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No som começou a tocar a música medo bobo.

Deolane estava com dois copos na mão.

Deolane: Meu Deus!

Marília: Essa tem história.

Deolane: Estou desarmada.

Fala jogando os braços.

Deolane: Respirei aliviado tanto amor guardado tanto tempo, a gente se prendendo a toa por conta de outra pessoa.

Canta ela e Marília.

Maiara e Maraísa olhava para as duas.

Deolane pega os dois copos colocando na boca e bebendo.

Deolane: No fundo sempre fomos bons amantes.

Marília: É o fim daquele medo bobo.

Maraísa: É o fim mesmo, passe, se levanta que já deu.

Maiara: Cuide você também Deolane, vamos vamos.

Marília: Ainda está cedo oxe.

Maraísa: Cedo da manhã mesmo, o dia está amanhecendo Marília.

Marília: Agora não.

Maraísa: Não me faça arrancar você dessa cadeira não.

Deolane estava no celular respondendo uma mensagem.

Maiara: Quem está te mandando mensagem a essa hora Deolane?

Deolane: Ninguém vida.

Maiara: E eu estou cega não é.

Deolane: Oxe.

Maraísa: Marília, vamos.

Marília pega a garrafa e entra com a Maraísa.

Maiara: Estou indo deitar, você fica aí se quiser.

Deolane: Vida...

Maiara vai saindo.

Deolane pega seu celular e vai atrás, logo elas entram no quarto.

Deolane rapidamente deita na cama e pega no sono.

Maiara suspira.

Maiara vai trocar de roupas e logo volta para o quarto ajeitando a Deolane.

Maiara viu quando o celular da mesma tocou e pegou o mesmo.

Viu as ligações e as mensagens e não gostou nada.

Maiara coloca o celular na mesinha.

E assim elas dormem.

Deolane e Marília segue dormindo.

Maraísa já tinha acordado e estava trocando a filha para descer.

Ruth estava com a Valentina

Maiara termina de se arrumar e desce.

Valentina estava na cozinha com a Ruth.

A mesma tinha acordado chorando e estava nos braços da Ruth.

Maiara se aproxima.

Ruth tentava acalmar a menina.

Maiara: O que houve?

Valentina: Mamãe.

Estica os braços e Maiara pega a criança, Valentina deita no ombro da mesma.

Ruth: Ela acordou chorando, e a Isa trouxe ela, acho que não viu vocês e estranhou o local.

Valentina: Eu tava sozinha.

E tem sido você! Histórias para pegar e não largar. Descubra agora