Matando a saudade

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O beijo, a princípio, era leve. Apenas carinhoso. Mas Soraya estava com saudades... Saudades do toque de Simone de forma mais intensa, mais íntima.

Em questão de segundos, o olhar de Soraya mudou — tornou-se malicioso, carregado de desejo. Ela pegou delicadamente a mão de Simone e a guiou em direção ao quarto.

Simone seguiu sem hesitar, imaginando que Soraya teria mais alguma surpresa especial preparada. Mas assim que se sentou na beirada da cama, tudo mudou.

Soraya começou a se despir lentamente, e os olhos de Simone ficaram vidrados em cada movimento. Ela mordeu os lábios sem perceber, completamente hipnotizada.

Sem dizer uma palavra, Soraya subiu no colo de Simone, com um olhar faminto. Seus lábios a tomaram em um beijo feroz, cheio de desejo e saudade acumulada.

Soraya puxava os cabelos negros de Simone com firmeza, intensificando cada sensação. Em resposta, Simone apertava sua cintura, sentindo o calor de cada rebolada.

— Você está com muita roupa... tira isso. — Soraya murmurou com a voz rouca, ofegante.

Parecia tomada pela vontade. Sem paciência, rasgou a blusa de Simone em um gesto impaciente. Suas mãos foram direto aos seios dela, apertando com força, arrancando de Simone um gemido alto.

— Soraya... — ela sussurrou, tremendo sob o toque.

Soraya mordeu suavemente os lábios de Simone, sentindo o gosto doce da saudade. Seus beijos começaram a descer pelo pescoço dela, lentos, provocantes, deixando rastros quentes por onde passava.

Simone fechava os olhos a cada toque, respirando fundo, entregue ao momento.

Soraya então começou a marcar o pescoço de Simone com leves mordidas, chupões que faziam a pele arder — mas não de dor, e sim de desejo.

Ela se afastou por um segundo, olhando para Simone com um sorriso travesso.

Em um movimento firme, empurrou Simone contra a cama. O corpo dela caiu sobre os lençóis com leveza, mas o olhar de Soraya era intenso. Dominante.

— Você é minha, Simone. — murmurou, subindo por cima dela novamente, como se estivesse selando essa verdade com o próprio corpo.

Simone apenas gemeu em resposta, as mãos agarrando os lençóis, pronta para se perder completamente nos braços da mulher que tanto mexia com ela — mesmo que sua mente ainda estivesse aos poucos se reencontrando com o passado.

Os beijos de Soraya desciam pela barriga de Simone, despertando arrepios por toda a sua pele. Cada toque era como um incêndio aceso com carinho. Quando seus lábios chegaram à intimidade de Simone, ela não hesitou — provou com desejo, como se quisesse memorizar cada reação da amada.

Simone arfou, sem conseguir conter o impulso. Suas mãos foram direto à cabeça de Soraya, guiando-a com firmeza, sentindo seu corpo se entregar por completo.

— Ohh... Soraya — gemeu, com a voz carregada de urgência.

Soraya introduziu dois dedos com precisão, enquanto sua boca continuava a provocá-la com maestria. Os lençóis se torciam nas mãos de Simone, suas pernas tremiam a cada movimento mais profundo.

— Por favor... mais rápido...

Atendendo ao pedido, Soraya intensificou o ritmo e adicionou mais um dedo, fazendo o corpo de Simone arquear com o prazer crescente. Ela gemia o nome de Soraya entre suspiros entrecortados, os olhos fechados, o rosto ruborizado.

— Isso... hum... tá tão gostoso...

Ao ouvir aquilo, Soraya cravou os dedos com mais firmeza nos quadris de Simone e acelerou os movimentos, arrancando dela um gemido alto e desesperado. Simone revirou os olhos, o corpo arqueado, agarrando os lençóis com força — ela havia acertado em cheio o ponto G.

— Isso, Soraya... me fode com força — implorou entre gemidos, a voz carregada de desejo.

— Ahh... porra, eu vou gozar — Simone arfou, sentindo o corpo inteiro pulsar.

As pernas de Simone começaram a tremer violentamente, seu corpo bateu contra o colchão, a respiração totalmente fora de controle. Um gemido rouco escapou de seus lábios — ela havia atingido o clímax com intensidade. Soraya então subiu por cima dela, ainda ofegante, e a beijou com voracidade, como se quisesse devorá-la, marcando aquele momento como só delas.

Ainda ofegante pelo prazer que acabou de sentir, Simone abriu os olhos e encarou Soraya com um sorriso malicioso nos lábios. Com um movimento rápido, a virou na cama, ficando por cima dela, seus corpos ainda colados e suados.

— Agora é minha vez… — murmurou, deslizando os dedos pela pele quente de Soraya até segurar seus pulsos, prendendo-os suavemente no colchão. — Eu preciso te satisfazer também.

O olhar de Simone queimava de desejo, e sua boca desceu até o pescoço de Soraya, distribuindo beijos e mordidas leves que fizeram a outra arfar de antecipação. Soraya se contorceu sob ela, mas não queria fugir — queria mais.









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