Naruto
Eu tive que deixar a minha princesa com as amigas dela e os vapor que tão fazendo a contenção lá no postinho desde o dia do acidente, para fazer o meu acerto de contas, por isso que o Shika é um dos meus homens de guerra mais querido, o cuzao não falha, eu mandei ele me trazer o de bota e ele realmente me trouxe.
Ele me trouxe o cara que tentou matar a minha mulher.
Ele é um de farda, e se chama sargento Maurício, ele era casado com a x9 cuzona que já trabalhou pra mim, e que teve a sorte de morrer pela mão de outra pessoa, pois se tivesse sido pela minha, não seria apenas tiro em frente à escola, pois eu realmente confesso se eu tivesse topado com ela eu realmente a teria matado, mas não seria tão simples, eu teria feito com ela tudo o que eu vou fazer agora com o marido dela, esse cuzão do sargento Maurício, esse de farda do caralho, não perde por esperar, não sei porque ele acha que eu matei a mulher dele, ele achou que eu não ia atrás dele pois eu não posso sair do morro, mas ele não sabe que a tropa do kurama, vai para onde eu quiser, os meus homens vai até o inferno na boca do capeta se eu pedi, e aí eu coloquei o Shika na cola desse filho da puta, pois o cuzão sempre passa despercebido quando se arruma, o muleque fica parecendo com os aqueles playboy da zona sul, e aí ele virou meu infiltrado por lá, ele correu perigo no meio dos de farda, mas depois vai receber uma bela recompensa por isso.
Esse dias eu estava muito ocupado lá no postinho com a Hina, nessas ultimas semanas, eu deixei o meu morro na mão dos meus crias de confiança, o Sasuke foi o frente por esse tempo todo que eu fiquei aqui esperando a minha mina acordar, e enquanto isso o Shika ficou esse tempo toda atrás dele, o Shika é foda, ele achou filho da puta e trouxe ele aqui para mim.
E agora eu estou aqui chegando na minha colônia de férias, e com o mó sorrisão no rosto, pois eu vou colocar esse porra para sofrer, pois o mesmo atentou contra a vida da minha mulher e dos meus filhos, e isso não vai fica assim não, eu vou mostrar para ele o que acontece quando se mexe com a minha família.
Eu acabei de chegar na minha colônia de férias e o cuzao já está lá sentando fazendo cara feia pra os meus soldados, ainda mantendo a postura no qual eu irei já acabar.
— Seja bem-vindo a colônia de férias do Kurama, onde o único que ser diverte sou eu. - eu disse e os vapor caiu na gargalhada.
Eu vou até a minha mesa que está com os equipamentos de tortura, eu pego o alicate, e vou até o fardado do caralho e arranco uma dedo dele.
E Só para aquecer, o mesmo começa a gritar, e eu começo a rir junto com os meus Vapores.
— Tá gritando princesa? Por que? Se gente nem mal começou as brincadeira aí que nois vai fazer, ainda tem muito mais coisas guardadas para você, isso e só o começo, eu vou te mostrar o que acontece quando SE MEXE COM A MINHA FAMÍLIA PORRA. - gritei zangado e os vapor tudo se calaram, e o de farda olhou com medo pra mim, pois ele agora já sentiu a pressão, e se ele sabia tanto assim sobre a minha vida, então também sabe de tudo o que eu sou capaz.
Eu vou até a minha mesa onde tem um cabo de vassoura, eu pego o capô e viro para os meus Vapores e entrego pra um deles, e o mesmo diz sério pra os outros, pois ele já sabe o que tem que fazer.
— Não, não não. - o cara começa a pedir desesperado e eu começo a dar risada.
— CALA A PORRA DA BOCA SEU CORNO DO CARALHO! - falei e os vapor riram comigo, enquanto o cara gritava lá, por mim ela vai sofrer o dobro, pelo o que ele me fazer passar por ter batido no carro da minha mulher, e fazer eu quase perdesse ela.
— Beleza, agora senta ele na cadeira. - eu digo e os cara obedece. — Gostou do Love aí princesa? - falei e os cara riram, por isso eles botaram o nome disso aqui de colônia de férias, pois os cara ri e diverte demais quando nois tá atividade por aqui.
— Eu... eu vou acabar com o você quando eu sair daqui. - o de farda diz com a boca cheia de sangue.
— Eu acho que isso nao vai acontecer. - eu digo e começo a dar uns soco na cara dele, mas eu bato nesse caralho mesmo é com vontade, eu deixo a cara do filha do filha da puta toda desfigurada, e depois eu vou até a mesa e pego uma arma de choque, já começo a dar choque nele e o mesmo começa a se tremer todinho, eu acho graça disso tudo, pois o vagabundo está sofrendo, estou mostrando para ele, que o mesmo mexeu com as pessoa errada, eu paro de dar choque quando o mesmo apaga. Vou até a geladeira e pego uma jarra de água fria e taco de uma vez na cara dele.
— Anda, acorda seu porra. - falo pra esse molenga e já volto na minha mesa. Pego a "Hina" e acerto na mão dele a arrancando fora, o desgraçado acorda gritando, eu começo a gargalhar da cara dele, o cara começa a vomitar.
— Aaah! Olha o que esse porra fez, tu tá sujando o chão caralho. - digo e os cara começa a rir, ele vai ter que comer tudo que ele colocou para fora, essa desgraça acha que pode colocar para fora, eu vou com uma colher, pegou o que ele colocou para fora, e seguro o rosto dele e apertou a bochecha dele, fazendo com que o desgraçado abra a boca, eu coloco a vômito de volta para a boca dele.
— É isso caralho, come tudinho.
Eu falo rindo, eu vou colocar o vômito de volta na boca dele, cada vez mais eu coloco para dentro, ele coloca para fora, mas eu não paro de colocar tudo para dentro, até que ele engole tudo.
— E aí gostou da comida desgraça? - eu pergunto e Ele não responde só fazer ânsia de vomito, eu começo a dar soco no estômago dele fazendo o desgraçado vomitar, eu dou um soco na boca dele, fazer ele cuspir sangue, eu ainda acho pouco o que eu fiz com ele, o mesmo me faz passar pelo pior momento da minha vida, de tudo o que já fizeram nessa minha vida desgraçada, nada, nada mesmo nessa porra, não chega nem perto do que esse cara aqui fez, eu comi o pão que o diabo amassou por causa de uma mulher que eu nem matei, ah mais não vai ficar assim, eu vou acabar com a vida dele.
— Ow desgraçado a brincadeira não acabou, ainda tem mais, eu vou acaba com a sua vida.
— Eu.. eu vou matar a sua mulher e seu filho, vou fazer com você o que você fez comigo. - lê diz e ali eu já me encho de ódio novamente, Eu dou uma sequência de soco e chute nele, que fica ali largado cuspindo os dentes e o sangue.
— Seu cuzão desgraçado, eu não fiz nada com a sua mulher, mesmo que a desgraça virou as costas para mim, eu não fiz por que não tive a oportunidade, eu matava mesmo aquela cuzona. - eu digo zangado, Eu continuo dando soco e chute nele, estou fazendo ele pagar por tudo, eu pego o meu machado e acerto a perna dele, com tanta força, que eu arranco ela fora de uma vez só, fazendo assim uma chuva de sangue, o vagabundo ainda está consciente.
— Eu quero ver agora você fazer alguma coisa com a minha mulher e os meus filhos.
Eu pego um cabo de aço com arame farpado e começo a bater nele, o arame começa a furar ele todinho, deixo ele todo furado igual uma peneira, ainda deixou ele vivo pois quero ele vivo para o meu elemento final.
Eu pego a arma de choque e dou um tiro com arma de choque, fazendo o mesmo desmaiar, eu fico puto e dou um soco nele, fazendo o mesmo acorda.
— Ouw seu cuzão do caralho, eu já te falei pra não dormir.
— Chefe eu tenho uma coisa para te falar que eu descobri, enquanto eu estava infiltrado lá nos fardados. - O Shika começa a falar, o mesmo estava infiltrado, para descobrir onde estava o Maurício.
— Fala aí mano. - eu dou o consentimento.
— Lá eu também descobri quem foi o cuzao que matou a mulher desse desgraçado, foi um polícia, um tal de Nagato, esse cara aí é doído, pois não tinha como ter sido o senhor, pois o senhor não tenha como sair daqui do morro, mataram a mulher debaixo do nariz dele, pois esse Nagato é chegado desse caralho aí. - assim que o Shika passa as informação, o zé levanta a cabeça sem entender nada, denunciando que ele conhece esse cara.
— Ué como assim o Nagato, ele era policial também, mas porque ele fez isso, com quem ele está fechado, como ele pode te feito isso comigo. - ele diz indignado.
— Tu devia ter analisado as porra melhor, ouw seu filha da puta mal parido, o seu amigo que matou a puta da sua mulher, ela bem que devia tá dando pra ele, aquilo ali era puta, eu passei meu pau nela um monte de vez, pois ela vivia insistindo pra me dar a buceta. - eu digo e vejo o ódio nos olhos dele, os vapor tudo se acaba de rir. — Os cara te passando pra trás,e você vem e tenta matar a minha mulher seu porra, eu ainda não acabei com você não.
— Ele matou a minha mulher e fez com que eu achasse que tu que fez isso, ele ficava apertando a minha mente, falando de você, lembrando que tu ameaçava ela. - o cara diz já nas últimas.
— E dai? Não quero saber de explicação nenhuma não, pois é tarde demais, você tentou contra a vida da minha mulher e dos meus filhos, e isso eu não perdôo, eu quase perdi os meus filhos e a minha mulher não vou perdoar não, agora eu vou fazer um bem para tu, você vai mais cedo pra casa do capeta, vai ficar perto daquela vagabunda, vou mandar você para ficar junto com ela, na real eu sou um cupido.
Os meus Vapores nessas horas, começa a rir do que eu falei, nem eu me aguento e começo a rir também, eu saio ali da salinha e vou até um canto lá fora, onde fica a casinha de cachorro, e lá onde está o novo bebê do papai.
Eu pego o Noturno, o lobo gigante, todo preto, com os dentão tudo afiado, ele custou uma nota, mas valeu a pena, em pouco tempo o filhote cresceu e virou uma arma de guerra, e o melhor de tudo é que ele só responde a mim, eu pego ele e o levo para a salinha e me viro pra os vapor e digo:
— Aí seu porra, vocês aí saem daqui, agora brincadeira e com o meu lobinho de quase dois metros aqui.
Eles saem da sala rindo da situação e só fica eu e o vagabundo e também o Noturno.
— Tu manda um recado aqui pra tua vagabunda, fala para ela que eu não tiver o prazer mata ela, mais tiver o prazer de te matar.
Eu largo o lobo lá dentro, eu saio de lá e deixo o meu lobinho ser alimentado, eu só escuto o filho da puta, gritando, e eu saí rindo. Depois que o lobo acabou com o lanche rápido, pois o cuzão era magro, eu tiro ele e o levo de volta pra casinha dele, e depois me viro pra os vapor.
— Ai, a brincadeira acabou, ces limpa tudo aí e joga os ossos que sobrou no ácido.
— Pode pá chefe. - ainda escuto eles falar.
Eu saio dali e vou direto para casa, tomo um banho, troco de roupa, e volto para o postinho, para ficar com a minha mulher e os meus filhotes.
(Não peguei muito pesado não né ) kkkk
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Em dívida - Naruhina
FanfictionNaruto é o dono do morro mais perigoso do Rio de Janeiro
