13. Clarke

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Ok, isso não era totalmente verdade. Eu não aprendi aquele truquezinho vendo as porcarias de sempre na internet, que mostram mulheres sendo sufocadas por pênis gigantes. Ao procurar por “apadravya e sexo oral” no Google, encontrei uma série de vídeos instrutivos que eram tanto excitantes quanto úteis. Eu não queria arriscar quebrar um dente no piercing dela.

— Que tipo de filme pornô? — perguntou Lexa, com a voz grave, umedecendo os lábios.

— Então você quer saber, é?

Eu me sentei para o lado contrário da ereção que repousava na barriga de
Lexa. Ainda não tinha desinchado, o que era tentador demais. Meu orgasmo tinha sido inacreditavelmente intenso, porém eu ainda queria mais. Mais proximidade, mais contato, mais libertação. No entanto, eu não sabia se aguentaria. Ainda não, com o piercing cicatrizado apenas em parte e o tesão imenso entre nós. Então me levantei, me apoiando nas coxas dela.

— Aonde você pensa que vai? Você não pode dizer uma coisa dessas e virar as costas.

— Ah, eu acho que posso — provoquei.

Ela alisou a parte de trás das minhas coxas e passou as mãos por baixo da barra do meu short. Com um apertão de brincadeira, me puxou para mais perto. Lexa olhou para mim com um sorriso pretensioso e o queixo apoiado logo acima do meu quadril. Aquela posição lembrava bastante a do dia em que eu a seduzi pela primeira vez. Ela se esforçou muito para resistir.

Lexa deu um beijo molhado acima do cós do meu short. As semanas que se passaram desde a última vez em que eu havia sentido a boca dela em mim pareciam uma eternidade, mas eu já estava hipersensível depois de toda a esfregação por cima da roupa. Uma atenção extra abaixo da cintura poderia retardar a cicatrização, e isso já era demais. Ela abaixou a cabeça e a ponta de seu nariz roçou o começo da minha pélvis.

— Eu posso ser persuadida a dar algum uso à minha boca se você me contar um pouquinho sobre o seu hábito de ver pornô.

O short e a calcinha eram as únicas coisas que a impediam de fazer aquilo. Ela ainda estava bem dura. Não demoraria muito para que ficássemos as duas peladas e rolando no sofá ou no chão. Enrolei uma mecha do cabelo dela no dedo.

— É uma oferta bastante generosa, mas eu prometi fazer compras de Natal com as meninas ainda agora de manhã. E, se você começar com essa boquinha aí, vou me atrasar com certeza.

— Você fez compras há dois dias. Por que precisa ir de novo?

— Ainda preciso comprar algumas coisas.

Eu tinha comprado a maioria dos presentes, mas ainda não havia encontrado nada muito legal para Lexa. Tinha uma ideia viável, mas precisava da ajuda de Harper para executá-la.

— Que tipo de coisas?

— Coisas ultrassecretas.

— A que horas você vai encontrar as meninas? — perguntou Lexa, descendo as mãos ainda mais sob o meu short, acariciando minha pele.

Tive que limpar a garganta antes de responder:

— Onze.

Ela olhou para o relógio da cozinha.

— Acabou de dar oito horas. Tenho tempo mais do que suficiente para te dar prazer antes de você ir.

— Pode até ser. Mas você acha que vai parar por aí se colocar essa língua
talentosa em mim? Depois que a gente começar, não vai ter como parar, e eu não quero ser interrompida por falta de tempo.

Se Lexa me chupasse e descobrisse o que eu estava escondendo, eu tinha cem por cento de certeza de que aquela ereção magnífica dela ia voltar. Sensível ou não, eu não teria como recusar.

Marcadas para sempre Histórias para pegar e não largar. Descubra agora