capítulo 9: bons sonhos

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Olá, pessoal.

Perdão pelo sumisso. Minha tia teve problemas de saúde e foi internada. Tive que dá uma força pra ela e minha mãe no hospital. Mas tudo correu bem e ela teve alta hoje. Desse modo, postarei constantemente a partir de agora (considerando que já tenho vários capítulos escritos e já estou em casa)

Boa Leitura!!


🤍

Louisa

Alan tinha se mostrado um garoto gentil.

Mesmo que parecesse bem reservado a princípio, ele não foi frio comigo em momento algum. Tinha me surpreendido de maneira positiva.

Enquanto olhava para ele naquele carro, eu sorri discretamente.

Ele era uma boa pessoa.

Era bonito e, sobretudo, tinha um bom coração.

E ele me protegeu aquela noite.

Se não fosse por ele, eu poderia ter levado a pior e me tornado a próxima vítima fatal daquele psicopata.

Mas como um verdadeiro herói, ele apareceu para me livrar das garras daquele homem.

Eu ainda relembrava como ele pareceu ameaçador enquanto espancava aquele monstro. Mas, surpreendentemente, eu não o temi.

Eu apenas fiquei surpresa com sua aparição repentina e atitudes seguintes.

Meu peito se aquecia de maneira suspeita sempre que eu recordava sua proteção.

Eu estava intrigada com o seu cuidado.

Mal nos conhecíamos, mas já parecia que nos falávamos há anos.

Isso era estranhamente bom.

E instantes depois adentramos a farmácia 24 h mais próxima.

Observei minha mão machucada.

A pequena lesão não tinha sido causada pelo aperto forte em meu pulso, mas quando aquele homem proferiu algumas ameaças e feriu meu pulso de maneira superficial com a ponta da faca, apenas para me coagir e amedrontar. Ocorreu um pouco depois do tapa violento que recebi e ele usou aquilo para me encorajar covardemente a tirar minhas roupas.

Mas graças a Deus, Alan deteve aquele homem e o impediu de fazer algo pior.

Após cumprimentarmos os atendentes, seguimos em direção ao corredor onde estavam as prateleiras.

Ali tinha de tudo. Não só itens médicos, mas também alguns doces, produtos para higiene e beleza.

Em uma das prateleiras, encontrei álcool, algodão, band-aid e pomada para dor e cicatrização.

No próprio corredor, Alan pegou um pouco do algodão, aplicou álcool e segurou minha mão.

Eu o encarei com surpresa.

— Aqui?

— Sim. Qual o problema? — sorriu e suspirei. Como ele podia ter um sorriso e rosto tão bonito? Minhas bochechas esquentaram e tentei disfarçar meu semblante de apreciação. — A iluminação daqui é melhor que a do carro. Relaxa. Serei breve. — disse, cuidando do meu ferimento.

Eu estava admirada enquanto Alan limpava o corte. Logo depois ele aplicou um pouco da pomada. Em silêncio, observei seu cuidado.

Eu sorri em agradecimento quando ele colocou o curativo no ferimento.

Beijos RoubadosOnde histórias criam vida. Descubra agora