CAPOTULO 93

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luansantana  Há um ano, o amor tomou forma em nossos braços

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luansantana  Há um ano, o amor tomou forma em nossos braços. Duas vidas, dois corações pequeninos, duas almas que chegaram para nos ensinar que amar vai muito além do que imaginávamos.

Luna e Ravi, vocês nasceram e, com vocês, renascemos. Nos tornamos mais fortes, mais completos, mais inteiros. Cada olhar de vocês ilumina nossos dias, cada risada faz o mundo parar, cada pequeno detalhe é um milagre que agradecemos todos os dias.

Ser pai e mãe de vocês é um presente divino, um privilégio que ainda tentamos entender. Porque, no fim das contas, não fomos nós que ensinamos vocês a viver... foram vocês que nos ensinaram o que é viver de verdade.

Um ano do amor mais intenso e mais nosso. Um ano dos nossos bebês, da nossa melhor melodia. Que a vida sempre cante para vocês as mais belas canções.

Nós te amamos! ✨💛

- Luan, Camila e Benjamin

...

A chácara estava decorada com um toque delicado e aconchegante, refletindo a essência daquela celebração especial. O primeiro aniversário de Luna e Ravi não era um grande evento, mas sim uma reunião íntima entre familiares e amigos próximos. O jardim estava enfeitado com luzes suaves, balões e detalhes em azul-claro e dourado — uma homenagem ao significado dos nomes dos pequenos.

Camila segurava Luna no colo enquanto conversava com Beatriz, que admirava os detalhes da decoração.

— Você caprichou, hein? Tá tudo lindo! — elogiou Beatriz, sorrindo ao ver Ravi esticando as mãozinhas para o bolo decorado.

— Foi tudo feito com muito carinho... Só que eu duvido que eles se lembrem de alguma coisa disso — Camila riu, balançando a filha nos braços.

Luan, que conversava com Amarildo e Veiga perto da mesa do bolo, se aproximou e beijou o topo da cabeça de Camila.

— Não lembram, mas a gente lembra. E isso que importa.

Benjamin, rodeado pelos amigos da escola, mantinha uma distância segura da bagunça dos bebês. Mesmo assim, sua atenção voltava e meia recaía sobre os irmãos. Quando um dos convidados comentou como Luna e Ravi estavam fofos, ele revirou os olhos.

— Fofos? Experimenta passar a madrugada acordado com os dois gritando no seu ouvido. É um show duplo de choro! — disse ele, cruzando os braços.

Bruna, que ouviu a reclamação, bagunçou os cabelos do sobrinho.

— Parece que o príncipezinho tá sofrendo, hein?

— Nem vem, tia. Tenta dividir a atenção da sua mãe com dois bebês que só choram e depois me diz se é fácil!

Veiga, rindo da cena, cutucou Luan.

— Ih, meu parceiro... Já começou o drama da pré-adolescência!

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