Que sorte a minha ter encontrado o grande amor da minha vida. Espero te fazer ainda mais feliz, realizar todos os nossos sonhos e constituir uma linda família.........
Lindo texto para um casal verdeiro,aqui esse não é o caso!
Fanfic
Livre
TrevodeQu...
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Eleanor McCormack
Depois do meu agradável almoço com Ariel e Ana, decidi ir à faculdade. Péssima ideia. Talvez, numa pequena parcela de razão, Ana estivesse certa: estou criando problemas onde talvez nem existam. Mas essa preocupação me consome por dentro e, sinceramente, nem sei dizer o porquê. Fiquei aliviada quando cheguei em casa e pude tomar um banho longo e relaxante. Olhei para o relógio pela terceira vez. A essa altura, Aidan já deveria estar em casa. Eu precisava conversar com ele. Querendo ou não, meu noivo — mesmo que por contrato — é a única pessoa que poderia me dar alguma luz sobre o dilema do dinheiro. Sentei no quinto degrau da escada, com os olhos fixos na porta da frente. Quem me visse assim talvez achasse que eu estava com saudades dele. Antes fosse só isso. O toque do celular vibrou ao meu lado. Olhei para a tela. Pai. Revirei os olhos e desliguei sem pensar duas vezes.
— Ah, oi, Eleanor. — disse Rob, assim que entrou. — O que faz aí sentada nessa escada?
— Oi, senhor Rob. — Levantei-me quando ele começou a subir os degraus. — Estou esperando o Aidan. Ele não veio com o senhor?
— Aidan pediu pra te avisar que vai ficar mais um pouco na empresa. Em outras palavras: ele está enfiado naquele projeto dele e, com toda certeza, esse “um pouco mais” vai virar a noite inteira.
— A noite inteira?
— Hoje ele nem parou pra almoçar, e duvido que vá comer alguma coisa agora. — Assenti, distraída, olhando para minha aliança. — Aidan adora sushi.
— É, mas se eu for até lá... vou acabar atrapalhando.
— Aidan não vai se importar. — Rob deu de ombros. — Tenha uma boa noite, Eleanor.
— Boa noite.
Ele subiu para o quarto, deixando a casa em completo silêncio. Fiquei ali por mais alguns segundos, refletindo. Sushi? Bom... não me custava nada.
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- Escritório da empresa TGL, andar executivo. Noite.
Desci do elevador e encontrei o andar praticamente vazio. Apenas duas salas estavam acesas: a de Aidan e, ao que tudo indicava, a de Tom. Caminhei até a porta do Aidan e bati de leve. Um “entra” veio lá de dentro. Empurrei a porta devagar. Aidan estava concentrado, com as mangas da camisa dobradas e a gravata frouxa ao redor do pescoço. O blazer havia sido deixado de lado.
— Oi. — Ele levantou os olhos e sorriu, surpreso. — Atrapalho?
— Adivinhou meus pensamentos?
— Seus pensamentos me pediam aqui?
Ele assentiu e estendeu a mão. Segurei-a, me aproximando.
— Sim. — Aidan me puxou, pedindo com um gesto que eu me sentasse em seu colo. Assim que o fiz, ele me abraçou, deixando um beijo carinhoso no meu queixo.
— Eu precisava conversar com você. — Toquei seu rosto, acariciando-o suavemente. — E também... seu pai me disse que você não almoçou, então trouxe isso.
Coloquei a sacola em sua mesa. Ele a abriu e, ao ver o conteúdo, arqueou as sobrancelhas.
— O Rob que te conto? — Assenti com um pequeno sorriso. — Obrigado.
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- Cerca de uma hora depois.
— E aí o Nick derrubou ele, e tudo o que eu fiz foi tentar ajudar. Acabei levando um soco que me fez perder um dente.
Caímos na risada juntos. Aidan estava me contando uma de suas brigas com Nick, da época de adolescentes.
— Achou engraçado?
— Achei! — gargalhei, tocando sua bochecha, sentindo suas covinhas surgirem com o sorriso. — Adoro suas covinhas.
— Eu sei, amor. — O olhei — Gostou de "amor"?
A palavra me pegou de surpresa. Amor. Uma palavra simples, com significados tão complexos. Você só entende mesmo o amor quando ele bate no peito, forte, inquieto. E apesar de tudo, acho que estou vivendo o melhor lado desse sentimento, mesmo andando de mãos dadas com o medo.
— Gostei. — Respondi, tocando novamente seus lábios com meu polegar. — É verdadeiro, né?
— É verdadeiro, amor. Amor, amor, meu amor. — Ele beijou minha mão, mantendo o olhar fixo no meu. — Você quer me beijar, amor?
Suspirei, desviando os olhos, sem coragem de responder. Permaneci sentada em seu colo.
— Seu aniversário está chegando, né?
Ele suspirou, voltando a comer.
— Daqui a seis dias.
— Aposto que seu tio e seu pai vão querer comemorar.
— Com certeza.
— E o que você quer de presente, Aidan?
— Pode ser um beijo? Adiantado? — Ele sorriu.
— Eu não vou te beijar. Não hoje. Mas algum dia... vai acontecer.
— Eu espero por esse dia.
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Aidan Gallagher
Abri os olhos por causa da luz forte que invadia minha sala. Olhei para meu peito: Ellie ainda dormia, serena. Havíamos conversado até tarde, acabando por adormecer juntos no sofá. A porta se abriu devagar e Nick apareceu, arregalando os olhos. Fiz um sinal para que ficasse em silêncio.
— Sai daqui! — sussurrei, abafado.
— Porra, Aidan. No escritório? — sussurrou de volta, incrédulo. — Meu Deus...
Assim que ele saiu, peguei a mão de Eleanor e beijei seu dedo, bem onde a aliança brilhava discretamente.
Porra... faltam sete dias.
Faltam 7 dias.
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