-Tu consegues fazer isto?-perguntou olhando para a minha barriga-quer dizer, a tua barriga está enorme e...
-Nunca ouviste dizer que quando uma mulher está grávida o seu apetite sexual aumenta?-levantei uma sobrancelha sorrindo perversa.
-E só me dizes isso agora?-perguntou indignado e ambos acabámos por sorrir.
Ele rodou-nos na cama e deitou-me na mesma com cuidado e delicadeza. Sem nunca desviar o seu olhar do meu, ele abriu as minhas pernas e beijou-me ao mesmo tempo que entrou em mim. Agarrei os seus cabelos com força e enlacei as minhas pernas nos seus quadris. Senti as suas mãos passearem pelo meu corpo e eu sorri com o seu toque. Os seus movimentos de vai e vem dentro de mim começaram a ser mais rápidos e prazerosos. As minhas mãos saíram dos seus cabelos e desceram pelas suas costas até chegarem ao seu rabo, ao qual eu apertei um pouco e ele sorriu entre o beijo fazendo-me sorrir também.
-Amo...te...-falou sem nunca parar os seus movimentos.
-Eu...também...te...amo...muito...-falei ofegante.
Mais uma vez ele rodou-nos na cama, mas desta vez eu fiquei por cima, sentada no seu colo sem nunca pararmos os nossos movimentos.
-Quero ser...tua...-encostei a minha testa na dele-só tua.
-Tu sabes...que dói um pouco...-ele olhou-me nos olhos.
-Não me interessa...-beijei os seus lábios-eu quero ser tua...nada mais importa.
Ele assentiu sorrindo. As suas mãos afastaram o meu cabelo para o lado e a sua boca aproximou-se do meu pescoço fazendo-me arrepiar. Ele beijou-me e de seguida senti uma dor aguda como algo, que eu percebi ser os seus dentes, a perfurarem a minha pele. Dei um pequeno gritinho por chegar ao meu ápice ao mesmo tempo que senti aquela dorzinha e poucos segundos depois deixei cair a minha cabeça no seu ombro.
-Amo-te tanto-falei cansada.
-Não mais do que eu-beijou o local que me mordera há segundos atrás e deitou-me devagar na cama cobrindo-me logo de seguida-agora descansa meu amor-ele acariciou o meu rosto beijando-me logo a seguir e cobriu-me deitando-se ao meu lado.
******
Não sei quanto tempo se passou, não sei quanto tempo estive a dormir nem que horas eram, mas de uma coisa eu tenho a certeza: eu não poderia estar mais feliz.
-Olá princesa linda-Harry beijou o meu pescoço e eu sorri.
-Olá meu lobo preferido-beijei os seus lábios e deitei a cabeça no seu peito.
-Porquê tens outro lobo que não eu?-notei os ciúmes na sua voz.
-Sim, tenho-ri da sua cara.
-Lucy Maria...-olhou para mim com cara de chateado-quem é ele?!
-É o teu filho, seu estúpido ciumento-gargalhei da sua cara.
-Ahh...-otário do caraças-eu pensei que....
-Camelo....-ri mais-eu compreendo que gostes de me ter só para ti, mas quando o bébé nascer vais dizer adeus à diversão, pelo menos durante uns meses.
-Oh não, isso não-passou as mãos pelos cabelos-não me faças uma coisa dessas.
-Não há como não o fazer-sorri beijando-o.
-Sua atrevida-ele pegou em mim e colocou-me sentada no seu colo tapando-nos-anda aqui pequena.
-Tu por acaso chamaste-me de pequena?-dei-lhe uma palmada na cabeça.
-Nunca ouviste dizer que as pequenas são as melhores?-sorri com as suas palavras.
-Otário-sorri beijando os seus lábios.
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I Need You
WerewolfLucy era uma rapariga comum como todas as outras. Ela tinha 19 anos e vivia com os seus pais adotivos em Londres. Lucy era uma rapariga bonita, de cabelos castanhos, olhos verdes, magrinha, mas era uma miúda muito rebelde e muito teimosa, mas lá no...
