Ela está afundando. Ele está brilhando. Mas e se, no fim, ambos estiverem perdidos?
Camila sempre teve tudo: dinheiro, privilégios, excessos. Mas quem olha de perto vê as rachaduras - festas intermináveis, vícios perigosos, mentiras que a sufocam. E...
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@camilabittencourt Dois meses de entrega, de força, de fé, De noites em claro, de colo, de pé. Dois corações tão pequenos, tão fortes, Trazendo o sol, a lua, e nova sorte.
Luna, tão doce, tão leve, tão minha, Brilha em silêncio, em luz que se aninha. Ravi, meu raio, ardente, intenso, Ilumina os dias, aquece, imenso.
Benjamin, meu companheiro, meu amor primeiro, Olhar que pergunta, abraço verdadeiro. Entre o estranhamento e o encantamento, Descobre nos irmãos um novo sentimento.
Nos braços, o cheiro, o toque, o laço, O amor que cresce em cada abraço. O medo existe, mas passa, se vai, Porque o amor sempre vence, sempre traz mais.
Ser mãe de três é dançar entre o caos, Entre risos, choros e sonhos reais. Mas no fim do dia, ao vê-los dormir, Eu sei que nasci pra amar, pra sentir.
Benjamin, Luna e Ravi... meu lar, minha história, Meus versos de amor, minha eterna vitória.
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O retorno ao Brasil era um misto de sentimentos. Depois de meses intensos na Espanha, entre a gestação, o nascimento prematuro de Luna e Ravi e a adaptação à nova rotina como pais de gêmeos, Luan e Camila sentiam que era hora de voltar para casa. Benjamin precisava desse retorno tanto quanto eles. E, no fundo, nada se comparava ao aconchego do lar, à família reunida e às raízes que os prendiam ao Brasil.
O jatinho pousou suavemente na pista privada, e o coração de Camila se apertou ao ver Benjamin ansioso do lado de fora, esperando por eles. Assim que a porta se abriu, ele saiu correndo em direção aos pais, os olhos brilhando de saudade.
— Mãe! Pai! — Ele exclamou, abraçando Camila apertado.
— Meu amor, que saudade! — Ela murmurou contra os cabelos dele, sentindo seu cheirinho familiar.
Luan sorriu e bagunçou os fios do garoto antes de puxá-lo para um abraço forte.
— Tá grandão, hein, campeão?
Benjamin sorriu, mas logo desviou o olhar para os dois pequenos enrolados em mantas nos braços dos pais. A empolgação se transformou em curiosidade... e em uma pontada de dúvida.
— Eles são tão pequenos! — Ele franziu a testa, observando os bebês dormindo. — Mas... por que vocês tratam eles como se fossem de vidro?
Camila riu baixo e trocou um olhar com Luan.
— Porque eles ainda são muito frágeis, filho. Luna e Ravi nasceram antes da hora, então precisam de cuidados extras.