Ela está afundando. Ele está brilhando. Mas e se, no fim, ambos estiverem perdidos?
Camila sempre teve tudo: dinheiro, privilégios, excessos. Mas quem olha de perto vê as rachaduras - festas intermináveis, vícios perigosos, mentiras que a sufocam. E...
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luansantana Há um ano, o amor tomou forma em nossos braços. Duas vidas, dois corações pequeninos, duas almas que chegaram para nos ensinar que amar vai muito além do que imaginávamos.
Luna e Ravi, vocês nasceram e, com vocês, renascemos. Nos tornamos mais fortes, mais completos, mais inteiros. Cada olhar de vocês ilumina nossos dias, cada risada faz o mundo parar, cada pequeno detalhe é um milagre que agradecemos todos os dias.
Ser pai e mãe de vocês é um presente divino, um privilégio que ainda tentamos entender. Porque, no fim das contas, não fomos nós que ensinamos vocês a viver... foram vocês que nos ensinaram o que é viver de verdade.
Um ano do amor mais intenso e mais nosso. Um ano dos nossos bebês, da nossa melhor melodia. Que a vida sempre cante para vocês as mais belas canções.
Nós te amamos! ✨💛
- Luan, Camila e Benjamin
...
A chácara estava decorada com um toque delicado e aconchegante, refletindo a essência daquela celebração especial. O primeiro aniversário de Luna e Ravi não era um grande evento, mas sim uma reunião íntima entre familiares e amigos próximos. O jardim estava enfeitado com luzes suaves, balões e detalhes em azul-claro e dourado — uma homenagem ao significado dos nomes dos pequenos.
Camila segurava Luna no colo enquanto conversava com Beatriz, que admirava os detalhes da decoração.
— Você caprichou, hein? Tá tudo lindo! — elogiou Beatriz, sorrindo ao ver Ravi esticando as mãozinhas para o bolo decorado.
— Foi tudo feito com muito carinho... Só que eu duvido que eles se lembrem de alguma coisa disso — Camila riu, balançando a filha nos braços.
Luan, que conversava com Amarildo e Veiga perto da mesa do bolo, se aproximou e beijou o topo da cabeça de Camila.
— Não lembram, mas a gente lembra. E isso que importa.
Benjamin, rodeado pelos amigos da escola, mantinha uma distância segura da bagunça dos bebês. Mesmo assim, sua atenção voltava e meia recaía sobre os irmãos. Quando um dos convidados comentou como Luna e Ravi estavam fofos, ele revirou os olhos.
— Fofos? Experimenta passar a madrugada acordado com os dois gritando no seu ouvido. É um show duplo de choro! — disse ele, cruzando os braços.
Bruna, que ouviu a reclamação, bagunçou os cabelos do sobrinho.
— Parece que o príncipezinho tá sofrendo, hein?
— Nem vem, tia. Tenta dividir a atenção da sua mãe com dois bebês que só choram e depois me diz se é fácil!
Veiga, rindo da cena, cutucou Luan.
— Ih, meu parceiro... Já começou o drama da pré-adolescência!