Quarenta e cinco

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Naruto
A Hinata sorri e mira o arco na cabeça do cara.
— Na cabeça não pow! Nois tem que arrancar dele quem foi o mandante dessa afronta contra a gente. - eu digo pra ela e a mesma mira no pé e acerta bem no meio do osso fazendo o cara gritar de dor.
— Boa gatinha! Parabéns! - falo e dou um selinho nela, e então a mesma agarra minha boca e me dá um beijo intenso, e no mesmo momento eu percebi que ela mirou e ainda com os olhos fechados e me beijando ela atirou e acertou na canela do cara.
— AAAAHHHH! PORRA! - o cara gritou, eu olhei pra ela impressionado, a mina é boa mesmo.
— Porra patroinha! Tu manja mesmo no arco e flecha heim. - o Uchiha disse também impressionado.
— E olha que eu tô enferrujada! Fazia muito tempo que eu não usava um arco e uma flecha. - ela disse e mirou no braço, acertou no alvo e o sangue jorrou do cara.
Ela faz uma posição mó sensual, quando aponta o arco, e me deixa doido quando acerta o alvo direitinho, tô duro como pedra já.
— Na barriga agora! - ela diz e empina a bunda e mira no alvo, o que faz meu pau latejar de vontade.
— Calma! O Uchih, leva esse porra aí daqui e já vai começando a preparar os pneus, a lição desse porra aí, vai ser na praça. - eu disse apontando pra o menor que continuava desmaiado, e ele fez o que eu pedi, e saiu arrastando o cuzão dali, logo ficamos sozinhos eu e a Hinata para o interrogatório.
— Quem mandou tu ir me tirar lá do baile? - Hinata perguntou pro fela, e depois se virou pra mim com os olhos marejados. — Amor tão querendo me tirar novamente de tu.
— Fica sussa minha princesa! Ninguém vai separar a gente não amor! Eu tô ligado nas paradas. - eu digo todo derretido pra ela, pois não aguento ver ela toda molinha assim chorando, e ela me beija enquanto o cara geme de dor atrás da gente. - eu digo e ela da risada.
  — Escolhe um lugar! - ela diz com os olhos em chamas, o que me deixa mais excitado.
  — No pau! Deixa o cara aleijado. - eu digo e logo o maluco começa a surtar.
  — Nãoooooo! Por favor! Não me castra!
  — Então diz logo quem é o cabeça por trás disso tudo. - pergunto pois já estou sem paciência.
  — Foi a Shion! Ela fez tudo isso por causa de um cara! Eu só sei que é o verdadeiro pai do filho dela! Me solta! Por favor me solta me deixa ir eu... - o cara foi interrompido com uma flechada bem no meio da testa pela Hinata, e morre ali mesmo.
  — Tá porra! - eu pronuncio impressionado.
  — Ele não servia mais de nada! - ela diz sorrindo toda safada, e o tesão queima forte em mim, eu agarro ela e nós começamos a nos beijar, pego ela no colo e a mesma começa a esfregar no meu pau, me deixando doido, eu caminho com ela agarrada em mim até a mesa das ferramentas de tortura e arrasto com tudo, fazendo todas cair no chão, e jogo ela em cima, puxo o shot dela com calcinha e tudo, afasto suas pernas e começo a chupar, e dou risada internamente quando vejo ela se estremecer toda.
  — Annnh! Meu amor! - ela diz gemendo.
  — Delícia! - digo e volto a chupar, percorro minha língua por toda a extremidade e ela começa gemer, coloco um dedo devagar na sua entrada e ela revira os olhos com o processo, continuo a chupar sem tirar meus olhos dela. — Gostosa!
  Mais umas investidas com a língua e os dígitos e ela se derrama toda na minha boca, e eu sedento ainda continuo chupando e recebendo todo o seu mel, fazendo ela dar mais alguns espasmos.
  — Que gostoso Naru! - ela diz mordendo o lábio.
  — Sua gostosa! - eu digo doído pra entrar nela, meu pau tá dão duro que já tá até doendo.
  Ela sorri e se levanta, me empurra fazendo eu me sentar em uma cadeira, tira a blusa que estava vestindo e os peitos lindos dela pulam para fora, ela abaixa minha calça e eu já tiro minha camisa, e do nada ela senta com tudo em cima de mim.
  — Eita porra Mina! Assim tu mata o pai! - Ela começa a rebolar e eu chupo os seios dela, junto eles com as duas mãos e brinco com a língua no mamilo e com o dedo no outro.
  — Naru huum! - ela geme toda deliciosa, e eu ataco sua boca e nos beijamos com vontade.
  — Tu me deixa doido mina! - eu digo e ela começa a quicar sem parar. — Aaahh porra! Sua cachorra! Senta forte pro teu macho.
  Seguro forte em seus quadris aumentando nossas investidas e movimentos, sinto o interior dela me apertando e logo ela goza toda delíciosa no meu pau.
  — Aaahhh Naru, que delícia amor! - ela me ordenha com aquela bucetinha deliciosa enquanto goza, e eu fecho os olhos e gozo com vontade, abraçando ela com muita força.
  — Gostosa do caralho! Eu te amo sua delicia! - eu digo saindo de dentro dela, levanto rápido o meu short e fecho o zíper, começo a vestir ela rápido, pois a qualquer momento o Uchiha pode aparecer e eu não quero que o cuzão veja ela pelada.
  E foi só eu terminar de ajudar ela a colocar a blusa, que já escutei os passos do Uchiha do lado de fora, e logo ele aparece em frente a porta que tá derrubada.
  — Tudo pronto lá na praça! Os soldados já tão tudo reunidos ao redor da fogueira de pneu, e o toque de recolher já foi acionado, os morador tão tudo trancado em casa.
  — Beleza! Mas antes de finalizar por lá, eu vou correndo atrás da porra da Shion, a safada foi quem organizou isso tudo, e parece que tem um novo inimigo aí na área. - eu digo já pegando a minha glock e a "Hina" pois tô muito afim de picotar aquela puta viva, até ela virar um monte de pedaços.
  — Tá porra! E quem é esse novo inimigo?
  — Não sei ainda, só sei que é o pai do filho dela. - eu digo me encaminhando pra saída. — Bora princesa! Vou te deixar em casa antes.
  — Não! Eu vou contigo, pois eu quero olhar na cara daquela safada que me fez tão mal, ela tem inveja de mim, e me fez passar vergonha logo depois de você ter me anunciado no baile. - ela responde com os olhos cheio de lágrimas, e ali eu percebo que essa história ainda vai me render, a Hinata tá com vergonha, mas depois eu vou resolver isso na quebrada, até por que ninguém é doido pra falar da mulher do chefe.
  — Pois bora logo! Eu dei ordem pra não deixarem ela sair do morro, mas quem sabe se a cachorra não consegue desdobrar os menor.
  — Vai indo lá, que eu vou limpar essa bagunça. - Uchiha responde, e eu saio dali com a Hinata, montamos na minha moto e eu saio vuado dali, vou ligeiro até a casa da Shion, e desço com tudo, e a Hinata vem atrás de mim também virada no ódio, e é impossível não olhar pra ela e sentir meu coração palpitar, a mina realmente cola comigo no dez de dez, e ela fica muito gostosa quando tá com essa pose de bandida.
  Mas não pensa muito nisso agora não, apenas arrombo a porta da Shion e me passando pra dentro, apenas para encontrar a mesma morta no sofá da sala, com a cabeça estourada de tiro, segurando uma arma na mão, e na outra um papel.
  — Ela se matou e deixou um bilhete suicida! - a Hinata diz pegando o bilhete das mãos dela que dizia:
  "O pai do meu filho, era o Deidara!"
  — Vagabunda! Ela sabia que eu tava vindo atrás dela e tirou de mim o gostinho de mandá-la pro inferno! PORRA! - eu grito virado no demônio e pego a machadinha e descarrego toda a minha raiva picotando essa cachorra, quando termino vejo a Hinata olhando pra mim, o sangue da cachorra caiu nela, e também me toco que tô cheia de sangue, eu penso que ela tá com medo e que vai sair correndo dali, mas em vez disso ela vem e me abraça.
  — Acabou amor! Pelo menos, essa bruxa saiu das nossas vidas, e só eu quem vou ser sozinha a mãe do teu herdeiro. - fala e eu já começo a ficar animado.
  — Então tu...
  — Sim! Eu fui imatura, a gente tinha que ter conversado sobre isso com calma, e eu já fui falando um monte de bobagem pra você, mas agora eu já decidi, nós vamos casar e formar uma família, e eu vou ser a mãe do teu herdeiro. - ela diz sorrindo e eu lhe dou um beijo cheio de paixão, depois nos largamos e eu pego ela na mão e vou pra fora da casa dessa cachorra, antes disso eu pego o meu rádio e chamo o Shika.
  — Fala chefe!
  — Cola aqui no barraco da Shion, toca fogo em tudo, eu não quero mais nem o pó de nada que essa puta tenha tocado que na minha favela, não deixa nem as cinzas.
  — Pode pá chefe! Considere o serviço feito já. - ele diz e eu desligo, monto na moto, e a Hina sobe na garupa, sigo reto para a praça, lá já está o Uchiha, o Sai e tudo o que é soldado, eu desço da moto, e vou até o meio deles segurando na mão da minha mulher.
  — Esse cuzão era um traíra! Se vendeu por causa de dinheiro.
  — X9 da porra! Queima ele patrão! - os soldados começaram a gritar com raiva, o ódio de traídor é real entre os crias que colam com a gente de verdade.
  — Mandei chamar todos só pra mostrar o que acontece com quem é traídor! A palavra bandido não significa falsidade, nois é dos erros, mas devemos colar com os nossos até o fim, quem é vira casaca não merece levar o nosso nome não, esse cuzão aqui não faz parte da tropa do Kurama.
  — Certeza patrão! Dá esse cuzão pra nois! Ele vai sofrer na nossa mão. - os soldados pedem, mas porém, hoje eu tô afim de algo diferente.
  — Ouw Sai! Me dá um canivete aí! - eu peço e o mesmo me entrega, eu vou até o filho da puta e escrevo o nome traídor na testa dele, e os soldados começam a gritar todos frenéticos. — Isso aí é aprendizado pra cês aí galera! Pra cês passar analisar aí o que acontece com quem é x9 aqui na quebrada.
  Todos ficam calados olhando para o traidor, pois chegou o momento de dar cabo desse merda, ele tá tão consciente do que vai rolar com ele, que tá até calado, mas é isso, aqui é a escola da vida, é neguin tem que saber viver direito, ou caso contrário será reprovado.
  — Ai galera, sobre matar esse porra! Hoje eu não vou dar esse cuzão pra vocês não! Hoje será a patroa que irá fazer as honras. - eu digo e olho pra princesa, que vai pegar seu arco e flecha e atira bem no meio da cabeça dele, os cria começa tudo a bater palma, elogiando a minha mina, porém, começo a ficar incomodado.
  — Já deu! Parou de olhar pra minha mulher! Inclusive está passada a ordem pra toda a favela, quem comentar o que rolou ontem no baile, vai passar reto pro inferno, e eu serei bem criativo.
  Digo e todos concordam com a cabeça, depois eu atiro nas gasolinas e o fogo começa a queimar esse filho da puta traídor.
  Subo na moto com a Hinata e vou direto pra casa.
  — Amor, nós vamos tomar banho e deitar? - ela pergunta com a voz dengosa.
  — Vamos sim minha gatinha! - respondo e ela sorri.
  — Eu te amo!
  — Eu também te amo muito minha princesa.

Em dívida - Naruhina Onde histórias criam vida. Descubra agora