"Eu me identifico com a primavera. E o Harry se identifica com o inverno mais gelado." - Anna Farchild.
"Anna quer se casar, ter filhos e morar numa casa com a cerca branca. Eu só quero me formar, voltar a Londres e morar em um apartamento. E eu ode...
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"O que eu fiz para merecer essa mulher? Eu realmente não sei, mas eu vou passar o resto da vida agradecendo a Deus por ela." - Harry.
ANNA
No caminho para o apartamento do Harry, fomos conversando sobre como os nossos dias separados. Harry me disse que só criou coragem de ler a minha mensagem, na quarta-feira, quando teve a ideia de cantar uma música sua para mim. Perguntei por que o medo e ele disse que achava que a mensagem dizia que eu tinha terminando com ele já que seu número estava bloqueado. Achei alguns pontos da explicação dele falhos, mas, como eu não queria contar detalhes do meu "inferno da Anna", resolvi encerrar o assunto. Afinal, estávamos juntos de novo e era isso que importava.
Chegamos no apartamento do Harry e notei que estava um caos: Garrafas de bebidas, roupas espalhadas e papéis no mesmo estado das roupas. No quarto, fiz uma arrumação rápida e troquei os lençóis. Parece que o Harry também passou maus momentos esses dias e eu espero que tenha aprendido a lição.
Não sou idiota, eu sei que o Harry não vai mudar de uma hora para outra. Essa obsessão que ele tem de sempre achar que, a qualquer momento, eu vou abandoná-lo é completamente absurda, mas sei que o pai o abandonou quando ele tinha 5 anos e, embora não saiba detalhes, sei também que esse momento na vida do pequeno Harry é um dos responsáveis pela sua insegurança.
Ele já melhorou bastante desde que estamos juntos e eu tenho muita fé de que um dia ele vai conseguir confiar em si mesmo o bastante para então confie em mim, em nós. O que sei agora é que não vou abandoná-lo.
Estou arrumando a cama e pensando nisso quando o Harry entra no quarto em passos lentos. Ele tira sua camisa e posso ver a borda da cueca preta sobre a cintura do jeans. Ele levanta os braços para prender o cabelo e reparo em seu abdômen tatuado. Ele tem dois ramos gêmeos nas laterais do tórax, abaixo do umbigo, que destacam o "V" que seus quadris formam. Deus, ele é muito gostoso! Que saudade de estar nos braços dele.
-Se continuar me olhando assim, babe, não vou conseguir fazer nem um décimo do que preparei para nós antes de meter em você. -Ele diz com um sorriso malicioso se aproximando de mim só de calças e descalço.
Harry para na minha frente, me pega pela cintura e me puxa pra si começando a me beijar como se quisesse, literalmente, me comer. Estou muito excitada. Morri de saudade dele e achei que nunca mais estaria em seus braços e, agora que estou aqui, estou meio louca.
Harry abre a minha calça jeans e a empurra para baixo sem parar de me beijar e eu me remexo pra tira-la pelas pernas. Depois, ele puxa a minha blusa pela cabeça me deixando só de calcinha e sutiã.
-Por hora, eu quero que fique assim, babe. -Diz contra minha boca me apertando com os braços na minha cintura.
Crio coragem e abro suas calças. Ele se afasta e as tira sem deixar de me olhar, mas fica com as boxers voltando a me agarrar e beijar e me conduzindo de costas até fora do quarto. Quando percebo, estou com o traseiro encostado ao móvel de madeira que fica por trás de todo o comprimento do sofá. Harry me senta no móvel, com uma perna de cada lado de seus quadris, e vai descendo as mãos até meus tornozelos segurando-os e levantando as minhas pernas até os meus pés estarem sobre o móvel. De repente, a sua boca abandona a minha e passa a traçar uma trilha de beijos pelo meu pescoço, seios e barriga, se abaixando e ficando de joelhos entre minhas pernas. Ele afasta minha calcinha e fecho os olhos porque já sei o que vem a seguir.
HARRY
Estou com a cabeça entre as pernas de Anna e só de sentir seu gosto em minha língua, depois de tantos dias, quase gozo. "Devagar, Harry." Hoje eu vou muito devagar com ela. Passo a minha língua por seu clitóris e depois o chupo forte fazendo a Anna gritar alto. Eu amo como ela é tão tímida sobre sexo, mas não consegue controlar suas reações quando fazemos amor.
Quero chupá-la para sempre, mas sei que ela está perto de gozar e tenho outros planos para ela essa noite, então me levanto e sem dar tempo para que se recupere, eu a pego pela cintura e a viro sobre o móvel a deixando virada com o lindo traseiro para cima, com os pés no chão, se apoiando nas mãos e com os seios e a barriga sobre o móvel.
-Relaxe agora, babe porque eu vou te pegar por trás e você vai amar isso. -Comento em seu ouvido me curvando sobre ela e grudando nossos corpos dos tornozelos ao pescoço.
Sinto ela tremer embaixo de mim e me levanto. Tiro as minhas boxers e depois traço a linha da coluna da Anna com um dedo, logo faço o mesmo caminho com minha língua a deixando arrepiada. Dou vários beijos em suas costas até as covinhas lindas que ela tem na parte baixa da espinha. Paro na lateral do seu corpo e lhe dou um chupão só porque posso fazer isso.
Já estou no meu limite, então rasgo a calcinha da Anna pelas laterais e me enterro nela até o fim fazendo ela gritar de novo. Agarro a bunda dela com as mãos e acho que vão ficar marcas, mas não ligo e nem a Anna pelo jeito que está gemendo na minha frente.
-Babe, você está mais apertada do que nunca. Caralho! -Minha fala é misturada com meus gemidos enquanto sinto os músculos dela apertarem meu pau. Começo a mover os meus quadris para frente e para trás entrando o mais fundo que consigo e nada nunca foi tão bom em minha vida.
-Harry, eu... -Ela tenta falar e vejo que está quase gozando, então diminuo o ritmo fazendo ela gemer frustrada.
-Nada disso, babe. Hoje vamos foder devagar porque estou morrendo de saudade de cada pedacinho seu e quero sentir você inteira.
Ondulo meus quadris sentindo cada pedacinho da Anna no meu pau e sei que estou muito perto de perder o controle, mas continuo lentamente levando nós dois ao limite.
-Você quer gozar, babe? Quer que eu meta forte e rápido para você se desmanchar no meu pau? -Me debruço sobre ela para poder sussurrar em seu ouvido.
-Sim, Harry, por favor. -Ela pede ofegante e eu perco o resto da minha sanidade.
Por isso, grudo o meu peito às costas da Anna, coloco minhas mãos sobre as dela, para segurá-la firme sobre o móvel, e meto forte e rápido dentro e fora dela. Posso sentir a bunda dela batendo nos meus quadris e quando ela goza a sigo ao som de gritos e gemidos.
Ficamos em silêncio uns minutos para recuperar nossas respirações. Ainda estou com o peito grudado nas costas da Anna, mas me segurando para não jogar o meu peso sobre ela. Minha cabeça está na curva entre o seu pescoço e ombro o que me faz aproveitar para distribuir beijos pela sua nuca já que seu rosto está virado para o outro lado.
-Podemos brigar mais vezes, lindo? -Ela pergunta e posso sentir o riso em sua voz.
Eu não me aguento e gargalho alto. A minha Anna não existe. O que eu fiz para merecer essa mulher? Eu realmente não sei, mas vou passar o resto da vida agradecendo a Deus por ela.