Capitulo 23

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Adônis

Passei o trajeto inteiro perdido em pensamentos, quando chegamos em casa fomos os primeiros já que meus pais e Dante estavam em um dos carros de trás.
Subimos as escadas e pude ver Aleena indo em direção ao seu quarto mais agarrei seu braço a vendo me olhar como se estivesse confusa e a puxei até meu quarto.
Assim que entramos pude ver ela respirar fundo e em seguida a agarrei pelo pescoço e a prendi na parede

Adônis: Eu te deixo sozinha por dois dias e quando volto você está no meio de uma luta?

Aleena: Não tenho culpa se seu irmão cismou de me treinar por algum motivo ..

Meus olhos varreram sua pele, seus cabelos bagunçados, o rosto um pouco sujo devido a briga, o braço com o sangue seco

Adônis: Onde aprendeu a atirar ? Porque não acredito que em dois dias Dante foi capaz de tamanha proeza

Aleena: Se eu te disser que não me lembro você acreditaria? Eu simplesmente fiz e acho que por isso seu irmão está tão zangado comigo

Me abaixei capturando sua boca e rapidamente Aleena retribuiu, suas mãos me agarravam com vontade e em seguida suas pernas travaram ao redor do meu corpo.
Caminhei até o banheiro com ela em cima de mim e abri o chuveiro entrando embaixo dele com roupa e tudo.
Minhas mãos agarrava cada canto do seu corpo até finalmente decidir despi-la, rapidamente Aleena tirou a roupa e o fiz o mesmo, mais fui pego de surpresa quando a vi cair de joelhos e me encarar como se buscasse minha aprovação, apenas fiquei parado esperando pra ver o que ela faria até que sua mão agarrou meu pau e sua boca me reivindicou, agarrei seus cabelos vendo ela me chupar com os olhos fixos em mim.
Aleena poderia ter qualquer defeito, mais a timidez não fazia parte deles.
A puxei pra cima vendo ela limpar o canto da boca e me olhar como se estivesse frustrada

Adônis: Tenho outros planos piccolina

Aleena: Quais ?

Adônis: Ouvir seus gritos e gozar dentro dessa buceta gostosa

Ela gemeu e a agarrei a prendendo na parede do Box, suas pernas novamente me circularam e sem aguentar mais me enterrei fundo nela ouvindo a gemer, última vez que havíamos transado foi em Vancouver e isso já tinha quase um mês, eu tinha receio que ela se privasse ou sentisse medo mais como sempre ela me surpreendia.
Cada vez que me movimentava dentro dela ouvia seu gemido que me levava a perdição.
Desliguei a água e ainda dentro dela sai do banheiro e entrei no quarto a jogando na cama e a vendo me encarar surpresa

Aleena: Vou molhar sua cama ...

Adônis: Com certeza você irá ...

Caminhei até o meu closet e voltei com quatro algemas, Aleena me encarou quando me aproximei dela e prendi seu pulso e em seguida a prendi na cabeceira da cama, fiz isso com seu outro pulso e pernas.
Ela estava presa com o corpo literalmente exposto pra mim

Aleena: Adônis ...

Sua voz era de quem estava sofrendo e puxei uma venda indo até ela e a colocando sobre seus olhos.

Adônis: Vamos explorar seus sentidos piccolina

Sua respiração estava irregular, levei minha mão até seu clítoris onde a ouvi gemer e tentar se contorcer em uma tentativa falha.
Enquanto brincava com seu clítoris estava atento as seus feições, sua boca semi aberta, respiração ofegante, sem abandonar seu clítoris abaixei e chupei seu seio direito

Aleena: Adônis ...

Adônis: O que foi ?

Aleena: Me deixe ver você ...

Lambi seu seio e em seguida fui descendo, minha boca parou próximo a sua buceta e nessa altura em uma maneira de tentar se aliviar Aleena jogava o quadril pra frente querendo algum contato.
Comecei a beijar seu pé e fui subindo, pela panturrilha, joelho, coxas ..

Adônis: Me fale o que você deseja Aleena ..

Falei próximo a sua buceta que brilhava de lubrificação, a ouvi gemer

Aleena: Quero que me chupe ... Adônis ...

Adônis: E se eu não quiser ?

Aleena: Então me coma ...

Adônis: E se eu também não quiser ?

Aleena: Então me solte pra que eu possa te agarrar e me aliviar

Soltei uma pequena risada vendo que ela estava começando a ficar frustrada, lentamente passei a língua pelas suas dobras a ouvindo preencher o quarto com o seu gemido, em seguida afundei meu rosto em sua buceta me deliciando do seu gosto, em certo momento Aleena não se preocupava mais em ser comportada, seus gemidos estavam beirando a gritos.
Quando senti ela gozar na minha boca me levantei e subi em cima dela e me enterrei nela sem me importar em dar algum aviso, seu corpo se ergueu e ouvi o barulho das algemas

Aleena: Me deixe tocar você ...

Agarrei seu quadril e cada movimento eu tentava ir mais fundo como se fosse possível, o barulho do nossos corpos se chocando apenas me dava mais tesao e vontade de consumir Aleena.

Aleena: Adônis ....

Sem sair de dentro dela consegui soltar suas pernas sentindo as mesmas me circularem e em seguida soltei seus braços que também me abraçaram

Adonis: Cazzo !

Aleena tirou a venda a jogando longe e procurou minha boca em um desespero único, afundei nosso beijo porque eu queria consumi-la mais do que já estava fazendo.
Eu queria possuí-la de uma forma que sequer dava pra explicar.
Em um urro gozei sem me importar se alguém me ouviria, depositei minha cabeça entre seus seios e senti sua mão acariciar meu cabelo.
Quando ambos já havíamos nos recuperado me afastei de Aleena e quando meu pau saiu de dentro dela pude ver minha porra escorrer de dentro da sua buceta e me sentia bem com aquilo.
Ela era minha ! Apenas minha !

Império ManciniOnde histórias criam vida. Descubra agora