Isabela, afilhada de Katherine, pede a ajuda a sua madrinha ao sua vida desabar com a notícia de estar grávida. Ela que tinha um sonho de ser artista, viu sua vida tornar-se ainda mais complexa ao estar grávida enquanto se via envolvida em um dilema...
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Eu entro na sala de jantar e sento me no único lugar vazio, já que todos estavam em seus lugares.
-Desculpa o atraso.-Eu digo.
-Não tem problema querida.-Diz a minha madrinha
-Se fosse um de nós era logo um ralhete.-Escuto alguém susurrar.
Eu abaixo a cabeça e começo a comer como os outros. Começei a sentir um aperto no estômago, lutando contra as náuseas enquanto tento saborear a refeição. Os meus olhos cansados refletem a mistura de emoções que me acompanham neste momento delicado. Fui incapaz de conter a sensação avassaladora de enjoo, e corri para a casa de banho mais próxima. Inclinei me rapidamente sobre o vaso sanitário, entregando me a um vômito suave, enquanto o sabor da comida da janta se torna uma lembrança amarga. Os meus olhos revelam alívio misturado com cansaço, evidenciando os desafios dessa fase da gravidez.
(Narradora narrando)
Os walters ao verem ela ir embora, olham uns para outros confusos e até alguns preocupados. A Katherine ao ver o que se passava correu para ajudá-la. A madrinha da menina grávida, ao perceber os sinais de desconforto, aproxima-se dela com compreensão. Com carinho, segura seu cabelo enquanto ela vomita, oferecendo apoio silencioso. Os olhos da madrinha refletem preocupação e solidariedade, transmitindo uma conexão especial nesse momento desafiador. A Isa, entre vômitos, não consegue conter as lágrimas que escorrem por seu rosto. O choro mistura-se com a sensação de enjoo, revelando a carga emocional que acompanha esse desafio físico. A madrinha, ao lado, oferece um abraço solidário, compreendendo a complexidade desse momento delicado.
(Isa narrando)
-Madrinha eu amo muito este bebé, podes acreditar. Mas é tudo tão difícil.
Eu digo entre os soluços do choro, expresso que as minhas lágrimas não são apenas de desconforto físico, mas também de amor profundo pelo meu bebê. Eu compartilho, com palavras entrecortadas, a dificuldade emocional que acompanha a jornada da maternidade, enquanto a madrinha continua oferecendo apoio empático durante esse momento desafiador. A kath ia dizer alguma coisa mas a porta foi aberta.
(Nathan narrando)
Como eu já simpatizava com ela e fiquei preocupado, fui atrás da minha mãe até a casa de banho para ver se precisavam de ajuda, mas fiquei atrás da porta para dar privacidade até que pela conversa percebi que a Isa estava grávida. Decidi abrir a porta e vi elas olharem para mim. Os meus olhos revelam compreensão e talvez surpresa, percebendo a realidade da gravidez. No entanto, eu mantive uma postura respeitosa, dando espaço à privacidade dela durante esse momento íntimo.
-Estás grávida?-eu pergunto.
A Isa, ao perceber que eu as segui até a casa de banho, manifesta uma mistura de surpresa e constrangimento. Seus olhos encontram os meus, revelando uma vulnerabilidade momentânea diante da descoberta. Ela lida com a situação com um suspiro e tenta manter a compostura enquanto enfrenta os desafios físicos e emocionais desse momento.
-Eu estou, mas peço te que isto fique entre nós, só tu, a kath e o George que sabem. E eu ainda não estou preparada para outras pessoas saberem.
-É uma escolha tua, então obviamente não vou dizer nada se não tu não quiseres.-Eu digo sendo sincero.
(Isabela narrando)
Ao perceber que o ele não tem a intenção de revelar sua condição aos outros, mostro um lampejo de alívio em meus olhos. Agradeci com um sorriso tímido, reconhecendo a discrição e o respeito dels por sua privacidade nesse momento sensível da gravidez.
-Vamos voltar antes que o George começe a ficar preocupado.-A minha madrinha disse.
Eu assenti e ela ajudou me a levantar já que estava sentada no chão da casa de banho. Voltamos para a mesa e pedi desculpa por ter saído, mas como não quis comer mais, a a Kath me deixou sair. Fui para o meu quarto e troquei para uma roupa mais confortável para dormir.
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Pus só esta camisola, já que estava um pouco de calor. Deitei com dores nas costas e adormeci com o cansaço.
(Lee narrando)
Eu e o meu irmão, saímos da mesa e fomos em direção ao nosso quarto. Enquanto passávamos pelos quartos, pude perceber que o Isaac queria entrar no quarto da Isa mas acho que como ele viu a luz apagada desistiu. Entramos no nosso quarto e pusemos os nosso pijamas. Ligamos a nossa consola de jogos e começamos a conversar enquanto jogamos.
-Aquilo no jantar foi estranho. -Eu digo.
-Também achei, mas provavelmente a comida não lhe caiu bem.
Eu só concordei, e estava a ganhar coragem para lhe perguntar o que realmente cria. O meu irmão vendo que estava inquieto perguntou me o que foi.
-Eu reparei como tu olhaste para Isa logo quando ela chegou.
Ele olha para mim com uma cara de confuso e para o jogo. Olhei para ele e compartilhamos um momento de cumplicidade, percebendo que ambos estavam a criar sentimentos pela mesma pessoa. Entre risos nervosos e trocas de olhares, esta situação cria uma tensão leve, mas nos tentámos abordar a situação com respeito mútuo, mesmo que a competição afetiva esteja presente na dinâmica entre nós.
-Nós estamos lixados, estamos a criar sentimentos pela mesma pessoa. E agora?-Eu pergunto
-É ver no que vai dar.
Ele diz e fomos dormir porque amanhã há escola.
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Oii fofos, aqui vai outro capítulo, estou a tentar postar mais esta mas ficar no mesmo nível que a Lover, o bom é que já tenho muitos capítulos escritos. Espero que gostem e não se esqueçam de votar e comentar. Desculpem os erros e beijinhos.