15*

816 79 2
                                        


Coloco uma calça moletom por cima do short, mesmo que esteja um pouco quente, e saio do quarto apressada.  A preocupação me consome, e  começo a procurar os outros.

— Usopp, o que aconteceu? — pergunto,  com  a  voz  trêmula,  a  Usopp,  que  está  correndo  para  dentro  do  Sunny,  com  um  ar  de  desespero.  Ele  se  vira  rapidamente,  com  os  olhos  arregalados,  e  faz  um  gesto  com  a  mão  para  que  eu  o  siga.

— Alguma coisa quebrou, —  diz  ele,  descendo  as  escadas  rápido.  Eu  o  sigo  e  encontro  todos  reunidos  no  convés,  com  uma  cara  de  preocupação.  Luffy  está  segurando  um  pedaço  de  metal  torto  nas  mãos,  com  um  semblante  sério.

— Então não vamos conseguir sair daqui, —  diz  Luffy,  com  a  voz  baixa  e  quase  inaudível.   Ele  olha  para  o  buraco  perto  dos  refrigerantes  do  abastecimento  do  Sunny.

—  Não,  —  diz  Franky,  com  um  ar  de  desespero.  "Parece  que  alguém  tentou  entrar  no  navio  e  acabou  destruindo  parte  do  motor".  Ele  coloca  as  mãos  nos  quadris  e  olha  para  o  buraco  a  frente,  com  um  ar  de  desapontamento.

— Também não sabemos onde é a ilha mais próxima, — diz Nami,  com  um  ar  de  desespero.  "E  agora?".  Ela  cruza  os  braços  sobre  os  peitos,  com  um  ar  de  quem  não  está  sabendo  o  que  fazer.

— Acho que eu preciso de uns dois dias pra consertar, — diz Franky,  pegando  o  metal  na  mão  de  Luffy,  com  um  gesto  de  quem  está  determinado  a  resolver  o  problema.

—  Vamos  ficar  à  deriva? —  pergunta  Chopper,  quase  chorando.  Ele  se  agarra  à  manga  da  camisa  de  Luffy,  com  um  ar  de  quem  está  com  muito  medo.

— Podem ficar tranquilos, a Boa Hancock está vindo ao nosso encontro.  Elas podem nos dar uma força, — diz Luffy,  com  uma  expressão  séria.

— E conseguiram entrar? — pergunto,  olhando  para  Franky,  com  uma  pontada  de  curiosidade.

— Quando tentaram, eu mandei uma super bomba e saíram nadando pelo oceano. Sorte que consegui fechar  o  buraco  antes  de  entrar  muita  água, — diz Franky,  com  um  sorriso  satisfeito,  como  se  estivesse  orgulhoso  de  sua  habilidade.

—  Mas  quem  seria  louco  o  suficiente  para  tentar  invadir  o  Sunny? —  pergunta  Usopp,  com  uma  voz  trêmula.  Ele  olha  para  o  buraco  com  desconfiança,  como  se  estivesse  ainda  com  medo  de  que  alguém  estivesse  escondido  nas  profundezas  do  navio.

— Relaxa, Usopp. Deve ter sido um rei dos mares, — diz Sanji, com um sorriso irônico.  Ele  se  apoia  na  parede,  com  as  mãos  nos  bolsos  da  calça,  com  um  ar  de  quem  está  tentando  acalmar  o  ambiente.

— Se não for,  nós podemos matá-lo, —  diz  Zoro,  com  um  sorriso  ameaçador.  Ele  começa  a  andar  em  direção  à  escada,  como  se  estivesse  prontamente  disposto  a  ir  caçar  o  invasor.

— Temos essa opção também, — diz Robin, com  um  tom  de  voz  calmo,  como  se  estivesse  apenas  colocando  um  fato  óbvio  na  mesa.  Ela  segura  o  um livro nas  mãos,  com  um  ar  de  quem  não  está  preocupada  com  a  situação.

— Vamos trabalhar, Usopp, — diz Franky,  animado.  Ele  pega  uma  ferramenta  que  está  próxima  a  ele  e  começa  a  mexer  em  sua  mecânica,  com  um  ar  de  quem  está  pronto  para  entrar  em  ação.

Monkey D. Luffy Onde histórias criam vida. Descubra agora