New beginnings

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Estou me dando a chance de viver novos começos, sorrir e crescer, pois não sei o dia que vou morrer. Porém, minha alma sabe que todo dia tenho a chance de renascer.  Aliás, o que seria da morte sem a vida? Os dois são a perfeita antítese equilibrada da existência. 

Viver é deixar morrer os ciclos que se findaram e abrir-se para novos começos. E nesta nova etapa da minha existência, quero deixar morrer tudo o que chegou ao fim, mas me pergunto, tem chance de renascimento? Pois a linha vida-morte-vida é tão tênue.

Às vezes, o renascimento vem em pequenos gestos, como um suspiro de alívio ao se libertar de algo que já não serve mais. Ele pode se manifestar no instante em que olho para o espelho e vejo uma versão mais forte de mim mesma, mais capaz de enfrentar o que está por vir. E, com cada novo ciclo, percebo que a morte não é fim, mas transformação. Em cada fim, há uma oportunidade de recomeçar, de florescer com mais sabedoria.

Por isso, preciso florescer e cantar na chuva de bençãos que é estar viva. Nunca esquecer que sou única, entre infinitas versões de mim, ainda sou eu e ainda estou aqui. Cantando, dançando e expressando minha essência nesse ciclo de vida-morte-vida, eu sou resiliência. 

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