Dezenove

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Hinata
Acordei com uma vontade danada de abraçar o Naruto, porém quando me virei para o lado dele na cama, percebi que o mesmo já não se encontrava ali, então resolvi ir no banheiro e fazer minhas higienes, desci as escadas e passei a visão na casa toda e observei que ele não estava em nenhum lugar da casa, então eu fui até a cozinha e preparei o jantar, depois olhei no relógio e percebi que já passava das sete da noite e nada do Naruto aparecer, em pleno domingo, ele não deveria estar na boca, mas sim no puteiro, mas se ele pensa que vai me manter em casa enquanto senta as putas no colo e me faz de corna pra comunidade toda ver, está muito enganado, pois uma coisa é estarmos apenas fingindo estarmos juntos, e outra completamente diferente é a gente assumir nossos sentimentos.
Pensando nisso, eu pego o meu celular e mando mensagem pra Sakura.

"Amiga, onde é o fluxo na favela hoje? Tu acredita que o Kurama saiu na pianinha e me deixou sozinha dormindo!"

Enviei e fiquei esperando ela responder, porém, quando eu li sua mensagem, eu quase tive um treco.

"Amiga dessa vez o Kurama está de inocente, Sasuke saiu para uma reunião mó sinistra aí com todos os vapor, parece que pra evitar uma guerra na favela, o Kurama irá se entregar pra o CV."

Assim que eu li isso não tive mais forças pra nada, apenas deixei o celular cair das minhas mãos e desabei chorando, uma dor cortante estava atravessando a minha alma, era como se em um instante eu tivesse tudo e uma fração de segundos eu não tivesse mais nada.
Depois de tudo o que eu tinha lutado e sofrido por ele, depois de tudo o que vivemos para por fim realmente assumir o nosso amor, isso acontece. Eu não vou conseguir, não vai dar pra mim, viver em um mundo sem o Naruto, pois ele me resgatou da escuridão, me estendeu a mão e mesmo do jeito durão que ele tem, o mesmo me deu todo o amor e carinho que eu estava precisando no momento.
Eu já sofri muita coisa nessa vida, a perda da minha mãe, as loucuras do Neji, humilhações, fome e tudo isso nunca me fez sentir vontade de desistir, mas se eu perder o Naruto, vai ser o meu fim, a vida não fará mais nenhum sentido para mim.
Nem sei por quanto tempo fiquei nessa vibe, até o momento em que a minha amiga entra na sala e me acolhe, e eu deito no colo dela e fico chorando.
— Amiga , por que o Naruto fez isso comigo? Por que ele me deixou sozinha no mundo assim? Essa vida que os nossos homens leva é muito triste amiga, eu preferia mil vezes ele pobre e aqui colado na minha, do que montado na grana e do nada brotar morto na favela. - eu disse chorando e minha amiga tentou me confortar.
— Amiga eu também penso isso, aliás, acho que todas nós pensamos, eu vivo com o coração na mão sempre quando o Sasuke sai de casa, e sinto um alívio enorme quando retorna pra mim, porém, deixa eu consertar as coisas aqui amiga. Parece que os vapor não aceitaram que o Kurama se entregasse sozinho, então ele continua aqui na favela, em breve ele deve brotar por aqui, acabei de ligar para o Sasuke quando estava entrando aqui e o mesmo me falou.
Nesse momento eu sinto um alívio enorme, uma vontade louca de abraçar o meu Naruto, mas uma outra ideia também surge na minha mente.
— Amiga, eu tô muito retada com o Naruto! Onde já se viu, ir direto pra morte assim depois que me jura amor eterno.
— Amiga ele deve ter seus motivos, mas confesso que ele vacilou contigo, sair assim sem avisar, sem nem se despedir, eu não sei se perdoava o Sasuke se por acaso ele fizesse isso comigo não.
— Pode deixar amiga! Que o Naruto fez a escolha dele, ele escolheu a boca ao invés do nosso amor, então é isso o que ele terá.
(....)
Naruto
Assim que o bocão do Sasuke falou aquilo, eu voltei vuado pra casa, pois tinha que me explicar com a Hinata, e assim que entrei na sala já me deparei com duas malas no pé da escada e só de olhar pra isso meu corpo todo gelou, e aí a Hinata veio descendo as escadas toda linda de calça e tênis, blusinha mostrando a barriguinha.
— Vai viajar amor? - foi a única coisa que saiu da minha boca, e sinceramente eu nem sei nem o porque.
— Tu não tem vergonha na tua cara não Naruto? Que viajar o quê? Eu tô voltando pro meu barraco! Tô te deixando. - assim que ela disse isso, foi como se um uma bomba tivesse explodido dentro de mim, doeu demais mano, doeu pra caralho.
— Meu amor, calminha aí, vamo conversar. - pedi praticamente suplicando pra ela.
— Agora tu quer conversar? E quando me deixou dormindo bem tranquila lá no quarto?
— Por isso mesmo meu amor! Você tava toda linda e quietinha lá dormindo, que o pai não quis te acordar.
— E quando eu acordasse e cê acha que eu ia ficar como? Sabendo que tu saiu de casa sem aviso, e que provavelmente não iria mais voltar. - disse zangada, porém seus olhos se encontravam marejados. — Você faz suas escolhas, e eu faço as minhas, e no momento a minha escolha é te largar, já que você não tem consideração por mim.
— Não faz isso com teu homem não amor, fica sussa novinha, não vai embora que se tu for, aí mesmo é que eu vou morrer. - pedi me aproximando dela, porém a mesma se afastou.
— Eu sou um bandido todo errado, eu sei que minha vida vai ser curta, e eu só ia adiar a minha ida para evitar levar outros crias irmãos meus, ou outros inocentes morador da favela junto. - falei triste pra ela, esperava que a mesma me entendesse.
— E em que momento você pensou em mim? - ela pergunta me dando tapa e chorando e eu aguento tudo calado, ver ela aquilo me quebra por dentro. — E como você achou que eu iria ficar aqui sozinha? Como pensou que eu iria reagir quando acordasse e soubesse que nunca mais veria você?
A Hinata começa a chorar e eu me desmancho todo, vou até o encontro dela e a abraço com força, essa mina é poderosa, ela tem o poder de quebrar todo a minha pose de durão, pois ela arrasa com o coração desse bandido, eu sou boiolinha mesmo por essa mina, não tenho como negar.
— Princesa me perdoa? Eu não pensei direito, eu fiz no impulso, apenas pensei em proteger os meus, mas eu já tinha te deixado aos cuidados do Sasuke. - falei e aí que a mina me bateu.
— Mas eu quero ficar aos seus cuidados! Eu quero ficar com você, pois eu amo você, tu não entende? Se tu morrer eu vou morrer também, nem adianta tentar me deixar pensando que eu vou ficar bem, pois eu não vou, eu te amo e eu não vivo sem você.
Assim que ela disse isso, eu fiquei maluco e tapei sua boca com um beijo doido e frenético, parecia que ia engolir a língua da mina, mas ela me deixou lokão com suas palavras, pois é a mesma coisa que eu sinto por ela também.
— Tu tem razão novinha, eu fui covarde! Eu não tive coragem de te encarar e dizer pra onde eu estava indo, mas a real é que se eu olhasse nesse teu olhão azul aí, que parece até que enxerga a minha alma, eu não ia ter coragem de ir embora não mulher, tu me hipnotiza, tu acaba com esse homem apaixonado. - disse a olhando profundamente e foi a vez dela atacar a minha boca, e eu a peguei no colo e fui subindo as escadas, a mina tava foguenta assim como eu, e ao chegar no corredor eu não aguentei e colei com ela na parede, me esfregando sem parar no seu corpinho macio, sentir a pele dela na minha me dá uma sensação sinistra, uma sensação que eu nunca tinha sentindo antes na minha vida com mulher nenhuma, uma sensação inexplicável, eu só sei dizer que a mesma é boa demais.
Passei reto pro quarto e a joguei na cama, baixei rápido a calça dela juntamente com a calcinha e cai de boca na bucetinha deliciosa dela, cheio dos tesão e das vontade, e logo ela começa a gemer bem gostosinho pra mim.
— Aanh amooor que deliciaaaa... - ela diz manhosa fazendo meu pau pulsar.
— Gostosa! Geme pro pai! - eu pedi e novamente eu caí de boca lambendo sem parar o seu grelinho.
— Aaaahhhh! Aaaannhh! Que isssoooo! Aaaaaah! - É uma delícia escutar os gemidos dela.
Subi minha visão e fitei a Hinata balançando a cabeça de uma lado pra outro e se contorcendo, mesmo assim eu mantinha suas pernas bem abertas, e seguia com o serviço, minhas mãos beliscava e brincava com seus mamilos.
— Aaaaaannnnhhhh! - Os gemidos da Hinata começaram a ficar mais agudos e ela começou a arquear os quadris, então eu comecei a balançar a cabeça freneticamente, lambendo a bucetinha dela sem parar, e logo ela revira os olhos e goza bem bonito na minha boca.
Levanto e retiro minha roupa de uma vez, eu já tô no ponto de bala pra ela, porém a mesma, ainda estava toda molinha em cima da cama e bastante ofegante, mas ela vai ter que aguentar, coloquei somente a cabecinha e fiquei pincelado a xerequinha dela, e parecendo um passe de mágica, a mina logo se acendeu de novo.
— Eu quero tu amor! - ela pediu e pra mim foi a gota d'água.
Completamente doido eu coloquei ela de quatro na cama e comecei a meter piroca na bucetinha dela, ainda tava toda inchadinha, me apertando pra cacete, segurei os quadris dela com vontade e me afundei até entrar tudo, e as estocadas do pai eram forte e violentas, logo a mina já começa a dar espasmos e gemer deliciosamente.
— Ah caralho! Oooh! - a Hina gemia enquanto eu segurava forte os seus cabelos, e socava bem forte nela.
— Oooohhh puta que pariu! Vai me fazer gozar. -ela jogava a cabeça para trás completamente incandescida, eu apertei mais as bunda dela e deslizei forte o meu pau, já estou perto de gozar.— Tu me deixa doido mulher! Tu e essa tua bucetinha apertada. - eu disse entredentes, já perdendo as sanidades que eu não tinha, avançei meus movimentos e senti a gatinha gozando no meu pau, senti que também ia gozar, então deixei rolar jorrando leite na bucetinha dela.
Nós caímos em cima da cama e eu já puxei ela pra se colar em mim, enquanto a gente tentava controlar nossas respiração, eu só pensava no tanto que eu amo ela e no quanto eu quero ter ela pra sempre comigo.
Eu sempre fui bixo solto, pegar sem se apegar era o meu lema, a vadia abria as pernas e quando terminava eu caía fora, sempre vivia me gabando para todos os crias que mulher nenhuma me laçava, pois eu tive a maior lição de todas sobre o que uma mulher pode fazer com você, e vagabunda nenhuma, nunca teria a chance de fazer comigo nada do que fizeram com o meu pai, pelo contrário, mais fácil eu rodar todas, do que morrer ou fazer questão com ninguém por causa de buceta. Porém, depois que a Hinata surgiu na minha vida, tudo foi diferente, essa mina despertou em mim o meu instinto protetor desde o primeiro momento, despertou o lado possessivo e ciumento que eu não sabia que tinha, e me fez perder a postura e enlouquecer completamente por ela.
— Eu te amo muito Naruto! - ela diz fazendo um carinho delícia no meu cabelo, e eu me ajeito na cama e já puxo ela pro meu peito.
— Eu também te amo muito novinha! - disse e lhe dei um beijo na testa.
Tudo o que eu queria era me acomodar e descansar o restante da noite aqui com ela, mas a real é que eu tenho um morro pra invadir junto com os outros crias, e por isso eu vou ter que sair mais uma vez e deixar a minha mulher sozinha, mas dessa vez eu não vou ser otário e esperar ela dormir pra poder vazar, te contar que a vontade de fazer isso tá grande, porém, eu não quero correr o risco de chegar em casa e não a encontrar aqui comigo.
— Amor eu tô de saída. - falei baixinho, pois a Hinata já estava quase fechando os olhinhos.
— Huum? Que cê disse amor? - perguntou se aconchegando ainda mais em mim e apertando o seu abraço, mano, não tem explicação do quanto que eu quero ficar aqui com ela, mas eu tenho que sair pras atividade.
— Eu tô de saída Hinata! - disse logo num tom mais alto, pois eu já demorei aqui mais do que eu devia. — Eu tô indo com os crias invadir o Jacarezinho pra derrubar o Danzou, e colocar o Madara pra ser o frente do CV no lugar dele.
— Tu vai me deixar sozinha novamente?
— Sim! Mas farei o possível pra voltar pra você minha vida! Pois eu te amo e eu quero viver esse amor com você.
— Porra Naruto! Mal chegou e já tá indo novamente. - ela disse com a vozinha chorosa e os olhinhos marejados, e isso aperta o meu coração.
— Eu volto minha princesa! Se liga, vai ficar uma tropa de vapor aí na entrada da casa vigiando geral, pra não deixar nada te acontecer enquanto eu estiver fora, e logo mais a mulher do Sasuke vem colar aqui contigo.
— Eu quero você aqui comigo! - ela diz chorando e me abraçando forte.
— Porra Hinata! Não apela pow, desse jeito o pai não vai conseguir sair.
— Então não vai meu amor! Fica aqui comigo! Os alemão vão tentar te matar.
— Fica sussa meu amor! Antes disso acontecer, eu mando geral pra casa do capeta. - tentei acalmar ela, porém ela apenas se colou mais em mim, que nem uma rãzinha, o que me fez dar risada nasalada, mas também achei a coisa mais fofinha dessa vida.
— Escuta Hinata, Se liga no papo reto que eu vou te passar! - segurei na cabeça dela e fiz ela fitar o olhão azul nos meus. — Eu vou te levar comigo, na minha mente, na minha alma e no meu coração, o tempo todo vou tá ligado nas atividades só pensando em logo voltar pra tu, e é por isso que tu tem que ficar na fé, pois a força do nosso amor vai me fazer logo regressar para os teus braços.
— Promete amor?
— Prometo minha vida!
Nós damos o maior beijão de língua, mó intenso e cheio dos sentimentos, depois eu me vesti, e deixei ela chorando em cima da cama, eu não podia mais voltar pra tentar fazer ela se acalmar, pois eu não teria mais forças pra deixar ela sozinha.
Passei o rádio pro Uchiha e mandei o mesmo trazer logo a mulher dele pra casa, pois com ela brotando por aqui a Hinata ficaria mais calma.
E com o coração partido eu saí de casa e fui me juntar com os cria, pois eu tinha uma guerra pra ir lutar.

Em dívida - Naruhina Onde histórias criam vida. Descubra agora