Cinquenta e oito

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Kurama
  Mandei comprar essa porra pra minha princesa, um dos motivos pra eu não ter casado com ela no civil, foi que tudo o que eu tenho e consegui conquistar com o dinheiro do tráfico já está no nome dela, e caso aconteça algum imprevisto, ela e o meu filho estarão garantidos na vida, pois antes eu não tinha propósitos na vida, eu era do crime e para o crime, mas agora, eu dedico a minha vida para a minha mulher e agora também para o meu moleque.
  — Amor é muito lindo! - a mina diz toda boba observando o enorme barco, logo eu pego na mão dela e nós entramos.
  Eu contratei alguns serviços para preparar o iate para a chegada da minha mina, porém, o pai aqui é capitão e sabe manobrar essa belezinha, assim como eu também sou piloto e sei voar, pois eu não fui nomeado o dono daquela porra pelo padrinho a toa, o Deidara tinha inveja por não ter sido nomeado, mas o mesmo nunca se esforçou para aprender os corres que um verdadeiro chefe precisa saber.
  Mas isso não é assunto de agora, entro com a princesa e ela fica observando o caminho de pétalas de rosa que eu mandei colocar também no "HINATA'S" essas porra de rosas são tudo caras, porém, eu gosto de ver a carinha da Hina toda bobinha olhando pra isso tudo, essa expressão dela de felicidade pra mim não tem preço no mundo que pague.
  Então nós entramos totalmente no iate, eu desancoro o mesmo e começo a velejar com ela agarrada em mim, observando a vista linda do mar a nossa frente.
  — Amor que isso! Esse barcão aqui é muito lindo!
  — Ele é teu amor! Tu que é a dona! - eu disse pra ela e a mesma sorriu e se agarrou ainda mais em mim.
  Eu parei o iate e ancorei em alto mar, e nós fomos até a mesa que também já estava preparada. Lá só tinha comida de primeira, tudo do bom e do melhor para a minha princesa, e nós almoçamos ali olhando um pra o outro, maior vibe romântica, eu até mandei separar uma playlist pra ficar tocando umas músicas ambientes bem boiolas, mas a real é que o momento tava mó lindo mesmo, eu quero que esses instantes aqui se torne inesquecível, eu quero que ela me tenha na mente até o último dia da vida dela.
  — Tu sabe nadar? - eu pergunto pra ela.
  — Sei sim! - ela diz e já começa a tirar a roupa, e meu pau já ganha vida, a cada dia que passa eu só sei ficar ainda mais louco pela minha mulher, eu sou doido na buceta dela, a de outra não serve não, eu só quero a dela.
  No mesmo instante eu retiro a minha roupa também e nós caímos pelados no mar, ficamos nadando, e depois paramos no meio da água e ficamos ali se beijando no maior climão de amor.
  — Eu te amo Naruto! Porra! Eu zerei a vida, a cada dia que passa eu só tenho a certeza de que foi Deus que te mandou pra mim. - ela diz e meu coração fica como ao ouvir essas paradas aí dela, eu fico já pra chorar porra, essa mina tem o poder de me deixar todo boiola por ela.
  — Tu que é o presente que Deus mandou pra mim, eu sei que não te mereço, mas mesmo assim ele te deu pra mim, e a minha vida só teve início de verdade depois que tu apareceu nela. - eu digo e ela pula em cima de mim, começa a me beijar toda cheia dos fogos, e eu pego as pernas dela e fecho ao meu redor, e meu pau que já tava mó durão, meio que já automaticamente entra dentro dela, pois o mesmo já sabe até o caminho. E nós começamos a fazer amor ali no meio do mar, a mina tá doida, eu seguro com força a raba dela e a mesma rebola em mim sem parar.
  — Puta que parou minha gostosa! Tu me deixa louco! - digo pra ela cheio de tesao.
  — Amor vamo subir! Eu quero te dar de quatro. - ela fala fazendo bico e eu lhe dou uma mordida no lábio.
  Subi com ela no iate e lá em cima eu já boto ela de costas pra mim e segurando na grade, dou um tapa forte na bunda gigante dela e começo a meter com vontade.
  — Aah que isso amor! Assim eu não vou aguentar seu safado. - ela diz rebolando pra mim.
  — Isso cachorra! Rebola ai pro teu homem! Gostosa do caralho! - falo e lhe dou um tapa, enrolo os cabelos dela na minha mão e faço ela se empinar toda pra mim. Ali eu começo a estocar com vontade, percebo que ela vai gozar pois as cavidades da mina começa a apertar o meu pau, então eu começo a brincar com o clítoris dela, e ela fica fora da casinha.
  — Aah amor! Que isso! Porra! Eu vou gozar! - ela diz e depois se desmancha toda pra mim. — Delícia amor!
  — Não se amolece não, pois eu ainda não gozei, eu tô cheio de fogo por você minha gostosa. - Deito na e coloco ela sentada em mim. — Senta aí pro teu homem vai cachorra.
  A mina sentou, e porra, como ela sentou, começou a quicar forte pra mim, me deu uma curta de buceta do caralho, meu pau inchou dentro dela, e ela pra judiar virou de costas e me deu a visão da sua raba gostosa.
  — Puta que pariu! Tu vai me matar cachorra! - eu disse já pra gozar, e ela não se importou, continuou sentando pra caralho, com aquela bucetinha molhada, subindo e descendo sem parar no meu pau, e aí quando ela gozou e estrangulou meu pau com a bucetinha dela, eu não aguentei e gozei forte pra caralho.
   Ela caiu por cima de mim e eu lhe dei um beijo gostoso, e nós ficamos ali parados apenas observando o azul do mar, e o azul também do céu. Ali naquele paraíso parecia até que o tempo tinha parado, e que só existia eu e ela no mundo, tipo Adão e Eva no jardim.
  — Eu te amo Naru! Eu te amo muito! Obrigada por existir meu amor.
  — Eu te amo minha princesa! Minha vida pela a sua.
  — Minha vida pela a sua.

(....)

A minha lua de mel com a minha princesa foi perfeita, tudo do jeito que ela merece, porém, o dever me chamou e o momento da gente voltar para casa chegou, e cá estamos, entrando no morro do Alemão, assim que chegamos em casa eu mando a minha mulher entrar e tomar um banho, a mina fica toda cheirosa e a minha vontade é de pegar ela ali mesmo, mas ela tá esperando o meu herdeiro e a viagem de carro foi longa, por isso eu peço pra ela deitar e descansar, e tomo o meu banho e vou direto pra boca observar como estão as paradas.
— Ih ah lá o patrão! Achei que tinha gostado de ser playboy e tinha resolvido ficar mesmo lá pelo Leblon. - o Uchiha disse assim que entrei no seu escritório e o Sai e o Shika começaram a rir com o mesmo.
— Tá aqui o playboy seus cuzão! - tirei minha arma da cintura e descarreguei um pente pra cima.
— Iiih respeite o patrão mané! É ele que paga o teu salário. - o Shika começou a zuar com o pessoal.
— Deixa de ser puxa saco pau no cu. - eles rebateram e eu revirei os olhos.
— Aí quem é que vai me passar os relatórios? Quero essa porra toda na minha mesa pra ontem, quero ver o quanto nós faturamos, se a gente recebeu carga, se os armamentos e os pentes tão tudo no jeito, eu quero atividade nessa Porra! - digo e saio batendo a porta, pois por mais que os mesmos sejam meus amigos, não irão ter vida mole não.
Depois de um tempo observando tudo o que tá se passando no meu negócio, escuto uns barulhos vindo de fora e reconheço a voz de mulher, logo pego a minha arma, pois não esses cuzão desses vapor já sabe que eu não quero mais mulher passando aqui, se a Hinata descobre ela é capaz de me dar uma flechada no meu pau, porém, a porta se abre e a mesma entra chorando.
— Qual foi amor? Quem foi o cuzão que te fez chorar? - pergunto já carregando a minha arma.
— Foi tu amor! - ela diz e eu me assusto.
— Oxe amor! E o que foi que eu te fiz minha vida?
— É que eu tô com saudade de tu amor! Tu me deixou sozinha em casa. - fala fazendo aquele biquinho lindo e me abraça, a mina começa a me cheira todo.
— Qual foi amor! - pergunto ainda meio sem entender.
— Quero te abraçar amor! Sentir o teu cheiro, se eu não ficar assim com você eu vou chorar. - diz e as lágrimas começam a descer nas bochechas e ali eu me toco das paradas lá de hormônios que a doutora falou, e pego ela no meu colo.
— Tudo bem minha vida, teu nego tá aqui, pode ficar aqui sentada no meu colo tá princesa? - a mina se agarrou em mim e ficou cheirando o meu pescoço e depois começou a rebolar no meu colo. — Que fogo é esse minha gostosa.
— Amor eu tô te querendo! - diz e me beija toda cheias do fogo, e eu como não nego, vou dar pra minha princesa o que ela quer.
(...)
Depois que finalizamos eu decido ir pra casa com ela.
— Bora minha vida! Eu vou te deixar em casa, deita a cabeça aqui no meu peito e fecha os olhos.
Ela obedece e eu saio do meu escritório com ela, o Uchiha se aproxima da gente com cara de preocupado.
— O que rolou aí com a patroinha?
— Desmaiou mas já tô levando ela pra casa, é por causa da gravidez. - explico rápido pois não quero que os vapor fique com ideia errada da minha mulher, pois nossa vida conjugal não diz respeitos aos mesmo e se alguém aqui dizer qualquer coisa eu mato sem nem olhar pra ver se quem é a cara.
Sigo meu caminho e coloco ela no carro, e quando chego em casa sorrio observando que a mina já tá eé dormindo, pego ela no colo e a deito na nossa cama.
Vou descendo as escadas e meu rádio começa a tocar.
— Kurama aqui! - digo grosso.
— Coe chefe! Deixaram uma encomenda pro senhor na entrada do morro, é uma caixa e da mesma tá saindo sangue.
— Traz ela aqui na porta da minha casa! E silêncio nessa porra!
— Pode pá!
Desligo o rádio e vou até o portão, pouco tempo depois o Kono aparece com uma caixa de sapato nas mãos, assim que eu abro eu vejo uma cabeça de uma raposa e umas fotos que eu reconheço ser da Hinata, e pelas roupas que a mina tá vestindo é de poucos dias atrás, e junto com a foto tem um bilhete que diz:
"Tá pronto pra me entregar o teu morro e a tua mulher?"

Em dívida - Naruhina Onde histórias criam vida. Descubra agora