Shivani tem tudo nas mãos.
Sempre com tudo sobre controle, desde de sua grande popularidade, aos seus sentimentos confusos.
Porém, tudo vai por água abaixo quando uma noite turbulenta, a leva de encontro á Bailey May, com quem vive em conflito na m...
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- Um jogo! Eu só queria um jogo em paz, sem essa rivalidade estúpida, esse é o primeiro jogo masculino após a suspensão do time! E vocês me vem com essa?
O treinador do time masculino gritava, enquanto Simon acompanhava a bronca.
Estávamos, as meninas e os meninos do time ouvindo a bronca dele.
Celine nem ousou entrar na sala.
Fora os principais da confusão, Joalin e Hina, que pareciam que entrariam em pânico a qualquer segundo, e Bailey com outro garoto de óculos que não sei o que estava fazendo alí.
- Nós tomamos uma decisão séria, precisam cooperar conosco.
- Por isso.- Simon se pronunciou pela primeira vez.- Vão receber advertência, não vamos suspende-los, não podemos manter tantos alunos fora da escola. Mas está na hora de contribuir, nós nos falaremos na segunda feira, para discutirmos o futuro de vocês até o fim do ano.
- O que exatamente teremos que fazer?- Sabina questionou.
- Vão saber logo.- Simon, se dirigiu a porta, a abrindo.
- Vão, antes que eu perca a paciência com vocês.- O treinador falou alto.
Todos quase correram para longe da sala, levantei lentamente observando Bailey passar por mim em direção a saída.
Ele mancava um pouco.
Me aproximei devagar, mesmo a contragosto.
- Como vai o Joelho?
- Incomodando, como sempre.- Continuou andando.
Bailey estava sério.
Seu joelho parecia incomodar hoje, em especial.
- Desculpa por te acusar, de ter espalhado aquilo.
- Eu nunca iria espalhar algo tão ruim nesse nível.- Ele me olhou com as mãos escondidas nos bolsos.- Não ousaria fazer qualquer coisa desse tipo, com alguém que passou por isso.
- Como sabe que eu...
- Você tem opções bem melhores de pessoas para sair, não acho que ficaria com aquele treinador por livre e espontânea vontade.
Assenti suspirando.
- Meu pai vai me matar.
- Triste pra você.
Ele se virou, andando e me deixando sozinha, ainda mancando um pouco.
Entronchei a boca, irritada.
Retirei o celular do bolso, discando o número de Sofya.
- Não falou com o diretor ainda não é?- ela negou.- Preciso que consiga algo pra mim, e eu te libero dessa.