Notas:
Olá anjos,cá estou eu com essa reta final da fic, cheias de emoções, e respostas. Espero que vcs, preste bastante atenção. Tenham uma boa leitura ❤️❤️
Lica on:
Uma palavra, só uma palavra, porém carregada de ironia.
— Eu adorei você!
Naquela única sílaba lembrei-me dos momentos que estive passado naquele reformatório, e das perseguições de Thaís. Mas tenho que admitir que aquele reformatório era um paraíso diante dessa prisão. Eu teria que respirar fundo, e manter minha mente sã, e ficar longe de confusões, mas isso não dependia só de me, você era obrigada a isso, me provocariam até conseguir tira toda a minha paciência, ou então eu daria as duas faces.
— Então patricinha, eu estou te desafiando! — Apontou o dedo na minha cara, com o semblante raivoso.
— Eu não quero me meter em confusão, será que vocês poderiam respeitar isso, eu só queria ler meu livro em paz.
— Olha pessoal, ela quer ler o livro dela! — Debochou, e todas as outras deram risadas, e eu engoli seco.
— Quer dizer que além de patricinha você é comediante? — Dizia as palavras entre risadas.
— Eu só queria ficar em paz, será que vocês não entende que eu não quero brigar! — Me alterei.
— Escuta bem Gutierrez, Aqui quem decide algo sou eu, e se eu quero brigar com você, você só tem que aceitar. — Cerrou os punhos.
— Pois bem você quer brigar? — Joguei o livro no chão já irritada. — Assim seja! — Me aproximei, erguendo a cabeça. E a loira de olhos verdes, me olhava com um sorriso de canto, um tanto maldoso.
— Vai lá Pâmela, acaba com ela! — Uma de suas amigas gritou animada.
— Eu vou te destruir! — Me ameaçou. Eu apenas assentir. No mesmo instante a mesma disparou um soco, em um vulto eu segurei seu braço, deixando um soco em sua barriga com a outra mão, arrancando lhe um gemido de dor. Deixando todas de bocas entre aberta. Enquanto outras aplaudiam e asobiavam, pareciam odiar Pâmela Tomé. A loira tinha as duas mãos sobre a barriga, me afastei a deixando se recompor, ergueu sua cabeça buscando meus olhos, e tinha raiva dentro deles, sua respiração pesada entregava sua tamanha irritação. Mas por um descuido sentir uma soco bem no meio do meu nariz, me fazendo espirra sangue, capotei para traz quase perdendo o equilíbrio do meu corpo. Me recompus respirando fundo. E resolvi acabar com aquilo de uma vez por toda.
Nos entre olhamos desafiadoramente. O local estava carregado de tensão. O começo de uma luta significativa para ambos. Pâmela sabia que se perdesse para me, ela também perderia a fama de líder perigosa. E eu? Bom! Eu queria tira a posse de perigosa que ela achava que tinha. A chuva que agora caía, fazia com quer a gente não se enxergasse perfeitamente como antes, além de estarmos em uma distância considerável. Mas, eu agir rápido quando lhe dei um soco abaixo de um dos seus olhos deixando uma machucado feio. A mesma me empurrou pelos ombros, fazendo meu corpo se chocar contra a parede fria, fiz uma careta por conta da dor. A mesma aproveitou a minha fragilidade e apertou meu pescoço, e no mesmo instante a vi puxar uma canivete da cintura, meus olhos se arregalaram, suas mãos criar arredor do meu pescoço me apertava cada vez mais forte, eu estava quase ser ar. Sentir parte da minha barriga rasgar, por entre o tecido fino, a ardência era insuportável. A de olhos verdes ergueu o canivete melado de sangue deixando próximo ao meu rosto, me olhando de jeito maldoso. E quando a mesma aproximou aquela arma até meu pescoço. Lhe dei uma joelhada entre as pernas, a fazendo cair de joelhos no chão, aquela era a deixa para dar fim naquela luta. Chutei seu rosto, a fazendo espirra sangue, depois golpeei suas costas com o cotovelo, a fazendo cair de rosto no chão. A fazendo perde todas as suas forças. E todas pularam em cima de me. Me tirando do chão, me carregando nos braços, e me jogando para cima. Gritando meu sobre nome
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Meu Trevo
FanfictionTalvez eu tenho achado o amor bem aqui onde estamos, talvez eu tenha encontrado a minha sorte. Bem, eu encontrei uma garota, linda e doce. Eu nunca pensei que seria você a pessoa que me me esperava. Com você eu danço até no escuro se você me conduz...
