Ela se sentia como uma borboleta, presa no que antes era a sua metamorfose, um casulo. Se sente como um passarinho que machucou suas asas, o impedindo de voar pelo céu azul, infinito e pleno.
Logo no começo, eu dizia que queria mergulhar fundo em você, que era o meu oceano. Mas cobro tanto a perfeição, que me sinto desapontada. O que eu sinto, mudou? Ou são as minhas paranóias que me cegam? Admiro tanto pessoas que chegam e fazem de tudo para ficar, pessoas como você.
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Palavras ditas!
PoesíaAaah, as palavras... com ela expressamos o que há no mais profundo do nosso ser...
