Naruto
Meu encontro com a Hina foi explosivo, porém, ainda não matei a saudade, eu preciso comer ela bem gostoso durante todos os dias até a mesma ficar bem velhinha, e acho mesmo assim ainda não irei conseguir tirar essa saudade que esses dias eu tive longe causou, geral tá feliz com a minha volta, e eu também estou feliz, porém, chegou a hora de retomar o que é meu.
O dia já amanhece frenético no Vidigal, eu não vou mais esperar não, os cria já tão tudo na atividade, as armas já tão tudo no jeito, e nois vai grande pra cima daquele cuzão.
É hoje que eu tomo o meu morro de volta.
Nois bolamos nossas estratégias, e já nos preparamos para partir.
— Amor não vai não. - escuto a voz da Hinata, os outros caras vão na frente e eu fico mais pra traz pra me despedir da mina.
— Amor tô indo recuperar a nossa casa. - explico pra ela e a mina se agarra em mim e fica chorando sem querer me largar.
— Eu ainda não me recuperei do susto que foi achar que tu tinha morrido, agora tu já vai se meter em guerra de novo, vamo ficar aqui no Vidigal, eu não me importo de não ser a patroa, eu só quero você comigo meu amor. - ela diz e me quebra todo por dentro.
— Minha vida eu tenho que acabar com esse tal de Kakuzu, ele te ameaçou e ameaçou nossos filhos, por isso não dá pra ficar sussa enquanto esse cuzão tiver vivo.
— Então não vai ter jeito?
— Vai não! Fica aí cuidando dos nossos filhote que tá na tua barriga. Eu volto meu amor. - digo e lhe dou um beijo, a mina fica ali chorando e eu saio de casa com o coração partido, mas eu sou homem nessa porra, e eu vou derrubar o tal de Kakuzu e voltar pro meu posto, ele que comece a rezar, pois o mesmo não vai ver o sol nascer amanhã.
Sigo sem olhar pra trás, entro na van com os cria, e partimos pra o Alemão.
A gente já chega tocando o terror! E não da tempo nem dos alemão ver quem mandou eles pro inferno, essa artilharia que comprei lá dos Máfia é das boas mesmo e não tem outra que seja páreo, só material de guerra, mais nois nem se demora aqui, até porque quem toma conta dos pontos inicial são só os vapor ou os menor, os cachorros grandes estão lá pra cima, e é esses que eu tô com sede pra matar, por isso faço sinal pros cria, e já vamos pra lá, pois que eu quero ir o quanto antes, por isso que eu quero acabar com as por aqui, e é bom que seja rápido porque não me dá tempo nem de pensar no que eu tô fazendo.
— Aí mano! Bora lá, por aqui tá tudo limpo. - o Gaara diz, pela minha surpresa, o cara ofereceu ajuda e tá do meu lado, o morro do Jacarezinho e o morro da Boneca tão comigo, além do Vidigal e o morro da Serrinha. Eu só fecho com parça da mesma vibe que eu, pois eu tenho ódio desses vermes e não me alio fácil com eles não.
— E só pra constar! Nois tamo indo agora direto pra boca do bicho papão. - ele diz e eu dou risada.
— Bora ver se esse bicho papão pode contra o Kurama.
— Tô ligado! - ele diz e faz sinal pra os soldados dele, e nós seguimos adiante.
— E agora meus cria vão participar com a gente certo! Os presuntos vão ficar por lá mesmo! Nós só tamo indo pra matar. - o dono do Boneca diz, fazendo sinal que também vai avançar.
— Beleza! - respondo pra ele e seguimos adiante, aqui é o meu quintal, eu conheço cada ponto dessa favela, eu e a tropa do Kurama, e essa é a nossa vantagem, aqui é a minha casa e a da Hinata, e futuramente será também dos nossos filhos. E por falar na minha princesa, outra vez a mina ficou lá chorando, e é impossível não ficar com o coração apertado enquanto lembro dela.
Mano, eu tive muito sangue frio durante toda essa porra aqui, mas assim que lembrei dela foi impossível não deixar uma lágrima escorrer.
— Olha aí o cuzão! Chorando aí Todo Boiola! É por causa da patroinha né? - o Sasuke diz aparecendo do nada do meu lado, e eu já disse pra essa porra que eu não preciso de contenção, eu quero ir só, não quero ninguém se arriscando por mim, não quero que aconteça com ninguém o que aconteceu com o Kono.
— Vai tomar no cu! E te afasta que eu já falei que eu não quero contenção nesse caralho.
— É mano! Mas não é bem assim que as coisas são, nós somos irmão, tu da tua vida por mim, e eu dou a minha vida por tu, sempre foi assim e sempre será. - ele responde e ali eu entendo que não tem mais discussão.
— Pode pá! Vamo crescer grandão nesses cuzão do caralho. - eu digo pra ele.
— Beleza seus porra! Vamo pra cima fuder o cu desses pesadelo. - o Sai diz e já sai trocando com o seu fuzil.
Chegamos na primeira quebrada e já topamos com novos alemão, e os cria volta a trocar e os pesadelo são metralhados, igual peneira e a gente sai deixando um rastro de sangue.
— Mano isso vai sair no jornal. - o Shika diz fazendo graça. — Será que dessa vez meu rosto lindo vai pra tv?
— Tomar no cu caralho! Tu é bandido, né artista não. - o Hidan diz, os moleque mesmo na atividade não perde a piada.
— A minha cara não aparecendo junto é que me importa! - o Sasuke diz e nós avançamos.
— Chefe dois dos nossos foram abatidos! - o vapor chega e me diz.
— Aí lamentável, mas vamo seguir com o baile, os nossos que tombaram não vão ser esquecidos, te garanto. - eu digo e o cara concorda, aqui não dá tempo pra recolher nada não, depois a gente chora pelos nossos em casa, se no mais tudo der certo, pois o nosso também tá na reta. Eu e meus manos nos entreolhamos, a gente já sabe que a mesma coisa vai poder acontecer com a gente a qualquer momento.
Chegamos no segundo ponto, é um beco escuro demais, parece um breu.
— Aai porra! - A gente mal encostou perto do beco e já acertaram o Sai, a porra desse tiro veio da "baixa da égua"
— Caralho atiraram nele! - um dos meus cria grita.
— Partiu pra queima seus caralho! - eu grito cheio de ódio, e meus cria adentram no beco e a troca de tiro começa e a treta grande vai começar agora.
Eu levanto meu fuzil e avanço nesses porra.
E então eu começo a meter fogo nesse carai, e em pouco tempo tá cheio de corpo no chão.
— Isso tá lindo caralho! Tão gostando de conhecer o kurama? - Pergunto sorrindo pra os caras do Kakuzu que tão virando peneira, e agora que o beco e os cria tão atirando sem dor nem piedade e os inimigo vão caindo no chão.
— CARALHO KURAMA! TU É DOIDO PORRA! CONTINUA CARALHO! - o Gaara diz e seguimos adiante.
Eu continuo na linha de frente e os cara me segue, e é da hora, mas o que eu não tinha me tocado é que fazendo isso eu acabava que ficando muito exposto também e acabei ficando na mira de um filho da puta.
— MANO CUIDADO! - O Sauke diz entra na minha frente e leva um tiro.
Não!
— Porra porque tu fez isso? - O Sasuke cai no chão segurando o ombro e eu vejo a cara do filho da puta que atirou, é um branquelo sem sangue, e eu pego minha pistola da cintura, é uma "gloock automática" e não disparei menos do que quinze tiros no cara, eu sempre invisto alto nessas porra de armamentos.
— Caralho! Nem a alma desse aí sobrou. - o Hidan diz e faz sinal pros vapor do Vidigal tomar a dianteira. — Contenção ai.
— Mano tu tá bem? - pergunto pro Sasuke.
— Relaxa só foi de raspão! - ele me responde e sorri.
— Vai pra van. - eu mando e ele me empurra.
— TÔ DE BOA FOI SÓ DE RASPÃO!
— CARALHO SASUKE! EU DISSE PRA NÃO ME FAZER CONTENÇÃO! EU SOU O ALVO NESSA PORRA!
— ACONTECE QUE SE TU MORRER ESSA PORRA AQUI VAI AZEDAR! O CORPO DO KURAMA NÃO SOBREVIVE SE O MESMO PERDE A CABEÇA.
— Acontece que se eu morrer tu que vai assumir, eu já deixei isso dito pra os outros cria. - expliquei pra ele, eu não vou deixar o meu irmão morrer.
— Acontece que tu não vai morrer, eu tô aqui justamente pra garantir isso, eu prometi pra Hinata em nome dos meus afilhados. - ele diz me deixando sem palavras.
— Então deixa eu ver isso aí. - Eu dou uma olhada no ombro dele e realmente tá só arranhado, a porcaria da bala passou só de raspão e aí eu consigo respirar aliviado. — Segue o baile. - aviso pra os soldados e subimos até a reta final.
Assim que chegamos no último destino topamos com os chefões, o tal Kakuzu é um covarde mesmo, deixou os soldados tudo morrer a míngua e nem foi lutar com eles, tá só aí na frente da minha casa no qual eu comia as putas, parece que foi aí que ele se alojou, e ao lado do mesmo e tá cheio de caras armados até os dentes.
E a verdadeira guerra começa agora!
A tropa do Kurama vai chegando e atirando, juntamente com a tropa do Gaara e dos Boneca, uns na frente, atiram se escondem, os da retaguarda atiram se protegem enquanto os dianteiros retomam a atividade, e assim a gente vai avançando. O Kakuzu entra pra dentro da casa que nem uma galinha choca. E nós seguimos grande pra cima dele.
Com um chute o Shikamaru arromba a porta e se protege e dois de nós atira e aí eu vejo o cuzao tentando me acertar
— Chegou longe Kurama! Mas você não vai passar daqui!
Ele começa a metralhar e a gente começa a procurar buraco pra se proteger e eu já vejo dois caras do Kiba cair no chão cheio de buraco, um deles cai bem perto de mim e eu fico olhando pra os seus olhos sem vida, e me toco que a qualquer momento eu poderei estar com essa impressão em frente aos meus cria e vice-versa, o bagulho é loko mesmo, mas mano, eu não vou deixar isso acontecer, aqui não tem pensamento não, e só atividade nesse caralho, seguimos trocando e o cara continua disparando até que fica sem munição.
— Agora Eu vou te derrubar seu filho da puta! - O Kauan começa a disparar a Glook dele em direção aos caras.
— Mete bala pessoal!
Dou a ordem e meus cria tusso avança grande pra cima deles. E em pouco tempo o Kakuzu e os seus comparsas viraram estamos de saudade.
— Favela venceu galera! O alemão é da tropa do Kurama novamente. - falei e comecei a dar os tiro pra cima.
Eu recuperei a casa da minha esposa e dos meus filhos.
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Em dívida - Naruhina
FanfictionNaruto é o dono do morro mais perigoso do Rio de Janeiro
