+18 | livro adulto
Rayhan Bolkiah
[Jidá, Arábia Saudita.]
Estava pronto para esperar o tempo que fosse necessário. Sabia que Jade não cederia com facilidade às tentativas de reaproximação, seu orgulho não permitiria. No entanto fui surpreendido positivamente naquele banheiro.
Após o pedido sincero de desculpas, as declarações repletas de sentimentos e a decisão muito bem pensada de que minha maharani seria a única a usufruir do meu corpo e consequentemente do título de esposa, resolvi arriscar.
Entrei no pequeno espaço fechado completamente despido, aproximei-me vagarosamente e rocei meu nariz sob o lóbulo de sua orelha.
Perguntei se poderia participar do banho. Se ela negasse sairia imediatamente com o rabo entre as pernas. Não queria invadir seu espaço pessoal, forçar algo desagradável, mas não o fez.
O que aconteceu foi o oposto daquilo. Os mamilos dos seios pesados ficaram pontiagudos, enrijecidos, tamanha a excitação de me ter tão perto. Então a toquei com carinho, desejo, necessidade e fui recompensado ao assistir o orgasmo violento, que inundou meus dedos com a lubrificação feminina.
Depois disto, seus lábios fecharam-se em torno de minha ereção, levando-me cada vez mais a uma dimensão de prazer totalmente desconhecida.
Gemi rouco quando a língua habilidosa sugou a glande sensível, e puxei seus fios castanhos para que mantivéssemos contato visual, enquanto gozava vendo-a se masturbar.
Puxei-a para cima e colei nossas bocas em um beijo desesperado.
— Parece que temos algum fetiche por água. Não é mesmo? — brinquei, porém Jade sequer respondeu.
Foi logo saindo do box e se vestindo.
Eu queria fodê-la na praia, no oceano, e sob os grandes espelhos da nossa suíte. Todas essas seriam primeiras vezes para ela, e isso fazia meu pênis endurecer de forma imaginável, contudo notei que ainda existia o distanciamento. Não o físico, mas o emocional.
Era como se Jade estivesse mais interessada no sexo, do que nas minhas tentativas frustradas de nos conhecermos melhor e formarmos um laço afetivo.
Não que eu tivesse nada contra as brincadeiras que havíamos feito duas vezes. A coisa toda só melhorava a cada vez que ficávamos nus. Mas me incomodava bastante que não deixasse nem uma frepa de espaço para mim no seu coração e que aquilo fosse meramente carnal.
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O serene tinha sido criado com o propósito de assemelhar-se muito com uma casa no mar.
Repleto de conforto, com peças de design, linhas fluidas, tecidos de alta tecnologia, resistentes à água que proporcionavam conforto térmico, além de espaços notáveis de armazenamento. Couro italiano, mármore, madeiras e cristal marcavam presença, e refletiam sofisticação e autenticidade.
A cozinha era posicionada ao lado da praça de popa próximo às salas de estar e jantar, e posto de comando. O ambiente se conectava perfeitamente à parte traseira, no exterior, por meio de um vidro – que dividia os espaços – e que poderia ser aberto eletronicamente.
Eu havia contratado um chefe de culinária para cozinhar durante os três dias que pretendia ficar a bordo junto com minha família, entretanto o infeliz desmarcou em cima da hora, deixando-me na mão.
— Tenho más notícias. — informei a minha mulher à medida que caminhávamos lado a lado para ala de refeições.
— O que foi? — questionou cautelosa.
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A Segunda esposa do Sheik #1
Romance⇢ 𝐄𝐌 𝐏𝐑𝐎𝐂𝐄𝐒𝐒𝐎 𝐃𝐄 𝐑𝐄𝐄𝐒𝐂𝐑𝐈𝐓𝐀 Livro #1 da trilogia árabes. Aos 22 anos, Jade Santiago vê sua vida virar de cabeça para baixo. Filha de uma família tradicionalmente rica do Rio de Janeiro, ela agora divide um pequeno apart...
