"Eu me identifico com a primavera. E o Harry se identifica com o inverno mais gelado." - Anna Farchild.
"Anna quer se casar, ter filhos e morar numa casa com a cerca branca. Eu só quero me formar, voltar a Londres e morar em um apartamento. E eu ode...
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"Estou sem controle." - Harry.
ANNA
Por volta das 11:00 PM, Harry e eu saímos da casa de seu pai e fomos para a fraternidade pegar as coisas dele e dormirmos no meu apartamento. Disse a Harry que o esperava no carro porque estou muito cansada para ficar sorrindo falsamente e cumprimentar as pessoas. Ele demorou cerca de quinze minutos e voltou me dizendo que trouxe o suficiente para ficar até segunda-feira. Fico surpresa por ele querer passar o domingo inteiro comigo, mas tenho que confessar que estou muito feliz com isso.
Chegamos a minha casa e avisto um bilhete das minhas colegas.
'Querida amiga ex-virgem,
Essas duas almas que supõem serem suas amigas, apesar de não terem notícias suas, estão em uma festa do Delta Phi porque a Trish tem interesses sexuais em um dos caras e eu quero me embebedar para esquecer o tédio que me consome. Entretanto, saiba que amanhã a senhorita vai se sentar com a gente e contar TUDO sobre as suas aventuras sexuais com um lindo problema de cabelos longos, olhos verdes e tatuagem, certo?
Beijos.'
Por que elas não mandam mensagens como pessoas normais do século XXI? Harry dá risada do bilhete e finge que vai fugir delas. Dou um tapa em seu braço e vamos para o meu quarto, estamos com muito à vontade um com o outro como se já nos conhecêssemos há muito tempo.
Harry coloca suas coisas sobre uma cadeira e tira a blusa junto com as calças ficando somente de boxer preta. Eu o olho descaradamente fazendo com que ele me pegue no flagra e dê uma risada fraca perguntando-me se estou gostando da vista.
Corro para o banheiro cheia de vergonha, escovo os meus dentes e volto para o quarto só com uma camisola de malha, achei que essa camisola fosse mais fácil de Harry tirá-la. "Eu estou me tornando uma verdadeira tarada, meu Deus."
Ele está sentando e recostado na cabeceira com as pernas cruzadas nos tornozelos e passeando pela Tv em busca de alguma coisa que preste. Ao colocar seus olhos em mim, ele desliga o aparelho e em seguida caminha em minha direção ainda sem desviar seus olhos. Meu pulso acelerou e ao perceber o volume em sua cueca, eu entro em ebulição.
"Ele é muito gostoso." Só de pensar no que fizemos ontem, eu fico ansiosa e na expectativa do que vamos fazer hoje.
-Você está dolorida, baby?
-Não sei, acho que não, ao menos não parece. -Digo e ele ri.
-Então vamos fazer alguns testes. -Ele diz levantando uma sobrancelha e sorrindo de lado. "Deus, como ele é lindo."
Em seguida, ele me levanta do chão e eu passo as minhas pernas em volta dos seus quadris. Harry me leva para a cama derrubando-me na mesma e caindo por cima de mim.
Pouco me importa se estou dolorida, eu o quero.
HARRY
Já perdi o controle, só por estar beijando Anna e por estar em cima dela. Queria ir devagar e fazer coisas bem safadas com ela, mas pareço um adolescente que goza nas cuecas. "Caralho!"
Forço-me a ir devagar e desço a minha mão para dentro de sua calcinha. "Porra! Ela já está muito molhada." Aperto seu clitóris e ela geme na minha boca. Faço uma pausa para tirar sua camisola e desço minha boca por seus mamilos.
Logo, estou com o dedo entre suas pernas e com a boca em seus seios fazendo ela gemer sem controle por baixo de mim e eu quase gozo com o simples som de seus gemidos.
-Calma, baby, vamos ver se podemos foder hoje. -Digo colocando outro dedo dentro dela.
Ela tenta disfarçar o desconforto, mas eu percebo que ela ainda não está pronta para o meu pau de novo. Tudo bem, eu posso fazer muitas coisas com as mãos e minha língua. Por isso, tiro o meu dedo dela e vou descendo uma trilha de beijos por seu pescoço, seios e barriga, logo tirando a sua calcinha e me colocando entre as suas pernas. Ela tenta fechá-las, porém eu não deixo.
-Nada disso, baby, você é linda, tudo em você é lindo. Não se esconda de mim. -Sussurro olhando em seus olhos.
Ela concorda abrindo as pernas mais um pouco.
-Certo, baby, você está muito dolorida de ontem, então acho que pegamos muito pesados com você. -Comento sorrindo. -Por isso, hoje nós vamos fazer outras coisas, você quer?
Ela balança a cabeça confirmando, mas não vou obrigá-la a falar. Ontem, eu percebi que ela fica excitada quando eu falo putaria para ela, contudo ela não é muito de dizer. Apesar de tudo, não me importo porque os seus gemidos me mostram tudo o que ela está sentindo e isso me deixa duro pra caralho.
-Quero sentir o seu gosto, Anna. Vai me deixar fazer isso? -Pergunto e espero por sua resposta. Ela, apenas, me olha com os lábios pouco abertos.
-Sim. -Ela responde e eu me afundo entre as suas pernas.
Ela dá um salto na cama e eu percebo que achei o seu ponto fraco – ela está quase gozando e eu nem comecei. Anna se agarra em meus cabelos e eu fico mais duro, se é que isso é possível.
Em poucos minutos, ela goza na minha boca. Queria continuar porque ela tem um gosto incrível, mas saio do meio de suas pernas e a beijo fazendo ela sentir seu próprio gosto.
-Quero fazer o mesmo com você. -Ela comenta baixo em minha boca.
Me afasto e olho para ela.
-Você quer me chupar? -Pergunto animado com a ideia de ter sua boca em meu pau.
"Ela nunca chupou um pau. Caralho, eu quero isso."
-Sim, mas você vai ter que me ensinar. -Ela diz com um sorriso malicioso no rosto.
Saio de cima dela ficando de pé na lateral da cama.
-Ok, baby. Senta aqui no lado da cama.
Ela se senta à minha frente e eu levo as minhas mãos para a cueca e tiro. Anna me impede.
-Não, eu quero fazer isso. -Ela diz abaixando meus boxers.
Ela me olha bem nos olhos e abre a boca colocando só a cabeça do meu pau. Puta merda, eu vou gozar só por vê-la assim. Devagar, ela coloca metade do meu pau na boca, e que boca gostosa ela tem.
-Baby, você está me matando. -Digo jogando minha cabeça para trás e fechando os olhos. -Continue assim. Agora passe a língua pela cabeça. -Explico e assim ela faz. Dou um salto na boca porque está gostoso demais. -Porra, Anna, o que você está fazendo comigo?
Ela começa a colocar e tirar o meu pau repetidamente de sua boca fazendo movimentos de vai e vem com a mão sob o que não colocava em sua boca e passando a língua pela cabecinha. Estou no meu limite.
-Vou gozar. -Aviso. -Se não quiser porra no seu lindo rosto, pare agora.
Contudo, ela não para, só continua colocando mais do meu comprimento na boca e ao olhar em seus olhos, não aguento mais e gozo muito dentro da boca linda de Anna. Ela sorri passando a língua pelos lábios.