Mariano narrando
Pronto, agora que eu não iria raciocina direito mais. Disse que estava rendida? Sabe o que é para um homem ouvir isso? Meu celular começou a tocar e eu não me dei ao luxo de ver quem era. Estava concentrado demais, o clima estava gostoso demais para eu parar para atender celular.
Endireitei Luci entre as minhas pernas e apoiei meus joelhos na cama. Comecei a abrir os botões da minha blusa social. Comecei pelos punhos e logo fui para o colarinho.
Luci me olhava com um olhar de desejo, aquilo me enlouquecia ainda mais. Tirei a blusa e joguei no chão. Levantei e tirei os sapatos e a meia, abri o cinto e o botão da calça. Fui até o guarda roupa do quarto e peguei um lençol limpo, estava dentro de uma embalagem estéril. Era comum ter lençóis esterilizados nas casas mobiliadas.
Me aproximei dela novamente.
- Vem, deixa eu forrar a cama com outro lençol. Ela se levantou, tirei o lençol que estava forrado e forrei outro. - A puxei pela cintura e tomei seus lábios, agora eu não precisava me controlar mais. Enfiei a mão em sua nuca, entre seus cabelos e puxei sua cabeça um pouco para trás. Seu pescoço ficou liberado e eu me deliciei nele. Dei alguns beijos e pequenas mordidas, Luci se contorcia. Devorei seus lábios novamente.
Puxei seu vestido e o tirei pela cabeça, a deixando apenas de lingerie. Seu corpo moreno e quente me deixou mais louco. Dei alguns beijos em seu ombro, sua era pele macia e cheirosa.
Passei minha mão por Luci e achei o fecho do sutiã, abri com uma mão, enquanto a outra mão estava em sua cintura.
Abaixei lentamente minha calça, a essa altura já dava para ver o quanto eu a queria.
Fiquei de cueca e ela de calcinha. Tirei minha roupa íntima e deitei na cama. Eu estava admirando aquela linda mulher.
- Como você quer? - Luci perguntou. Ela me olhava com um olhar atento.
- Você é quem manda, eu só quero você. - Aquilo a fez sorrir.
- Não sou muito experiente nessas coisas. - Ela olhou para baixo com um sorriso sem graça nos lábios .
- Eu também não sou. Então vamos aprender juntos. - Sentei na beirada da cama e a puxei, ela estava de pé na minha frente, no meio das minhas pernas. - Posso? - Me referi a calcinha. Se eu podia tirar.
- Sim. - Ela afastou um pouco, me dando espaço para tirar.
- Você tem certeza disso? - Olhei em seus olhos . - Se quiser posso parar aqui.
- Tenho certeza sim. - Ela colocou sua mão por cima da minha e me ajudou abaixar a calcinha. Tirou o tênis que estava calçando. - Eu quero ser sua. - Sussurrou pra mim.
- Você dizendo isso me deixa com mais vontade de te fazer minha. - A abracei e me joguei para trás na cama, ela estava por cima de mim.
- Mariano. - Ela olhou em meus olhos bem de perto. - É cedo para dizer que eu amo você? E eu quero me casar com você? E que eu não vou ter forças para ficar longe? Só de pensar em ficar longe de você me dá um desespero. Falei que sou pegajosa.
- Você não vai precisar ficar longe de mim. Só se eu precisar viajar e não puder te levar. E eu também já quero muito casar com você. Se é cedo eu não sei... Mas eu também já te amo. - Ela montou em mim e tomou meus lábios.
A virei na cama a cobri de carinho. Beijei cada parte de seu corpo e voltei para sua boca.
O beijo foi nos incendiando ainda mais. Estavamos prontos para sermos um do outro, pedi permissão e entrei nela com delicadeza. Tinha medo de machuca-la, fui o mais delicado possível. Luci se contorcia embaixo de mim, seus gemidos parecia meu combustível. Aquilo me deixava ainda mais excitado.
Comecei fazer movimentos leves, eu observava seu rosto para ver se tinha dor. Os movimentos foram leves até ela acostumar, fui amentando gradativamente até que chegarmos no ápice juntos.
Me joguei na cama e a puxei para cima de mim , deitando - a no meu braço.
- O que foi isso? - Ela falou ofegante. - Você é perfeito, nunca me senti tão especial. Obrigada Mariano.
- Perfeito? Perfeita é você, tive que me controlar muito para não me liberar antes da hora. Você é muito deliciosa. - Dei um beijo em sua testa. -
- Olha quem fala! - Ela olhou em meus olhos. - Promete que eu vou te ver todos os dias?
- Claro que sim... Podemos dormir juntos também, vou fazer minha escala de serviço e vou te entregar. Daí você concilia com a sua agenda e a faculdade. Os dias que eu for dormir em casa eu durmo com você, pode ser? Os dias que eu não dormir em casa, eu chego pela manhã e tomo café contigo.
- Você vai ficar muito cansado. Eu não posso exigir nada de você.
- Ei. - Eu olhei pra ela. - Eu também não tenho forças pra ficar longe de você. Não sei o quanto isso é saudável, mas não me prive de estar ao seu lado todos os momentos que eu puder. Eu já vivi muito tempo sendo infeliz e solitário. Não me prive de estar com você, por favor.
- Só não quero que pense que estou te sufocando.
- Pois me sufoque o quanto você quiser... Eu sou seu e fico feliz por dizer isso. Grude em mim, por favor! - Eu sorri para ela. Ela sorriu para mim.
- Então me passe a sua escala de serviço. Estou louca para montar os dias, ansiosa para saber quando vamos dormir juntos.
Ficamos deitados por mais uns minutos, Luci é tão carinhosa e amável. Ficamos ali desfrutando do momento e logo após fomos tomar banho. O apartamento tem 3 banheiros, sendo duas suítes. Tomamos banho em banheiros separados, quis dar privacidade a ela.
Fomos para o shopping. Ia aproveitar para almoçar lá, eu estava faminto, Luci devia estar também.
Andei pelos corredores com os dedos entrelaçados no dela.
A deixei escolher tudo pro apartamento, ele parecia uma criança em uma loja de doces. Aquilo me fazia sorrir, eu senti uma alegria que nunca antes senti.
Fiquei a admirando e pensando... Como ela reagiria a surpresa que eu estava preparando?
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Angel Baby
RomanceMariano, um jovem empresário italiano amável, atencioso e muito gentil descobre que nem todas as pessoas só pensam em dinheiro. Que existe amizades verdadeiras. Que vida é muito mais do que casa e trabalho. Que o amor pode estar mais perto do que...
