Lívia
Dois meses se passaram. Eu tive alta nos primeiros dias, mas os bebês não, pois precisavam de mais tempo em observação, mas estavam ganhando peso e estavam saudáveis. Me recusei a ir para casa, então o quarto do hospital particular virou quase minha casa e de Demétrio, visto que ele também não quis ir embora, apenas ia buscar o necessário na fazenda e voltava.
Meu pai e Maria vieram nos visitar várias vezes e qando contei que seu neto se chamaria Heitor ele chorou de felicidade e orgulho. No mês anterior meu irmãozinho nasceu, de parto normal, muito saudável.
Aquele era um dia muito especial. Meus filhos estavam fazendo dois meses e iríamos levá-los para casa.
Ao chegarmos na fazenda, Maria e meu pai juntamente com Sônia e Frederic haviam preparado uma comemoração de boas-vindas para Sofia e Heitor.
Finalmente a paz e a felicidade reinava. Me sentia a mulher mais feliz do mundo. Tinha o melhor homem do mundo, filhos que são as melhores coisas do mundo. Uma família maravilhosa.
Não poderia querer mais nada.
Quando pensei que fosse perder os meus filhos, meu mundo desabou, perdi a vontade de viver no mesmo instante. Mas agora passou pois tenho meus pequenos anjos, meus milagres comigo.
Demétrio
O amor pode acontecer quando menos se espera. Uma moça frágil, sofredora que passou por tantas coisas ruins, se apaixonou por um homem bruto e machucado.
Entretanto, o sofrimento nunca deixou Lívia amarga ou seu coração endurecido. Ela continuou sendo doce quando eu fechei meu coração, mas seus olhos azuis me encantaram e eu fui incapaz de me manter longe dela um dia se quer depois que a olhei desta forma.
Esta é a história de Um Maldito Bruto que foi conquistado por uma jovem meiga e foram protagonistas de um amor terno e lindo. Passamos por muitas fases difíceis mas muito mais momentos de felicidade.
A menina doce, imatura, sensível, simpática, chorona e de coração puro, conquistou o coração de pedra de um homem magoado, grosseiro, arrogante e ferido.
E esse amor gerou frutos, nossos filhos, as razões de nossas vidas.
Alguns meses depois.
Hoje seria o grande dia. Iriamos nos casar.
Lívia entrou no espaço natural e ao ar livre onde o casamento estava acontecendo, maravilhosamente linda em seu vestido branco tomara que caia, com um sorriso radiante em seu rosto, sendo trazida para mim por seu pai.
Eu estava com um terno preto e meus cabelos estavam penteados para trás, as lágrimas foram automaticamente enchendo meus olhos, meu coração estava batendo freneticamente enquanto ela vinha para mim, parecendo um anjo perfeito, olhando em meus olhos.
Eu nunca me cansaria de admirar aqueles olhos.
Quando a recebei no altar, queria beijá-la, tomá-la, amá-la ali mesmo.
A cerimonia começou e eu só me concentrei em dizer sim, porque na outra parte do tempo só queria olhar para a mulher mais linda do mundo e me sentir um maldito sortudo por tê-la.
Tivemos uma outra surpresa com Bobby entrando levando nossas alianças na coleira, foi uma das melhores partes daquele dia inesquecível.
Todos os amigos estavam presentes, até o Marcos. Acabamos nos acertando. Não seríamos melhores amigos, mas eu não guardava mágoa dele e era grato pelo que fez por minha mulher.
Frederic estava com Sofia no colo e sua namorada, uma jovem chamada Isabela, estava segurando Heitor que pareciam bem confortáveis, eles amavam ficar no colo.
— Eu te amo e sempre vou te amar, você chegou quando eu não queria nada e agora é meu tudo. Minha princesa, minha linda, mãe dos meus filhos e amor da minha vida. Eu te amo demais. — declarei fazendo Lívia chorar de felicidade.
— No momento em que eu te vi, eu te quis. Você é meu tudo e meu deu toda felicidade do mundo! — Lívia olhou para nossos filhos — Eu te amo por tudo e sempre vou amar você, meu amor.
Depois da cerimônia, tivemos uma festa e passamos quase a noite inteira comemorando nosso dia especial, com nós dois parando a todo momento para Lívia amamentar ou para mim trocar os bebês. Colo era o que não faltava para as crianças, eles estavam com seis meses e todos queriam segurá-los.
Quando a festa acabou, eu e Lívia pegamos nossos filhos, nos despedimos de quem ainda estava presente e fomos para casa.
Ainda estávamos na casa do meu sogro, o quarto de Lívia virou nosso e as crianças tinham um quartinho deles, mas estávamos construindo nossa casa do jeito que queríamos em um terreno ao lado, minha casa seria de Frederic para morar com a namorada.
Colocamos os bebês que já dormiam, em seus berços e fomos em direção ao nosso quarto. Antes de entrar, fiz questão de pegá-la em meus braços e chutar de leve a porta para abrir, a coloquei de pé do lado de dentro, tranquei a porta e a prendi contra a parede.
— Eu estava louco por esse momento. — quase grunhi e Lívia sorriu virando de costas como sinal para tirar seu vestido.
— E eu não via a hora de estar em seus braços meu amor. — sua voz me deixou duro a ponto de dor.
Tirei rapidamente seu vestido, revelando a lingerie branca por baixo, fechei os olhos me sentindo um filho da puta sortudo a todo momento e os abri de novo, faminto. A joguei na cama e tirei minha roupa com calma e sensualidade, apesar de estar louco para estar dentro dela.
Nos amamos intensamente aquela noite. Havia algo especial, era nossa lua de mel. Os bebês dormiram bastante, o suficiente para nos amarmos como queríamos e do jeito que queríamos por várias horas.
Finalmente, estávamos completos. Ninguém, nunca mais, machucaria o amor da minha vida. Seríamos felizes para sempre.
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Maldito Bruto (Concluído)
Любовные романыEle é rude e ela um amor. Será que a doçura de uma moça conquistará o coração de um bruto? "Quando olhei para trás, avistei um homem alto e de ombros largos, uma muralha de músculos. Era muito bonito e forte. Sua camisa de botões entreaberta não co...
