalidade e o tesão andam lado a lado. Provoca quem sabe, resiste quem consegue. Contém violência, drogas (lícitas e ilícitas), sexo explícito. Pode apresentar gatilhos durante o desenvolvimento.
