Deixei minha bolsa cair no chão enquanto minhas mãos iam em seu pescoço e o mantia cada vez mais perto de mim.
- Tem certeza disso?- Perguntou ofegante próximo ao meu ouvido.
- Tenho...
Ele voltou a me colocar contra a porta enquanto nos entregavamos aos lábios um do outro.
Mas ele parou e falou:
- Vem... Vamos subir.
Mordi meu lábio inferior e dei a mão para ele, que me guiou até o andar de cima.
Já tinha visto seu quarto de vista, mas nunca pensei que estar dentro dele naquele momento faria meu coração acelerar tanto. Daquela vez eu não podia simplesmente dar a louca e ficar sentado perto da porta.
Eu olhava para a cama me sentindo bem nervoso. Thomas seguiu meu olhar, depois ergueu sua mão e tocou o meu rosto de leve, me fazendo olhar para ele e apenas me focar naquilo que seus olhos me mostravam.
Seus dedos deslizaram por meu rosto, passaram por meu pescoço me causando arrepios e pararam nos botões da minha camisa. Ali ele foi desabotoando um por um, e a cada botão minha respiração ia ficando mais pesada.
Ele tirou minha camisa, deixando ela cair no chão e sorriu, me admirando como se eu fosse a pessoa mais linda do mundo, sua mão desceu percorrendo meu corpo, que ficava mais quente a cada toque seu.
Depois disso, Thomas tirou sua camisa devagar e eu pude dessa vez admirá-lo sem pudor. Olhei para ele como se pedisse permissão e Thomas acentiu com o olhar, subi com a minha mão e meus dedos passearam, sentindo os músculos da sua barriga e seu peito que se movimentava em uma respiração lenta. Thomas me olhava cheio de desejo...
Começou a me trazer mais para si e a me beijar, cada vez com mais vontade, apenas queriamos um ao outro como loucos. Ele puxou minha cintura roçando nossos quadris, enquanto seus dedos iam por dentro da minha calça e me apertavam contra seu corpo, eu nem conseguia mais raciocinar, aquilo só me fazia desejar que ele continuasse.
Thomas desceu beijando meu pescoço, peito e continuou descendo...parecia ansioso, vi ele se ajoelhar na minha frente, ainda continuando a espalhar beijos molhados por todo o meu corpo, coisa que praticamente me fazia explodir de excitação quando ele chegava perto de partes mais sensíveis.
Mas prendi minha respiração por quando ele quis desabotoar minha calça jeans, apenas congelei. Meu estado era bem parecido com o de uma estátua mesmo, então apenas deixei ele ir tirando a minha roupa, até que só estivesse com a cueca box. Thomas me observou, agora também mordendo um pouco seus lábios, parecendo bem excitado e me tocou através da roupa como naquela hora, fechei meus olhos e consegui me entregar a sensação bem prazerosa que aquilo dava, enquanto sentia sua mão me acariciando em movimentos de vai e vem.
Se preparou para tirar minha última peça de roupa e eu assisti ele fazer aquilo com o coração a mil, que só bateu ainda mais forte com ele continuando com suas carícias, me masturbando e olhando em meus olhos cheios de desejo. Eu suspirava e acabava soltando alguns gemidos, seu toque era tão poderoso em mim, pois meu corpo estava sem controle, nunca tinha reagido assim para nada, estava quase chegando ao limite só com aquilo.
Thomas parecia querer cada vez mais, se levantou a procura da minha boca e me beijou com bastante vontade, enquanto desabotoava sua calça e tirava sua roupa, pouco depois nós dois estávamos completamente nus.
Minha respiração falhou um pouco e eu devo ter ficado bem vermelho ao vê-lo assim, não conseguia tirar os olhos, não era como se fosse a primeira vez que via um pênis, já que eu tinha um! Mas a visão do seu conseguiu deixar o meu bem mais duro. Ele também estava de fato bem excitado, percebeu o que eu queria fazer mas não tinha coragem, então pegou minha mão e a trouxe aos poucos para seu pênis, me deixando acaricia-lo.
Fazer aquilo era bom... ouvir seus suspiros de prazer também era muito bom...
Parei para voltarmos a nos beijar e ele a me puxar para si, Thomas ainda me apertava e acariciava minhas coxas, enquanto suas mãos subias querendo explorar um pouco mais minha parte de trás, o que me deixou preocupado... iria mesmo acontecer.
Meu nervosismo, maravilhoso como sempre, me fez parar um pouco para recuperar o fôlego e dizer, com a voz mais embargada possível:
- Dói?
Ele observava minha cara de assustado um pouco sem jeito e soltou, sorrindo de leve:
- É...
Aquela resposta não me deixou mais tranquilo e ele deve ter percebido. Mas Thomas não queria que eu ficasse daquele jeito, suas mãos subiram até meu pescoço, trazendo meu rosto para mais um beijo apaixonado. Eu me derretia instantaneamente com sua boca, nos beijavamos intensamente, enquanto ele me guiava e empurrava de leve, até minha perna esbarrar na beirada de sua cama. Tinha chegado o momento.
Thomas foi até uma gaveta, pegou algo de lá e voltou para perto de mim. Olhei para sua mão, que me entregava uma camisinha.
- Você começa...
Ele falou sorrindo de leve, enquanto eu pegava e observava ele se curvar sobre a cama sem entender nada, apoiou suas mãos sobre ela e deixou sua parte de trás bem a mostra. Ele queria que eu...?
Não pude negar que ver ele daquele jeito me excitou. Mas eu sabia como fazer aquilo?
Mesmo sem saber ao certo como era e me sentindo nervoso de me sair errado, fiz o que ele queria. Coloquei a camisinha, me aproximei dele por trás, passando a mão sobre suas costas fortes, sentindo sua respiração pesada com meu toque e então eu fui um pouco sem jeito, penetrando devagar, sentindo entrar aos poucos. Thomas suspirou e gemeu junto comigo quando coloquei até o final, esperei um pouco, guardando todas as sensações que estava sentindo, eram incrivelmente boas, nunca havia me sentido assim... E então comecei a mover meu corpo, para frente e para trás meio que automáticamente. Primeiro em movimentos bem lentos, que faziam Thomas gemer a cada um deles, já eu a cada estocada lenta ficava bem excitado e querendo mais daquilo, aos poucos fui aumentando a velocidade enquanto ouvia e via ele se entregar totalmente para mim, dizendo murmúrios de prazer e para mim continuar. Ficamos assim durante bons minutos de puro desejo... depois disso já iamos a loucura juntos, descontrolados pelo prazer, Thomas se endireitou mais e ficou de quatro sobre a cama enquanto apertava o lençol e gemia em conjunto comigo, que estava de joelhos em cima da cama e me movimentando, segurava seu quadril, metendo mais rápido e sem parar.
Senti algo respingar e ele a gemer mais demoradamente, tinha chegado no seu limite, alguns segundos depois também senti algo intenso vir e sair, eu havia gozado daquela maneira pela primeira vez e durante aquilo me senti mole, bem aliviado, relaxado como nunca, algo maravilhoso e indescritível, uma das melhores sensações que já tinha sentido.
Acabei me curvando sobre seu corpo suado por causa do cansaço. Thomas se virou um pouco de lado e se aproximou, ofegante como eu, me beijando. E foi assim que fomos um do outro naquela noite, pela primeira vez...
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Entre Segredos e Mentiras
JugendliteraturTotalmente idênticos + Filhos da Rubie = Combinação perigosa! Ryan e Rychard são gêmeos idênticos de aparência, mas também o extremo oposto um do outro com suas personalidades fortes e bem marcantes. Talvez seja de família, mas estão sempre planeja...
