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Marília tinha saído para o shopping com a Deolane, iam levar as filhas para almoçar e brincar no parquinho.

Elas estavam no restaurante.

E a Valentina e a Flor estava no parquinho.

Marília e estava contando a Deolane o que tinha acontecido.

Marília: Eu entendo que é o trabalho dela, mas poxa ela prometeu sabe e eu queria tanto isso.

Deolane: Eu entendo demais Lila, e realmente foi chato, sei que imprevistos acontecem, mas foi um combinado entre vocês.

Marília suspira.

Deolane: Sem contar que você sempre se virou em mil pra está presente em tudo da Maraísa, abriu mão de várias coisas por ela.

Marília: Mas deixa pra lá, eu tenho que focar nessa apresentação.

Deolane: Lila, você já está aprovada, seu tcc é simplesmente o melhor.

Marília sorri.

Marília: Obrigada Deo, de verdade! Eu cancelei a formatura.

Deolane: Por que?

Marília: Pode até ser algo da minha cabeça, mas o jeito que a Maraísa falou era como se ela estivesse fazendo tudo obrigada, sendo que eu nunca quis sabe, ela que insistiu em tudo.

Deolane: Posso imaginar Lila.

Marília: E como eu diz, eu nunca planejei nada, então qualquer coisa a gente comemora lá na mamãe, só a gente mesmo como sempre fizemos.

Deolane: Isso mesmo, e era nossas melhores comemorações.

Marília sorri.

Marília: Isso mesmo! E depois da apresentação eu vou focar em arrumar um emprego, eu preciso arrumar um trabalho, sem contar que agora não é mais só eu, tem a Maria, eu não posso deixar faltar nada pra minha filha, e tem a mamãe, eu não quero nunca mais ver ela em um fogão ou fazendo faxina pra se sustentar.

Deolane sorri, tinha tanto orgulho da Marília.

Deolane: Você já não tem o emprego do hospital?

Marília: Eu vou pedi demissão Deo, sou muito grata por tudo, apareceu no momento que eu mais precisava, mas trabalhar lá, ainda sim que eu esteja por mérito meu é como se eu ainda estivesse na sobra da Maraísa, até porque de fato quem paga meu salário é ela e os pais dela.

Marília suspira.

Marília: E eu não quero mais isso, Deo tudo é a Maraísa sabe, as dispersas da casa o hospital que paga, os funcionários e a babá o hospital, as viagens a Maraísa, e isso me incomoda demais, você sabe que eu odeio depender das pessoas.

Deolane olha pra mesma, sabia que aquilo é verdade, lembra as várias vezes que a Marília passava necessidade e não contava a eles e nem pedia ajuda.

Deolane abre a sua bolsa pegando um documento.

Deolane: Olha, ia ser o seu presente de formatura, mas acho que não tem momentos melhor pra te entregar ele.

Fala entregando o envelope a Marília.

Marília: O que é isso?

Deolane: Abre.

Marília abre e começa a ler.

Marília: Ainda não entendi Deo.

Deolane: Eu comprei um prédio aqui em Goiânia e estou montando o meu escritório, nesse momento ele está passando por uma reforma.

E tem sido você! Histórias para pegar e não largar. Descubra agora