capitulo 25

97 9 1
                                    

Eu realmente estou chocada com isso!!

Não pode ser que ninguém faça um questionamento, eu faria.

Todos os diretores pegam suas pastas e saem da sala. Jimena me lança um olhar e acompanha seu chefe. A última a sair é a tal da Amanda.

Olha para mim com ódio, eu retribuo o olhar com as sobrancelhas erguidas.

Eu em, maluca!!

Após dizer a Poncho em alemão “Estarei lá fora”, fecha a porta atrás de si.

Ainda sentada na minha cadeira, eu o encaro sem entender nada. Poncho fecha o computador, se estica em sua cadeira e crava seu olhar em mim.

— Senhorita Portilla, venha cá.

Me levanto como uma flecha, mas não obediente como ele imagina.

— Mas por que diabos você fez isso?

Ele olha, sorri e não responde. Isso me deixa irritada.

— Por que parou a reunião? — insisto.

— Te dei cinco minutos.

— Como é?..... - falo sem entender direito.

— Quem parou a reunião foi você — responde.

— Eu?!

Poncho faz que sim com a cabeça e assim que chego à sua frente, pega minha mão, tento me soltar, porém, ele segura com mais força e ainda sentado, me coloca entre suas pernas.

Logo me empurra e me faz sentar sobre a mesa, diante dele. Olho a meu redor em busca de câmeras, mas ele diz:

— A sala não tem câmeras, mas também não tem isolamento acústico. Se você gritar, todo mundo vai saber o que está acontecendo.

Faço menção de protestar, já que a cada instante estou com mais tesão, mas Poncho se aproxima de mim e faz aquilo que me deixa tão louca.

Passa sua língua pelo meu lábio superior.

Me olha.

Depois lambe o lábio inferior, mordendo-o em seguida, até que eu abro a boca e ele enfim me beija.

Suga minha boca de tal maneira que me deixa sem ar e como sempre, perco totalmente o controle.

Me deita na mesa e levanta minha saia.

Suas mãos sobem devagar pelas minhas coxas até que chegam a meus quadris. Então segura minha calcinha e a arranca.

— Hummmm... Adorei que você está de fio dental.

Curto o momento e entro no jogo como uma loba.

Passo a língua pelos meus próprios lábios e me deito como uma gata em cima da mesa.

Abro as pernas sem pudor, ele entende o recado, ele levanta a cabeça, me olhando.

— Trouxe na bolsa o que eu disse pra você levar sempre?

Fecho os olhos e me xingo frustrada.

— Deixei no hotel.

Minha reação o faz sorrir.

— Que pena, pequena. Tenho certeza de que na próxima vez você não vai esquecer.

Olho para ele, paralisada.

Vai me deixar assim?

Me dá um tapinha na bunda quando desço da mesa.

— Senhorita Portilla, temos de seguir com a reunião. E, por favor, não a interrompa outra vez.

Peca-me o que quiser Onde histórias criam vida. Descubra agora