Hinata
Assim que chego em casa com o Neji, o levo pro quarto e ele chora e me abraça, ele esteve a ponto de morrer hoje, ele teve a sorte que aqueles outros garotos não tiveram.
— Me perdoa irmã! Agora você estar na mira do Kurama pra sempre. - diz e me abraça.
— Tudo bem Neji, até que foi pouco o que ele pediu, o que eu não podia era ficar sozinha no mundo, eu tinha que te proteger meu irmão. - disse o acalmando. — Eu vou transar com ele e depois seguiremos nossas vidas normais.
— Tu acha que o Kurama vai aceitar só uma foda com você? Irmã ele vai ficar doido, por isso que eu sempre disse pra você passar longe dos chefões daqui, eles não sabem tratar mulher não. - disse incorformado. — Eu te joguei na boca do lobo, me perdoa irmã.
— Já chega desse papo, eu vou fazer o que tem que ser feito, e pronto, agora descansa, que eu também preciso fazer isso. - eu digo e dou um beijo em seu rosto, me retiro e vou pro meu quarto.
Fico pensando naqueles olhos azuis me encarando de cima a baixo, naqueles lábios grossos sorrindo enquanto ele me devorava com o olhar, só de pensar nisso um arrepio inteiro invade o meu corpo, apesar de ser um monstro sem coração, o Kurama é um cara muito bonito, por isso ele tem a fama de maior comedor da favela.
Adormeço pensando que em breve eu vou estar nessa lista de comidas dele.
(...)
No outro dia levanto cedo, é sábado mas eu tenho muita coisa pra fazer, limpo a casa, vou na mercearia comprar umas coisas pra fazer almoço, o Neji continua dormindo, e eu suspiro aliviada, só em ver que ele está ali, ainda não esqueci o fato de que hoje eu poderia estar acordando órfã de irmão também, por isso eu vou ficar com o Kurama sem reclamar. Almoço pensando nisso e vou dormir.
(...)
Acordo no meio da tarde, não sei dizer direito que horas são, mas percebo que o Neji almoçou e não está em casa, faço uma prece pedindo pra que ele não apronte nada na rua, vou no banheiro e tomo um banho, escovo os dentes, depois penso em fazer minhas atividades da escola e lembro que esqueci meus cadernos na escola, suspiro me tocando que não tem o que fazer, na segunda eu pego os livros e caderno, com certeza o Toneri guardou com ele.
Escuto batidas na porta e vou atender, o Uchiha tá meio sem graça na porta da minha casa.
— Oi Uchiha! A Sakura não tá aqui. - aviso pra ele logo vazar.
— Não foi isso que eu vim fazer aqui não Hina, o chefe tá te chamando. - ele diz e eu logo entendo.
Decidida eu tranco a porta, monto na garupa dele e sigo com ele pra pagar a minha dívida.
— Tudo bem, é melhor eu ir pagar logo essa dívida!
— Aí Hina, né por nada não mas teu irmão deve mais de trinta mil pro feche, só uma sentada não vai pagar isso não, no mínimo tu vai secar as canelas de caminhar pro barraco dele. - ele diz dando de ombros. — E do jeito que eu vi o Kurama tá animado por você, certeza que ele não te liberar tão cedo.
Meu sangue gela na mesma hora, o Neji tá devendo uma fortuna, uma tarde de sexo não paga isso não, esse homem vai me querer escrava dele a vida toda.
O Uchiha me deixa em uma casa e logo vai embora cantando pneu, em pouco tempo o Kurama aparece e meu coração começa a palpitar de nervoso, eu nunca fiz nada disso, e não queria que fosse dessa maneira a minha primeira vez, mas eu não tenho escolha.
Subo com ele as escadas e permito que ele faça comigo o que quiser, até o momento em que ele se coloca dentro de mim e eu sinto uma dor muito forte e viro a cabeça pro lado tentando controlar as lágrimas. Muitas amigas minhas já disseram que realmente doi muito a primeira vez, então eu já estava preparada pra isso.
O Kurama pergunta se eu sou virgem e eu confirmo que sim, ele fica pasmo me olhando por um tempo, passa a mão na cabeça como se não soubesse o que fazer, mas depois seu sorriso safado novamente volta pra os lábios, e seu olhar faminto novamente me invade.
— Relaxa que o pai vai fazer o serviço direito novinha. - ele diz e novamente se aproxima de mim.
Começa a chupar o meu pescoço, e me abraça com vontade, passeando com as mãos pelo meu corpo e me apalpando sem parar, um arrepio começa a passar pelo meu corpo por causa dos seus toques e da maneira que ele está mordiscando e lambendo o lóbulo da minha orelha, depois vai descendo as chupadas pelo colo até chegar nos seios, começa a chupar meus mamilos, e eu sinto uma palpitação diferente na minha intimidade, fecho os olhos e dou um longo suspiro.
Ele vai descendo os beijos, passa pela minha barriga, chega até minha virilha e abre com delicadeza minhas pernas, começa a lamber e chupar minha intimidade.
— Aaanh! Minha nossa! - eu começo a gemer por causa do prazer que tô sentindo. — Como algo assim é possível?
— Tá gostando novinha? Eu vou fazer gozar sua delicinha. - ele diz e volta a atacar minha intimidade. — Que bucetinha mais deliciosa que você tem.
Ele passei a língua por toda as minhas cavidades, e depois concentra em um só lugar, que eu reconheço como o que dá mais prazer, logo não me controlo e começo a me remexer, ele aumenta a velocidade e eu sinto um choque elétrico percorrer todo o meu corpo, um prazer enorme e espasmos tomam conta de mim.
— Que delícia! Caralho! - ele diz e eu abro os olhos e o encaro, seu olhar azul parece me queimar por dentro, de repente meu coração começa a palpitar, e eu nem sei explicar o porquê.
Ele coloca uma camisinha e se aproxima de mim, encaixando seu membro na minha entrada.
— Vou meter devagar e com carinho, pode doer no começo mas depois eu te compenso. - ele diz preocupado e começa a meter, realmente eu ainda sinto um pouco de incômodo, mas bem menos do que no começo. — Ah que apertada do caralho. - diz com os olhos apertados e mordendo os lábios.
Ele não se mexe durante um tempo e eu percebo que ele está tentando ao máximo se controlar, até que aos poucos vai se mexendo devagar e olhando o tempo todo pro meu rosto procurando a minha reação, dou risada pra ele para o tranquilizar, e ele parece ficar perdido olhando pro meu rosto, como se estivesse confuso, e depois enterra o rosto no meu pescoço e começa a se mover com vontade.
A sensação de desejo começa a me invadir, e novamente eu começo a gemer, são involuntários, eu sinto tanto prazer que começo a gemer sem nem pensar, isso é fantástico.
— Geme pro pai, delícia. - ele pede sussurrando na minha orelha, e eu fico toda arrepiada, Kurama me abraça forte, e eu me sinto totalmente preenchida, ele passeia as mãos em mim, me acariciando, e acelera suas estocadas.
— Aaanh! Tá vindo de novo, aaaannnn! - começo a gemer descontroladamente e começa a meter ainda mais rápido e mais forte e eu não aguento e me desmancho toda novamente.
— Isso novinha! Goza bem gostoso no meu pau. - ele diz e eu sinto ele se derramando em mim também.
Por um longo momento eu fico com os olhos fechado, tentando regular minha respiração, e entender tudo o que acabou de acontecer.
Foi muito bom!
— Se veste e cai fora daqui! Tu não me deve mais nada não garota. - ele diz frio e acende um cigarro e vai pra sacada da casa fumar. — Tá surda garota? Vaza daqui e não cruza mais no meu caminho, vai viver a tua vida.
Ele vira as costas pra mim e eu me visto apressada e vou embora.
No caminho até a minha casa, é impossível não deixar as lágrimas rolarem, foi tão bom que por um momento eu esqueci que o cara com quem eu transei não tinha coração, eu fui usada e descartada como ele faz com qualquer puta, isso me magoa, mas eu sigo pensando. Foi melhor assim, ele não me fez de escrava e nem ficou doido como o Neji e o Uchiha disseram, menos mal, a dívida tá paga e eu o Neji estamos livres.
(...)
Kurama
Não é peso na consciência nem nada, mas porra, eu sou o Kurama caralho! Eu sou o dono do Morro, eu tenho todas as bucetas da favela ao meu dispor, e quando aquela garota apareceu pedindo pra soltar o irmão, eu fiquei impressionado e já conheci que a mina não era puta, pois se fosse eu já tinha tido o conhecimento disso ha muito tempo com certeza, então eu fiquei doidão e ofereci uma proposta que a mesma já foi logo aceitando o que me deixou bem animado.
E aí quando ela brotou lá no meu barraco toda linda e maravilhosa, eu não pensei nem duas vezes, o pai foi com tudo pra cima dela, e só depois me toquei que a mina era virgem, e me assustei, na hora até dei uma de fiote, fiquei meio bobo, sem saber o que fazer, pensei em mandar ela embora, mas já tinha rompido o selinho, então decidi terminar o serviço, sei que sou um monstro da pior espécie, mas eu sei dar prazer pra uma mulher, e queria que a mina se sentisse bem na primeira vez dela.
E eu confesso que eu amei demais, provar todo aquele corpinho gostoso com a minha boca, tendo certeza que a mina era virgem, eu não tive nojo, chupei ela todinha com muita vontade, aquela bucetinha pequenininha, toda rosinha, me deixou salivando, adorei sentir ela gozando bem gostoso na minha boca. Foi uma coisa de louco, quando olhei nos olhos azuis dela, senti uma parada diferente, parecia que a mina queria me invadir com aquele olhar profundo dela. Me assustei porra!
Mandei ela vazar, avisei que a dívida tava paga, e disse pra ela sumir da minha presença, quero esses b.o pra mim não, se eu virar um fiote por causa de buceta vou perder minha moral aqui no morro, puxei um beck na sacada do meu barraco, enquanto observava ela ir embora, uma mina dessa não é pra mim não, tá na cara que ela é o mó santinha, nunca que ia querer nada com um bandido que nem eu, melhor me afastar dela agora no início, do que arrastar ela pra essa vida loka, no qual ela não teria futuro nenhum, vai na paz novinha. Foi melhor assim.
(...)
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Em dívida - Naruhina
Fiksi PenggemarNaruto é o dono do morro mais perigoso do Rio de Janeiro
