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Luffy  me  ajuda  a  caminhar  até  o  Sunny,  seu  braço  forte  apoiado  em  minhas  costas,  me  dando  segurança  e  conforto.  A  sensação  de  ter  ele  ao  meu  lado  me  faz  sentir  como  se  pudesse  enfrentar  qualquer  desafio.

A  movimentação  de  crianças  em  uma  roda  chama  nossa  atenção.  Zoro  está  realmente  lutando  com  o  menino  que  o  desafiou  para  uma  luta  de  espadas,  um  espetáculo  inesperado  de  habilidade  e  agilidade.  Observamos  o  combate  de  perto,  a  curiosidade  e  a  admiração  nos  invadem.

Zoro  se  move  com  rapidez  e  precisão,  desviando  dos  ataques  do  menino  com  facilidade.  Seus  movimentos  são  uma  dança  de  espadas,  uma  demonstração  de  poder  e  de  domínio  da  arte  do  esgrima.  O  menino  luta  com  coragem  e  determinação,  mas  a  experiência  e  a  habilidade  de  Zoro  são  demasiado  grandes.

Em  um  pequeno  gesto  com  a  espada,  Zoro  desarma  o  menino,  o  derrotando  sem  ferimentos.

— Obrigado,  senhor  Zoro, —  o  menino  diz,  com  um  toque  de  admiração  e  respeito  na  voz.

— De  nada,  pivete, —  Zoro  responde,  com  seu  jeito  seco  e  indiferente,  mas  um  sorriso  ligeiro  aparece  em  seus  lábios,  como  se  ele  estivesse  satisfeito  com  o  desempenho  do  garoto.

O  menino  se  levanta,  com  um  sorriso  largo  no  rosto,  e  se  junta  às  outras  crianças  que  o  aplaudam  com  entusiasmo.

— Você já vai? —  pergunta a menina, com um  toque  de  tristeza  na  voz,  como  se  estivesse  decepcionada  com  a  minha  partida.

— Sim,  vocês  irão  saber  muito  sobre  mim.  Serei  uma  pirata  incrível, —  respondo,  com  um  sorriso  confiante,  a  vontade  de  viver  aventuras  e  de  realizar  meus  sonhos  me  enche  de  energia.

As  crianças  sorriem  para  mim,  com  uma  mistura  de  admiração  e  carinho,  enquanto  entro  no  Sunny.  Acenam  com  as  mãos  e  eu  aceno  de  volta,  com  o  coração  quente  de  gratidão  por  ter  conectado  com  elas  durante  esse  tempo.

A  senhora  Alice  e  o  senhor  Thomas  aparecem  na  beira  da  praia,  acenando  juntos,  com  um  grupo  de  moradores  da  ilha  ao  lado.  Ficamos  lá,  trocando  acenos,  até  que  a  distância  se  torna  grande  demais  e  não  conseguimos  mais  vê-los.

A  sensação  de  saudade  me  invade,  mas  a  alegria  de  estar  de  volta  com  a  minha  tripulção  me  faz  sentir  forte  e  determinada.

— Música por encontrá-la com vida! — Brook  exclama,  com  um  sorriso  largo  e  sua  famosa  voz  grave,  tocando  seu  violino  com  uma  melodia  alegre  e  contagiante.  A  música  ecoa  pelo  navio,  uma  homenagem  à  minha  volta  e  à  alegria  da  reunião.

— Vou  preparar  um  banquete  para  a  senhorita! — Sanji  diz,  com  um  sorriso  galanteador  e  beijando  minha  mão  com  sua  gentileza  característica.

— O  que  aconteceu  com  sua  perna? —  Chopper  pergunta,  com  uma  expressão  de  preocupação  e  curiosidade,  observando  os  pontos  de  costura  na  minha  perna.

— Estou  bem, —  respondo,  com  um  sorriso  tranquilo,  a  dor  ainda  presente,  mas  a  alegria  de  estar  de  volta  com  eles  me  faz  esquecer  do  desconforto.

— Que  bom  te  ver  de  volta,  Kiara! —  Nami  diz,  com  um  sorriso  sincero  e  um  abraço  apertado.

— Que barulho é esse? — Hancock  surge  na  porta  do  quarto,  com  um  ar  de  quem  não  está  nada  feliz  com  a  festa  que  se  instala  no  navio.  Ela  olha  para  nós  com  um  ar  de  desdém  e  um  toque  de  ciúmes  nos  olhos.

— Voltei, —  respondo,  com  um  sorriso  sarcástico,  observando  a  expressão  de  indignação  de  Hancock.

Hancock me olha com raiva, seus olhos escuros brilham com uma intensidade ameaçadora.  Ela  dá  um  passo  à  frente,  como  se  quisesse  me  atacar,  mas  Luffy  se  coloca  na  frente  de  mim,  com  um  gesto  de  proteção.

— Hancock, —  ele  começa  a  dizer,  mas  a  imperatriz  o  interrompe  com  um  gesto  de  impaciência.

— Luffy, —  ela  diz,  com  um  tom  de  voz  doce  e  ameaçador,  como  se  estivesse  tentando  controlar  sua  raiva.

—  Na  próxima  ilha,  você  fica, —  Luffy  diz,  com  um  tom  de  voz  sério  e  firme,  como  se  estivesse  tomando  uma  decisão  inabalável.  A  tripulção  fica  em  silêncio,  observando  a  cena  com  curiosidade  e  uma  pitada  de  medo.

Hancock  bate  o  pé  no  chão  com  força,  uma  expressão  de  raiva  e  frustração  se  espalhando  por  seu  rosto.  Sem  dizer  mais  nada,  ela  se  vira  e  volta  para  seu  quarto,  batendo  a  porta  com  força,  como  se  estivesse  despejando  toda  a  sua  frustração  naquele  gesto.

Um  silêncio  tenso  se  instala  no  navio,  interrompido  apenas  pelo  som  das  ondas  batendo  no  casco  do  Sunny.

— Vamos nos divertir! —  Usopp  exclama,  com  um  sorriso  largo  e  uma  energia  contagiante,  dançando  com  Chopper,  que  se  joga  nos  braços  do  atirador,  rindo  alto.

A  música  de  Brook  ecoa  pelo  navio,  uma  melodia  alegre  e  animada  que  convida  todos  a  se  juntarem  à  festa.  Sanji  prepara  um  banquete  com  seus  melhores  pratos,  e  a  atmosfera  no  Sunny  se  transforma  em  uma  celebração  da  vida  e  da  amizade.

Fico  sentada  em  uma  das  mesas  do  convés,  observando  todos  se  divertir.  Luffy  se  senta  ao  meu  lado,  com  um  sorriso  largo  e  brilhante,  a  alegria  transbordando  em  seus  olhos.

—  Você  está  bem? —  ele  pergunta,  com  um  tom  de  voz  carinhoso  e  preocupado.

—  Sim,  Luffy,  —  respondo,  com  um  sorriso  sincero.  —  Estou  feliz  de  estar  de  volta  com  vocês.  —  digo,  com  a  sensação  de  que  a  vida  está  voltando  a  fazer  sentido.

Ele  me  olha  com  um  sorriso  quente  e  amoroso,  e  eu  sei  que  tudo  vai  ficar  bem.  A  nossa  aventura  continua,  e  nós  estaremos  juntos,  enfrentando  qualquer  desafio.

E  nesse  momento,  eu  me  sinto  realmente  feliz.

Todos cantam e dançam,  a  energia  da  festa  é  contagiante,  um  turbilhão  de  alegria  e  descontração.  Luffy  dormiu  ao  meu  lado,  seu  corpo  relaxado  e  tranquilo  depois  de  um  dia  agitado.

— Quando  estivermos  sozinhos,  podemos  conversar? —  Zoro  pergunta,  com  um  tom  de  voz  sério  e  uma  expressão  de  quem  tem  algo  importante  para  dizer.

—  Claro, —  respondo,  com  um  sorriso  tranquilo,  curiosa  para  saber  o  que  ele  quer  me  contar.

Ficamos  lá,  observando  a  festa,  rindo  das  gracinhas  de  Usopp,  admirando  a  habilidade  de  Sanji  na  cozinha,  e  ouvindo  as  histórias  engraçadas  de  Brook.  Até  que  a  festa  começa  a  arrefecer,  e  todos  se  cansam.  Nami,  Chopper  e  Franky  já  se  retiram  para  seus  quartos,  Sanji  se  enfeita  para  dormir,  e  Brook  continua  a  tocar  sua  música  melancólica,  como  se  estivesse  contando  histórias  de  seu  passado.

Vou  para  o  meu  quarto,  acompanhada  de  Luffy,  que  está  bem  sonolento,  como  se  a  festa  o  tivesse  esgotado  completamente.  Ele  me  deixa  na  porta  do  quarto  e  vai  para  o  consultório  de  Chopper

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