- Mais uma referência que acabou 'nascendo' depois de um show, depois de assistir alguém cantando ela. Mas é que ver a Alcione puxando essa pro Zeca e o Jorge Aragão cantarem junto (naquela live que aconteceu na casa dele, dia 27/05) não deu pra resistir. Como é bom ser meio maluca das ideias! 🕊️
- Parece que tá esse climinha gostoso de 'semanas finais' de uma novela né? Casamento, criança, viagem, a familia feliz, tudo encaminhado e dando certo, esses dois arrumando uma brecha no meio disso tudo pra passar juntos esse dia dos namorados depois de tanto que aconteceu ultimamente. Bom demais de viver esse momento! 💖
- Ps. Pra quem não entendeu, e se eventualmente tiver curiosidade (como eu teria), a parte da história do bar e do nome dele é real. Um Google depois, e você pode achar as inúmeras informações sobre o 'Bar da Alcione' no RidiJaneiro, imagens e todo o resto.
Bom domingo pá vocêis!
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"Por isso, eu vim propor, um mutirão de amor,
Pra que as barreiras se desfaçam na poeira e seja o fim.
O fim do mal pela raiz,
Nascendo o bem que eu sempre quis,
É o que convém pra gente ser feliz!
...
Cantar, sempre que for possível.
Não ligar pros malvados,
Perdoar os pecados!
Saber que nem tudo é perdido!
Se manter respeitado,
Pra poder ser amado. (...)"
São Paulo, Junho de Dois Mil e Vinte e Quatro. Para além da passagem do tempo, somente ela, outras tantas mudanças aconteceram neste mesmo intervalo de mais sete ou oito semanas. Tudo muito gradativo e sem qualquer sofrimento, ou ainda sem a imposição de nenhum dos lados. Logo no início de Abril o primeiro deles voltou à rotina de trabalho diária, mesmo resistente à isso. Mesmo pensando nos dois, nos quatro, mesmo com a cabeça em casa o dia todo. Mas pra isso eles mantinham o contato sempre que sentiam a necessidade. E pra que ele ficasse mais perto, mesmo distante durante algumas horas, além das notícias tinham sempre as fotos que ele recebia dela também. Sempre em particular e dos momentos mais aleatórios dos dias deles (enquanto ela o alimentava, enquanto ele dormia tranquilamente, as vezes ele e Zeca dormindo juntos no berço dele, e até os banhos que por vezes sua mãe lhe ajudava a dar) e daí em diante cabia à Alessandro compartilhar ou não com alguém.
"Eu quero conversar com você sobre algo..."
"Claro. Cê tá bem? Tá precisando de alguma coisa?"
"Tô, tá tudo bem. É... eu não sei, mas eu acho que sim."
A explicação dela, na ocasião dessa conversa logo nas primeiras semanas depois de ele ter voltado ao trabalho, voltou muitos anos no tempo. Voltou aos argumentos dela sobre os motivos que ela alegou para tomar muitas das decisões que tomou naquela época. Voltou à recuperação dela depois do parto das duas e à volta ao trabalho e à vida normal, ou ao que ela chamava de vida normal, o mais rápido possível. O mesmo corpo, a mesma rotina, os dias e a agência que ela tinha acabado de assumir em meio ao luto. Portanto movida por isso, tudo acabou sendo feito de forma meio apressada, "porque ela tinha um negócio pra cuidar também, do qual as vidas delas e de mais gente importante dependiam". A primeira pergunta dele foi sincera, apenas uma tentativa de entender um pouco melhor o que se passava pela cabeça da mulher.
"Mas você quer fazer isso porque, exatamente...?"
"Porque eu sinto que eu preciso, porque eu vejo, enfim eu vejo, que eu preciso... porque eu quero fazer alguma coisa em parte desses dias também, junto de ficar em casa cuidando dele, de as vezes ter alguma conversa ou reunião e comparecer a isso de maneira remota ainda. Porque eu quero continuar aqui!"
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All I Ask!
General Fiction"Let this be our lesson in love, Let this be the way we remember us. (...)" Los Angeles, Dezembro de 2017. Por uma feliz coincidência, por obra de um casamento ao qual ela não queria comparecer, Simone viajou a Los Angeles (LA) e acabou esbarrando c...
