Carla: Sua irmã teve mesmo um pesadelo, mas já está mais calma. — sentou-se no sofá — Perguntou por você, mas eu respondi que estava no banho.
Arthur: Que bom que ela está melhor. — ele suspirou — Eu estou péssimo, acho que nunca mais vou conseguir transar.
Carla: Modo canceriano on. — Ela diz sorrindo
Arthur: Diz isso pra ele. — Diz olhando para o volume em sua cueca.
Carla: Eu vou te ajudar. — ela sorri travessa olhando na mesma direção que ele.
Carla debruçou-se por cima dele que ainda estava deitado e começou a deslizar as mãos pelo peitoral dele. Passou as unhas e deixou Arthur arrepiado. Ele olhava fixamente para ela, sentindo o desejo aumentar ainda mais.
Ela deslizou as unhas mais para baixo parando na barra da cueca dele. Arthur a olhou nos olhos, esperando curioso para ver o que a namorada faria. Sentiu a mão delicada sobre seu membro, acariciando-o por cima do tecido da cueca. Ele estava extremamente excitado, precisando sentir o corpo se aliviar.
Carla segurou o elástico e puxou para baixo, liberando o membro rígido de Arthur. Ao senti-la envolvendo a mão quente em seu ponto mais sensível, ele gemeu. Arthur fechou os olhos e deixou-se ser dominado por todas aquelas sensações. Ela acariciava-o de maneira íntima e mais intensa, ele mordia os lábios tentando não gemer.
Arthur começou a sentir o corpo suar e contorceu-se devagar, soltando um gemido baixo que não pôde controlar. Sua excitação estava chegando a um nível extremo, Carla não parava os movimentos que fazia e então ele apertou o sofá. Sentiu o corpo estremecer e gemeu alto, chegando ao clímax que tanto queria. A respiração ofegante dele era o único som que conseguia ouvir na sala
Carla: Está melhor, Lindo? — ela perguntou ainda com o sorriso no rosto.
Arthur: Agora estou, mas queria você por completo. — deslizou a mão pela coxa dela. — Coisinha linda de um metro e cinquenta e três.
Carla: Que tal tomarmos um banho juntinhos? — mordeu o lábio inferior — Afinal, você tem que tomar banho de qualquer jeito. Achei que eu pudesse te fazer companhia.
Arthur a levou no colo até o banheiro a beijou-a com intensidade quando trancou a porta. Com rapidez, suspendeu a camisola dela e afastando os lábios dos dela rapidamente, tirou-a e deixou cair no chão. Voltando a beijar com intensidade enquanto ela alisava seus braços e os apertava. O beijo se tornou mais rápido e a língua de Arthur explorava cada canto da boca dela, sedenta por matar a saudade.
Ela segurou a cueca dele e puxou para baixo com rapidez, ele terminou de tirá-la com os pés e foi levando Carla até o box, sem parar o beijo. Afastando-se um pouco, ele agachou-se e retirou a calcinha dela.
Carla ficou completamente nua à sua frente. Ele podia sentir o membro rígido novamente e começou a distribuir selinhos pela barriga dela. Ela deslizava a mão pelos cabelos dele, dando algumas puxadinhas e precisou conter um gemido ao sentir a língua dele em sua intimidade.
Arthur levantou-se e abriu o chuveiro, puxando-a consigo e beijando-a com paixão. Pouco tempo depois, ela já estava no colo dele, com as pernas em volta de sua cintura e sentindo o membro rígido penetrando-a devagar. Ela segurou um gemido, não podia fazer muito barulho.
Quando ele começou as estocadas, ela se agarrou às costas dele com mais força e mordiscou -lhe a orelha. Arthur sentiu o tesão aumentar a cada movimento e pressionou o corpo dela contra a parede. Ambos estavam envolvidos naquele prazer ainda mais intenso por conta da saudade. Ela gemeu bem baixinho no ouvido dele e fez com que Arthur perdesse a razão. Apertou ainda mais a coxa dela e manteve o ritmo intenso nas estocadas. Chegaram ao clímax ao mesmo tempo e ele precisou segurá-la com mais força, pois Carla estava fraca por conta do imenso prazer que sentia.
Após se recuperarem, ele colocou-a no chão e lhe deu um beijo calmo. Os dois sorriram e resolveram tomar banho, entre algumas carícias e brincadeiras. Alguns minutos depois estavam deitados na cama dele, abraçados e bastante sonolentos. Dormiram juntos, de conchinha.
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MEU ANJO! 😇
FanfictionSinopse: Arthur Picoli precisava urgentemente de um emprego e conseguiu um nas empresas Diaz. Sentia-se aliviado, pois o dinheiro que ganharia ali era o que precisava para economizar e pagar a cirurgia que a mãe tanto precisava. O que ele não contav...
