Mournful

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Shegaaaay surpresaaaaaa FALEI QUE SÓ VOLTAVA EM 3 MESES e olha eu aparecendo depois de um só e olhe lá kkkk é pq eu consegui um tempinho e já fui logo escrevendo mas o tempo de demora continua valendo ein gente! 

Minha namorada disse que nesse capitulo eu fiz duas cenas que não tem nada a ver uma com a outra, eu espero que vcs gostem, não tem nada demais mas ele é importante. E aproveitem os mimos.

Canta COMIGO ELA É MAIS SENTIMENTAAAL QUE EEEEU

Músicas desse já estão na play do spotify:

-> Apartment - BOBI ANDONOV

-> Always - Acoustic - Francois Klark

-> Quiet in my town - Civil Twilight

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A morte tem papel fundamental na existência humana. Sem ela, não há valor na vida. Se fossemos seres imortais, que valor teria viver?

"Para morrer, basta estar vivo", diz o ditado, nada mais justo, verdadeiro e igualmente temido. Quem não teme a morte? O ser humano passa a vida inteira tentando se esgueirar e escapar do fatídico momento de passagem desta vida para outra. O que levanta uma das várias questões que a acompanham: existem outras vidas? Existe algo após a morte?

A morte nem sempre vem acompanhada de apenas pesares, no México, por exemplo, com o "Dia de Los Muertos" acontece uma celebração popular muito animada em homenagem aos que já se foram.

Mas há quem não saiba lidar com ela, quem tenha seus órgãos parados ao ponto de não saber reagir. O que se pode saber é que o luto é individual e independente do que possa parecer, nem sempre as feridas que ele gera são curadas.

Agosto de 2019

Conforme a porta do apartamento de Lauren ia se aproximando em passos trôpegos emaranhados de beijos carregados de saudades foi impossível para si a comparação daquela troca intensa com Halsey ou qualquer outra pessoa que tenha passado por sua vida, porque houveram pessoas, mas seria covardia comparar os níveis, as cargas, o peso que Camila exercia. O mesmo servia para a latina enquanto tinha suas mãos emaranhadas no cabelo moreno dela ao passo que tentava acertar a chave na maçaneta. O momento se mostrava escasso, queriam tudo ao mesmo tempo, parecia que não podiam desperdiçar um só segundo sequer longe com trivialidades como aquelas, poderiam fazê-las grudadas, tinha que haver um jeito.

Desde a praia não aguentavam mais apenas tocarem-se com a boca, precisavam de mais. Eram adultas, crescidas e sabiam onde aquilo iria dar.

E como se fossem uma grande novidade para a outra, se redescobriam, se reconheciam com a força de um trovão na tempestade. Cada detalhe, cada toque, cada olhar, cada beijo, cada provocação. Finalmente entraram quase cambaleando e em momento algum deixaram-se em seus lábios necessitados.

As bocas se desnudavam lascivas, ora mordiscando o lábio inferior em uma provocação evidente de seus objetivos mais desleais. Mas nunca parecia chegar ao ponto justo de desejo saciado, como se nunca pudessem chegar lá, estavam sempre querendo mais.

Finalmente concordavam que poderiam doar-se inteiramente como seus corpos e mentes tanto esbravejaram para conseguir e não queriam regredir ou fazê-lo de qualquer maneira, estavam ambas ali dando tudo de si para o momento que tanto esperaram durante anos. Um ato íntimo, selvagem e libertador. Um ato no qual as duas sempre se encontraram tão bem.

Falando fisicamente na cabeça de ambas, o desejo propriamente físico era cada vez mais evidente, a procura pelo toque, a vontade, a ansiedade pela nudez, tudo era escravo da vontade que vibrava pelo corpo através das veias.

Change Of Time (Finalizada)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora