8. Entre amigos e inimigos

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Cheguei na empresa e corri contar o acontecido para Sr Robert. Passei na mesa de Ayla, deixei um bilhetinho.Havia batido o carro, no portão hoje cedo. E meu pai iria negociar outro carro, então sairia mais cedo com ele para ajudá lo. Me ofereci para que Ayla pudesse voltar estudar tranqüila, para levá la pra aula.
O sogrão aceitou. Maravilha. Estava tão contente, que algo tinha que acontecer né. Meu celular caiu lá de cima, esmigalhou se no chão. Vi o motorista ajuntar e levá lo para dentro. Ahh q ódio. Mas meu dia se alegrou escutando a minha princesa dizer que estávamos namorando pra menina que estava com ela lá embaixo.
Confesso que eu queria grudá la ali mesmo e encher ela de beijos. Mas a única coisa que pude fazer foi falar no ouvido e dar um beijo na testa. Estava louco de vontade de tocá la. Eu estava sentindo saudade de uma mulher a primeira vez na minha vida.
Era ela realmente especial.
Senti seu olhar ir de encontro ao meu quando soube que eu iria levá la todos os dias para aula, a partir de segunda e que eu não iria mais desgrudar dela. A ajudei com as caixas e logo fui ao centro com meu pai, prometi voltar cedo para ajudar num churrasco com Matheus.
Ayla tinha ido com a irmã também para o centro no shopping fazer sei lá o que.
Enfim, celular novo. Carro novo. Meu pai me fez aceitar a proposta dele de ir para o litoral com seu carro, para segundo ele "testar o motor". Então já estava de posse dele quando cheguei na casa dela. Ela ainda não estava, somente Matheus em casa ainda. Vi que ele estava ao telefone rindo, do lado de fora da casa na área de festa.
_ Você não vai acreditar onde elas estão!_Diz ele.
Chego mais perto e vejo um vídeo de Helena com vários vibradores no colo. Ela era hilária. Ele era um cara de sorte, assim como eu.
_ O que elas foram fazer lá? _ Pergunto. Já imaginando um monte de coisa.
_ Cara eu vou passar três dias preso aqui, então precisamos inovar _ E ri.
_ Eu espero que não venham com muita coisa pra testar. _ Começo a rir também, mas no fundo adorando saber, e esperando confiante algo bem interessante pra fazermos juntos.
Tomamos umas cervejas e não demorou muito vi um carro chegando. Era Rômulo e Jéssica. Que bom!
Iniciamos um papo sobre futebol, que gerava mais e mais teimosia a cada gole. Rômulo logo fez amizade com Matheus. Ele era um cara legal. Foram chegando mais carros. E pra minha nada contente descoberta, em um dos carros chegava Suzanna. Uma menina que eu saia de vez em quando. E que nunca prometi nada além de sexo.
Seus olhos brilharam de vontade ao me ver, e ela não saia do meu lado, o carrapato.
Resolvi fazer algo meio no grito pra espantar a inconveniente Suzana do meu lado antes que Ayla chegasse. Ciumenta como era, na certa brigaria comigo.
Aproveitei a deixa de Rômulo sobre família e perguntei para Matheus:
_ Mas e ai cunhado, quando vai sair esse casamento?_ Dei bastante ênfase na palavra CUNHADO.
A cara dela não poderia ser melhor.
_Cunhado? _ pergunta olhando de mim para Matheus.
_ Já não era sem tempo. _ Fala Rômulo.
_ Ninguém mais agüentava você Lucas. _ Diz Jéssica. _ Mas como Deus tem lugar e tempo pra tudo.
_ É serio Lucas, então você está pegando a filhinha do patrão? _ Pede Suzanna com cara de deboche.
_Pegando não Suzanna. Estamos namorando._ Digo._ Pegar eu pegava as meninas que eu saia de vez em quando._ Reforço.
Aproveito para sair de perto dela, enquanto Matheus responde para os outros a minha pergunta, vou a geladeira buscar mais cerveja.
O carro de Ayla chega. Vejo descendo Helena, e no carona ela, vestida impecavelmente de branco. A minha cor preferida. Estava mais linda do que de costume. Uma calça justíssima, bem marcada com cintura mais alta e um top. Aposto as cervejas todas que está sem calcinha. Pois não há marcas na calça, que deixava aquele bumbum avantajado maior ainda. Os cabelos castanho longos, soltos. E um batom vermelho na boca carnuda que me fez imaginar besteiras.Me controlei pra não ficar de pau duro ali. Mas era inevitável, ela sorriu ao me ver, e veio direto ao meu encontro.
_ Oi meu amor_ E me abraça.
Era primeira vez que ela me chamava assim. Senti o encaixe perfeito dela em mim. Passei a mão na sua nuca e a beijei.
_ Como você está linda! Magníficamente linda demais. _ Digo pra ela.
_ Espere até ver o que comprei. _ Fala baixinho no meu ouvido. _ E sai de perto de mim com o sorriso mais safado que eu já vi.
Vi suzanna olhando pra Ayla avaliando cada centímetro dela. E Ayla estava linda demais, não sei o motivo de tanta produção para uma ida ao shopping. Mas olhei sua irmã e pude perceber que estava tão bonita quanto! Mas Helena não era tão provocante como Ayla.
Ayla fazia todos os homens olhá la. Até os casados e compromissados, com mesmo intenso desejo.
_ Cadê a comida desta casa?. _ Perguntou Ayla. _ Estou com fome.
_ Devem estar mesmo, mas pior vai ser nós dois depois, Lucas, descobrir o que nos espera. _ Diz brincando com todos da ida de sua noiva ao sexshop.
Rimos. Fui atrás de Ayla na cozinha, que era em plano aberto, então todos veriam se eu colasse muito nela.
A abracei por trás envolvendo meus braços nela.
_ Você ficou arrepiada é? _ Pergunto vendo sua nuca eriçar.
_ Você quer me provocar Lucas, tem certeza? _Diz ela se virando e descascando uma banana.
A medida que ela descascava, seus olhos brilharam com uma malícia enorme. Lambeu os lábios, de uma forma gostosa. Nesse momento meu pau já estava apontando para o céu.
Ela colocou a banana na boca a sugando como se fosse um pau.
Depois lambeu os lábios novamente. Virei a cabeça para o lado, pisquei e passeu a mão nos olhos, ela não podia ser real.
Deu a volta pela ilha da cozinha e subiu para o quarto.
E era óbvio que eu iria disfarçar e ir atrás né!
Quando entrei no quarto, ela estava de costas.
_ Você quer me matar né?_ Pergunto.
Ela simplesmente se virou veio em direção a mim, me deu um beijo daqueles de filme e abriu minha calça, ficou de joelhos e sem demora engoliu meu pau como se fosse aquela banana. As estocadas da sua boca, eram tão deliciosas que eu não agüentei muito tempo. Quando pensei em tirar sua boca pra gozar ela se grudou em mim fazendo eu gozar na boca dela. Aquilo tirou o resto de sanidade que eu tinha. Cheguei a gemer de boca aberta e olhos fechados. Aqueles olhos claros safados grudados em mim. Ela engoliu tudo. E ainda ajoelhada, passou dois dedos da forma mais sexy que eu já vi na própria boca, limpando um resíduo, colocando o dedo nos lábios e chupando o também.
Eu ainda de boca aberta fiz cara de reprovação por não acreditar que eu tinha uma namorada assim delíciosa.
_Sua safada! Eu queria te comer agora, mas com a vontade que estou faria você gritar de prazer. _ Digo.
_ Calma. De onde veio, tem mais. _Diz ela passando por mim com aquela bunda gostosa empinada. E sai.
Meu Deus. O meu coração ainda estava disparado. E meu pau ainda não tinha baixado, então tinha de ficar ali até estar apresentável.

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