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A ilha se erguia à nossa frente,  um paraíso tropical,  com praias de areia branca e coqueiros balançando ao vento.  Mas,  por trás da beleza paradisíaca,  uma sombra de perigo pairava
Todos estavam no convés,  olhando para a ilha,  seus olhares curiosos,  seus rostos carregados de expectativa.

—  Então,  Luffy,  o que vamos fazer?  —  Sanji perguntou,  seu olhar cheio de ansiedade.

—  Vamos esperar uns dias.  —  Luffy respondeu,  sua mão firmemente segurando a minha.  —  Não quero botar ninguém em perigo.

—  Mas seria bom alguém ir lá.  —  Robin disse,  seu olhar fixo na ilha,  uma expressão de preocupação em seu rosto.

—  Ninguém vai.  —  Luffy disse,  sua voz firme e determinada.

—  Tudo bem.  —  Nami disse,  seu olhar fixo em Luffy,  uma expressão de respeito em seu rosto.

—  Vamos ficar a uma distância boa.  —  Luffy ordenou,  sua voz firme e autoritária.  —  Abaixem as velas e a bandeira.

—  O quê?  —  Franky perguntou,  sua expressão confusa,  como se não entendesse a ordem do capitão.

—  Consigo entender assim.  —  Robin explicou,  seu olhar inteligente.  —  Será difícil reconhecer o Sunny.

Luffy assentiu,  seu olhar fixo na ilha,  um olhar de cautela e decisão.

—  E não se esqueçam:  —  ele disse,  sua voz grave.  —  Se avistarmos qualquer movimento suspeito Não lutem sozinhos

As velas foram abaixadas,  a bandeira foi recolhida,  e o Sunny se afastou da ilha,  ficando a uma distância segura.

Luffy estava cauteloso,  sua decisão era clara,  ele não iria colocar em risco a vida de sua tripulação.  Mas,  aquele olhar fixo na ilha,  aquele aperto na minha mão,  me dizia que ele não havia esquecido o que havia acontecido.

Ele não havia esquecido as crianças,  não havia esquecido o Ace,  e não havia esquecido Max.

E eu sabia que ele não descansaria até que a justiça fosse feita.

A ilha,  com sua beleza traiçoeira,  esperava,  como uma armadilha mortal.

Mas,  nós estávamos preparados.

Nós éramos os Chapés de Palha,  e nós não tínhamos medo.

A tarde se esvaiu,  dando lugar à noite.  O céu se pintou de tons de roxo e laranja,  as estrelas começando a brilhar,  como diamantes espalhados em um pano de veludo.

Usopp,  Chopper e Brook,  com a paciência de pescadores experientes,  jogavam suas linhas no mar,  esperando a sorte de um bom peixe.  Zoro,  com a postura relaxada,  degustava um sake,  seu olhar fixo no horizonte.  Robin,  com a elegância e a sabedoria de sempre,  conversava com Nami,  que apreciava uma xícara de chá.

A paz reinava no convés,  mas a minha mente estava inquieta.  Luffy havia se trancado em sua cabine,  seus pensamentos e suas preocupações me atormentando.

—  Zoro!  —  chamei,  meu olhar fixo no espadachim,  que se aproximava de mim.

—  O que foi?  —  ele perguntou,  seu olhar me encarando,  uma sobrancelha arqueada em sinal de questionamento.

—  Não deixe o Luffy ir sozinho.  —  disse,  meu olhar fixo no chão,  minhas palavras saindo em um sussurro quase inaudível.

—  Está preocupada?  —  ele perguntou,  sua voz grave e calma,  uma expressão de curiosidade em seu rosto.

—  Claro.  —  respondi,  meu coração batendo forte,  a preocupação me consumindo.

—  Não esqueça:  —  Zoro disse,  seu olhar fixo no horizonte.  —  Ele vai ser o Rei dos Piratas.  Nada nem ninguém vai derrubá-lo.

—  Zoro...  —  comecei,  mas ele me interrompeu.

—  Ele é forte.  —  Zoro disse,  seu olhar firme,  cheio de confiança.

—  Eu sei.  —  respondi,  meu coração se acalmando um pouco.

Zoro assentiu e se afastou,  voltou para sua bebida,  deixando-me com um sentimento de esperança.

A cozinha do Sunny,  com o cheiro delicioso de comida e o barulho de panelas,  sempre me trazia uma sensação de conforto.  Sanji,  com sua habilidade impecável e seu amor pela culinária,  reinava no local,  um verdadeiro mestre da gastronomia.

—  Precisa de ajuda?  —  perguntei,  meu olhar percorrendo a cozinha,  cheia de ingredientes e temperos.

—  Não,  senhorita.  —  Sanji respondeu,  com um sorriso gentil,  seus olhos azuis brilhando.  —  Deseja um chá?

—  Sim.  —  respondi,  me sentando em uma das cadeiras,  a expectativa me deixando um pouco nervosa.

—  Está preocupada com o Luffy?  —  ele perguntou,  me servindo uma xícara de chá fumegante.

—  Sim.  —  respondi,  suspirando,  meu coração apertado.

—  Ele não está preocupado com o resto da tripulação,  —  Sanji disse,  soltando uma risada leve.  —  Ele está preocupado com a senhorita.

—  Comigo?  —  perguntei,  meu rosto corando,  uma sensação de alegria me percorrendo.

—  Claro,  senhorita.  —  Sanji disse,  seus olhos brilhando.  —  Ele se apaixonou desde a primeira vez que te viu.

—  Sanji...  —  comecei,  meu coração batendo forte,  uma sensação de felicidade e nervosismo me invadindo.

—  É verdade.  —  Sanji afirmou,  seu sorriso se alargando

A porta da cozinha se abriu com um estrondo,  e a figura imponente de Zoro,  com seu olhar implacável e sua expressão séria,  se materializou na entrada.

—  Foi assim mesmo.  —  ele confirmou,  seu olhar fixo em Sanji,  uma expressão de aprovação em seu rosto.

—  Marimo idiota!  —  Sanji exclamou,  se levantando,  seus olhos brilhando de raiva.

—  Ele só não sabia como chegar para conversar,  um tapado mesmo!  —  Zoro disse,  se aproximando de nós,  seu olhar fixo em mim.  —  Ele achava que você era namorada do Ace,  por isso não foi falar com você.

—  É claro que ele não sabia!  —  Sanji disse,  seus olhos brilhando de irritação.  —  O Luffy é um idiota quando se trata de sentimentos.

Zoro,  com seu sorriso irônico,  deu um gole em seu sake,  seu olhar fixo em mim.

—  Depois que ele descobriu que você e o Ace eram irmãos,  ele ficou tranquilo.  —  ele disse,  sua voz carregada de humor.

—  Por que não me perguntou logo?  —  perguntei,  soltando uma risada leve,  meus olhos brilhando de divertimento.

—  Eu não ia perguntar.  —  Zoro respondeu,  com seu habitual desdém.  —  Não era da minha conta.

—  E eu não tive chance.  —  Sanji disse,  se aproximando de nós,  seus olhos brilhando de divertimento.

—  Sanji,  tô com fome.  —  Luffy disse,  se sentando à mesa,  seu olhar fixo na comida que Sanji preparava.

—  Já tá tudo pronto.  —  Sanji respondeu,  com um sorriso gentil,  seus olhos brilhando.

Luffy,  com seu apetite insaciável,  se serviu generosamente,  seu olhar se fixando no prato de comida.

—  Kiara,  você vai comer?  —  ele perguntou,  seu olhar se encontrando com o meu.

—  Vou sim.  —  respondi,  me aproximando da mesa,  meu coração batendo forte.

A comida,  como sempre,  era deliciosa,  uma verdadeira obra de arte preparada pelas mãos de Sanji.  Mas,  a atmosfera na cozinha era diferente.

Luffy,  com seu olhar intenso,  me observava,  seus olhos transmitindo um misto de afeição e ansiedade.

Eu sabia que ele estava me esperando.

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